Tarsila do Amaral

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“Eu invento tudo na minha pintura. E o que eu vi ou senti, eu estilizo.”

Tarsila do Amaral (Capivari SP 1886 – São Paulo SP 1973). Pintora, desenhista.

Estuda escultura com William Zadig (1884-1952) e com Mantovani, em 1916, na capital paulista. No ano seguinte tem aulas de pintura e desenho com Pedro Alexandrino (1856-1942), onde conhece Anita Malfatti (1889-1964).Ambas têm aulas com o pintor Georg Elpons (1865-1939).

Em 1920 viaja para Paris e estuda na Académie Julian e com Emile Renard (1850-1930). Ao retornar ao Brasil forma em 1922, em São Paulo, o Grupo dos Cinco, com Anita Malfatti, Mário de Andrade (1893-1945), Menotti del Picchia (1892-1988) e Oswald de Andrade (1890-1954).

Em 1923, novamente em Paris, freqüenta o ateliê de André Lhote (1885-1962), Albert Gleizes (1881-1953) e Fernand Léger (1881-1955). Entra em contato como o poeta Blaise Cendrars (1887-1961), que a apresenta a Constantin Brancusi (1876-1957), Vollard, Jean Cocteau (1889-1963), Erik Satie, entre outros.

No ano seguinte, já no Brasil, com Oswald de Andrade, Olívia Guedes Penteado (1872-1934), Mário de Andrade e outros, acompanha o poeta Blaise Cendrars em viagem às cidades históricas de Minas Gerais. Realiza uma série de trabalhos baseados em esboços feitos durante a viagem.

Nesse período, inicia a chamada fase pau-brasil, em que mergulha na temática nacional.

Em 1925 ilustra o livro de poemas Pau-Brasil, de Oswald de Andrade, publicado em Paris.

Em 1928, pinta Abaporu, tela que inspira o movimento antropofágico, desencadeado por Oswald de Andrade e Raul Bopp (1898-1984).

Em 1933, após viagem à União Soviética, inicia uma fase voltada para temas sociais com as obras Operários e 2ª Classe.

Em 1936 colabora como cronista de arte no Diário de São Paulo. A convite da Comissão do 4º Centenário de São Paulo faz, em 1954, o painel Procissão do Santíssimo e, em 1956, entrega O Batizado de Macunaíma, sobre a obra de Mário de Andrade, para a Livraria Martins Editora.

A retrospectiva Tarsila: 50 anos de pintura, organizada pela crítica de arte Aracy Amaral e apresentada no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro – MAM/RJ e no Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo – MAC/USP, em 1969, ajudam a consolidar a importância da artista.

Abaporu, Tarsila do Amaral

Abaporu, Tarsila do Amaral

COMENTÁRIO CRÍTICO

Nascida em Capivari, SP, em 1886, a pintora e desenhista Tarsila do Amaral inicia-se nas artes em 1902, período em que freqüenta o colégio Sacré Couer de Barcelona. Na escola copia imagens religiosas.

Em 1904, regressa ao Brasil. Pouco tempo depois se casa com André Teixeira Pinto, com quem tem sua única filha, Dulce. O casamento não dura muito. Contra a vontade da família, Tarsila se separa.

Em 1913, muda-se para São Paulo. Aprende piano, copia pinturas e acompanha algumas discussões literárias, sem saber direito a que se dedicaria.

O contato com as artes se estreita a partir de 1916, quando passa a trabalhar no ateliê do escultor William Zadig (1884-1952), com quem aprende a modelar. No mesmo ano, tem aulas com o escultor Mantovani. Seu aprendizado continua no curso de desenho com Pedro Alexandrino (1856-1942). Aí conhece Anita Malfatti (1889-1964), já modernista, abrigada na turma do professor acadêmico.

Posteriormente ela e alguns colegas do curso de Pedro Alexandrino fazem aulas de pintura com Georg Elpons (1865-1939), que lhes apresenta técnicas diferentes das acadêmicas, como a aplicação de cores puras, diretamenteo do tubo.

Estimulada pelo maestro Souza Lima, parte para Paris em 1920. Quer entrar em contato com a produção européia e aperfeiçoar-se. Ingressa primeiro na Academie Julien, depois tem aulas com Emile Renard (1850-1930).

Nesse período, trava contato com a arte moderna. Vê o que Anita Malfatti já lhe havia contado. Conhece trabalhos de Pablo Picasso (1881-1973), Maurice Denis (1870-1943) e a produção dos dadaístas e futuristas.

O interesse coincide com o fortalecimento do modernismo em São Paulo. De longe, Tarsila recebe curiosa a notícia dos progressos do grupo, na correspondência com Anita.

Em abril de 1922, dois meses depois da Semana de Arte Moderna, volta ao Brasil para “descobrir o modernismo”. Conhece Mário de Andrade (1893-1945), Oswald de Andrade (1890-1954) e Menotti del Picchia (1892-1988). Com eles e Anita, funda o Grupo dos Cinco.

O aprendizado europeu será digerido aqui, no contato com o grupo. A artista pinta com cores mais ousadas e pinceladas mais marcadas. Faz retratos de Mário de Andrade e Oswald de Andrade com cores expressionistas e gestualidade marcada.

Em 1923 volta a Paris e passa a viver com Oswald de Andrade. Retoma as aulas, mas em outras bases: distância-se da educação convencional, acadêmica. Quer estudar as técnicas modernas. Nesse ano, se torna aluna de André Lhote (1885-1962). Com ele, suas formas se regularizam.

Na mesma época, entra em contato com os grandes nomes do modernismo parisiense, como o poeta Blaise Cendrars (1887-1961), que a apresenta a Constantin Brancusi (1876-1957), Vollard, Jean Cocteau (1889-1963), Erik Satie e Fernand Léger (1881-1955). Chega a freqüentar o ateliê deste pintor cubista.

Tem aulas também com Albert Gleizes (1881-1953). A convivência com os mestres vai influenciá-la profundamente. Nesse período faz uma pintura de inspiração cubista, no entanto, interessa-se, cada vez mais pela figuração tipicamente brasileira, de temas nacionais, como em A Negra (1923) e A Caipirinha (1923).

Retorna para o Brasil com interesse voltado para as coisas daqui. Viaja para conhecer o carnaval carioca e as cidades históricas de Minas Gerais. Tarsila utiliza as técnicas aprendidas no exterior para figurar coisas de sua terra.

A abordagem geométrica da iconografia brasileira vai originar a pintura Pau-Brasil em 1924. Sérgio Milliet (1898-1966) descreve esses trabalhos como “a captação sintética de uma realidade brasileira sentimental e ingênua, de que haviam se envergonhado antes os artistas do nosso país”.Em sua primeira individual, em 1926, na Galerie Percier, em Paris, a artista mostra esses trabalhos.

Em 1928, ela presenteia Oswald de Andrade com o quadro Abaporu (1928) A pintura estimula o escritor a fundar o movimento antropofágico.

Neste período, a geometria é abrandada. As formas crescem, tornam-se orgânicas e adquirem características fantásticas, oníricas. Telas como Urutu (1928), Sono (1928) e A Lua (1928), compostas de figuras selvagens e misteriosas, aproximam-na do surrealismo.

A partir da década de 1930, a vida de Tarsila modifica-se bastante. No primeiro ano da década separa-se de Oswald. Na mesma época, ocupa, por um curto período, a direção da Pinacoteca do Estado de São Paulo – Pesp.

Viaja para a União Soviética no ano seguinte e expõe em Moscou. A partir de 1933, seu trabalho ganha uma aparência mais realista. Influenciada pela mobilização socialista, pinta quadros como Operários (1933) e Segunda Classe (1933), preocupados com as mazelas sociais.

Em 1935, muda-se para o Rio de Janeiro. Sua vida é atribulada. A artista tem uma situação doméstica confusa, repleta de afazeres e afasta-se da pintura. Ocupa-se da disputa de posse de sua fazenda e trabalha muito como ilustradora e colunista na imprensa.

A partir de 1936 colabora regularmente como cronista no Diário de São Paulo, função que ocupará até os anos de 1950. Nessa época, seus quadros ganham um modelado geométrico. As cores perdem a homogeneidade e tornam-se mais porosas e misturadas.

Em 1938, recupera a propriedade, retorna à São Paulo e sua produção volta à regularidade. Reaproxima-se de questões que animaram o período heróico do modernismo brasileiro.

A partir da segunda metade dos anos de 1940, as inquietações do período pau-brasil e da antropofagia são reformuladas, os temas rurais voltam de maneira simples. Em algumas telas, como Praia (1947) e Primavera (1946), as figuras agigantadas evocam o período antropofágico, mas agora aparecem sob forma mais tradicional, com passagens tonais de cor e modelado mais clássico.

Em 1950, é feita a primeira retrospectiva de seu trabalho, no Museu de Arte Moderna de São Paulo – MAM/SP. A exposição dá mais prestígio à artista, nela as pinturas da fase “neo pau-brasil” são mostradas pela primeira vez.

O retorno a temas nacionais anima Tarsila a pintar dois murais de forte sentido patriótico.

Em 1954, termina Procissão do Santíssimo, encomendado para as comemorações do 4º Centenário da Cidade de São Paulo. Dois anos depois, entrega O Batizado de Macunaíma, para a Editora Martins.

Em 1969, a crítica de arte Aracy Amaral organiza duas importantes retrospectivas do trabalho de Tarsila. Uma no Museu de Arte Contemporânea em São Paulo – MAC/USP e outra no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro – MAM/RJ. As mostras consolidam sua importância para a arte brasileira. Tarsila falece em São Paulo em 1973.

Antropofagia - Tarsila do Amaral

Antropofagia – Tarsila do Amaral

NOTAS

1 AMARAL, Aracy. Tarsila: sua obra e seu tempo. 3. ed. rev. ampl. São Paulo: Edusp: Editora 34, 2003. p.70.
2 Em 1924, ao retornar ao Brasil, Tarsila responde afirmativamente à pergunta: “A Senhora é cubista? “. Cf. AMARAL, Aracy. op. cit. p. 141.
3 MILLIET, Sérgio. Uma exposição retrospectiva. In: AMARAL, Aracy. op. cit. p. 454- 457.

Tarsila do Amaral - Brasil - 1886-1973

Tarsila do Amaral – Brasil – 1886-1973

NASCIMENTO/MORTE

1886 – Capivari SP – 1 de setembro
1973 – São Paulo SP – 17 de janeiro

Obra de Tarsila do Amaral

Obra de Tarsila do Amaral

VIDA FAMILIAR

1926 – São Paulo SP – Casa-se com Oswald de Andrade (1890-1954), de quem se separa em 1930
1933 – Inicia romance com o escritor Luís Martins com quem vive até 1951

Tarsila do Amaral - Obras

Tarsila do Amaral – Obras

FORMAÇÃO

1901/1902 – São Paulo SP – Estuda no Colégio Sion
ca.1902/1904 – Barcelona (Espanha) – Estuda no Colégio Sacré-Coeur
1916 – São Paulo SP – Estuda escultura e modelagem com William Zadig (1884-1952) e Mantovani
1917 – São Paulo SP – Inicia estudo de desenho e pintura com Pedro Alexandrino (1856-1942)
1920 – São Paulo SP – Estuda com o pintor Georg Elpons (1865-1939)
1920 – Paris (França) – Freqüenta a Académie Julien e também estuda com Emile Renard (1850-1930) e faz cursos livres de desenho
1923 – Paris (França) – Estuda com André Lhote (1885-1962), Fernand Léger (1881-1955) e Albert Gleizes (1881-1953)

Tarsila do Amaral

Tarsila do Amaral

CRONOLOGIA

Pintora, desenhista

1886/1898 – Jundiaí e Capivari SP – Cresce em fazendas nos dois municípios
1898/ca.1902 – São Paulo SP – Vive nessa cidade
1902c./1904 – Barcelona (Espanha) – Faz suas primeiras experiências com pinturas, realizando cópias |
1904 – Retrona ao Brasil e casa-se com André Teixeira Pinto, vive na Fazenda São Bernardo e em seguida na Fazenda Sertão, aonde nasce sua filha Dulce em 1906
1913 – São Paulo SP – Muda-se para a cidade
1922 – Paris (França) – A estudo vai para Espanha e Inglaterra
1922 – São Paulo SP – Retorna ao Brasil e forma o Grupo dos Cinco, com Anita Malfatti (1889-1964), Mário de Andrade (1893-1945), Menotti del Picchia (1892-1988) e Oswald de Andrade
1922/1923 – Paris (França) – Viaja a estudo para Portugal, Espanha e Itália, com Oswald de Andrade. Conhece Blaise Cendrars (1887-1961) que os apresenta a Brancusi, Jean Cocteau, Satie, Gauthier e Valery Larbaud
1923 – Regressa ao Brasil
1924 – Inicia a pintura Pau-Brasil
1924 – Minas Gerais – Acompanha o poeta Blaise Cendrars, com Oswald de Andrade, Olívia Guedes Penteado, Mário de Andrade, Godofredo Silva Telles, René Thiollier e Oswald de Andrade Filho, em viagem às cidades históricas. Realiza uma série de trabalhos baseados em esboços feitos durante essa viagem.
1924 – Com a revolução de 1924 refugia-se com a família na Fazenda Sertão
1924 – Paris (França) – Ilustra Feuilles de Route – I. Le Formose, de Blaise Cendrars
1924/1925 – Itália – Viaja com Oswald de Andrade
1925 – Paris (França) – Ilustra Pau Brasil, livro de poemas de Oswald de Andrade
1925 – São Paulo SP – Ao regressar ao Brasil passa a funcionar o salão da casa na Rua Piracicaba, onde Tarsila e Oswald recebem os modernistas
1926 – Paris (França) – O casal viaja para preparar a exposição de Tarsila
1926 – Grécia, Turquia, Rodes, Cipres, Israel e Egito – Realizam viagem
1928 – Pinta Abaporu, tela que inspira o movimento que surge com a publicação do Manifesto Antropófago na Revista de Antropofagia, desencadeado por Oswald de Andrade e Raul Bopp
1929 – Com o crise econômica de 1929 o casal perde a Fazenda Santa Tereza do Alto, que ficará hipotecada até 1937
1930 – São Paulo SP – Obtém seu primeiro emprego como diretora da Pinacoteca do Estado de São Paulo, deixando o cargo com a mudança de governo
1931 – Europa – Visita a União Soviética, com Osório César, e permanece alguns meses em Paris
1932 – São Paulo SP – Tarsila é presa por aproximadamente um mês, por suas posições políticas e pela viagem à URSS
1932/1934 – São Paulo SP – Participa da Sociedade Pró-Arte Moderna – SPAM
1933 – Começa uma fase voltada para temas sociais com as obras Operários e 2ª Classe
1933 – Montevidéu (Uruguai) – Realiza viagem com Osório Cesar para participar de congresso político
1934 – Inicia atividade na imprensa jornalística
1935/1938 – Rio de Janeiro RJ – Vive nessa cidade
1936 – Inicia a publicação de artigos no Diário de S. Paulo também publicadas em O Jornal do Rio de Janeiro
1938/1973 – Estado de São Paulo – Alterna sua vida entre a fazenda em Capivari e São Paulo
1940 – Rio de Janeiro RJ – A Revista Acadêmica dedica número especial em sua homenagem
1940/1944 – Faz ilustrações para a série Os Mestres do Pensamento, dirigida por José Perez
1944 – Belo Horizonte e Ouro Preto MG – Viaja por essas cidade em companhia de Alfredo Volpi, Mario Schenberg, Oswald de Andrade e outros
1945 – Realiza uma série de gravuras para o livro Poesias Reunidas de O. Andrade, a pedido do autor, Oswald de Andrade
1947/1948 – Faz ilustrações especialmente retratos de grandes personalidades para o jornal O Estado de S. Paulo
1952 – Rio de Janeiro RJ – Prêmio 1952 de Artes Plásticas da Municipalidade de São Paulo, organizado pelo Jornal de Letras
1954 – São Paulo SP – Realiza o painel Procissão do Santíssimo, para o Pavilhão de História do Parque do Ibirapuera, a convite da Comissão do 4º Centenário de São Paulo
1956 – São Paulo SP – Realiza painel Batizado de Macunaíma sobre a obra de Mário de Andrade para a Livraria Martins Editora
1961 – São Paulo SP – Vende sua fazenda e instala-se definitivamente na capital
1970 – Rio de Janeiro RJ – Premiada com o Golfinho de Ouro, melhor exposição de 1969

A Negra - Tarsila do Amaral

A Negra – Tarsila do Amaral

EXPOSIÇÕES INDIVIDUAIS

1926 – Paris (França) – Individual, na Galerie Percier
1928 – Paris (França) – Individual, na Galerie Percier
1929 – Rio de Janeiro RJ – Primeira individual no Brasil, no Palace Hotel
1931 – Moscou (Rússia) – Tarsila do Amaral, no Museu de Arte Moderna Ocidental
1933 – Rio de Janeiro RJ – Tarsila do Amaral: retrospectiva, no Palace Hotel
1936 – São Paulo SP – Individual, no Palácio das Arcadas
1950 – São Paulo SP – Tarsila 1918-1950, no MAM/SP
1961 – São Paulo SP – Individual, na Casa do Artista Plástico
1967 – São Paulo SP – Individual, na Tema Galeria de Arte
1969 – Rio de Janeiro RJ – Tarsila: 50 anos de pintura, no MAM/RJ
1969 – São Paulo SP – Tarsila: 50 anos de pintura, no MAC/USP
1970 – Belo Horizonte MG – Tarsila do Amaral, no MAP

Carnaval em Madureira - Tarsila do Amaral

Carnaval em Madureira – Tarsila do Amaral

EXPOSIÇÕES COLETIVAS

1922 – Paris (França) – Salon Officiel des Artistes Français
1922 – São Paulo SP – 1ª Exposição Geral de Belas Artes, no Palácio das Indústrias
1923 – Paris (França) – Exposição de Artistas Brasileiros, na Maison de l’Amérique Latine
1926 – Paris (França) – Salon des Indépendants
1928 – Paris (França) – Salon des Indépendants
1929 – Paris (França) – Salon des Surindépendants
1930 – Nova York (Estados Unidos) – The First Representative Collection of Paintings by Brazilian Artists no Internacional Art Center, no Nicholas Roerich Museum
1930 – Recife PE – Exposition de l’École de Paris
1930 – Rio de Janeiro RJ – Exposition de l’École de Paris
1930 – São Paulo SP – Exposição de uma Casa Modernista
1930 – São Paulo SP – Exposition de l’École de Paris
1931 – Paris (França) – Salon des Surindépendants
1931 – Rio de Janeiro RJ – Salão Revolucionário, na Enba
1931 – Rio de Janeiro RJ – Exposição na Primeira Casa Modernista do Rio de Janeiro, na Rua Toneleros
1933 – São Paulo SP – 1ª Exposição de Arte Moderna da SPAM, no Palacete Campinas
1934 – São Paulo SP – 1º Salão Paulista de Belas Artes, na Rua 11 de Agosto
1937 – São Paulo SP – 1º Salão de Maio, no Esplanada Hotel
1938 – São Paulo SP – 2º Salão de Maio, no Esplanada Hotel
1939 – Nova York (Estados Unidos) – Exposição Latino-Americana de Artes Plásticas, no Riverside Museum
1939 – São Paulo SP – 3º Salão de Maio, na Galeria Itá
1941 – São Paulo SP – 1º Salão de Arte da Feira Nacional de Indústrias, no Parque da Água Branca
1944 – Belo Horizonte MG – Exposição de Arte Moderna, no Edifício Mariana
1944 – Londres (Inglaterra) – Exhibition of Modern Brazilian Paintings, na Royal Academy of Arts
1944 – Norwich (Inglaterra) – Exhibition of Modern Brazilian Paintings, no Norwich Castle and Museum
1944 – Rio de Janeiro RJ – Pintores Norte-Americanos e Brasileiros
1944 – São Paulo SP – Exposição de Pintura Moderna Brasileiro-Norte-Americana, na Galeria Prestes Maia
1945 – Baht (Inglaterra) – Exhibition of Modern Brazilian Paintings, na Victory Art Gallery
1945 – Bristol (Inglaterra) – Exhibition of Modern Brazilian Paintings, no Bristol City Museum & Art Gallery
1945 – Buenos Aires (Argentina) – 20 Artistas Brasileños, no Salones Nacionales de Exposición
1945 – Edimburgo (Escócia) – Exhibition of Modern Brazilian Paintings, na National Gallery
1945 – Edimburgo (Escócia) – Exhibition of Modern Brazilian Paintings, na National Gallery of Scotland
1945 – Glasgow (Escócia) – Exhibition of Modern Brazilian Paintings, na Kelingrove Art Gallery
1945 – Glasgow (Escócia) – Exhibition of Modern Brazilian Paintings, na Kelingrove Art Gallery
1945 – La Plata (Argentina) – 20 Artistas Brasileños, no Museo Provincial de Bellas Artes
1945 – Manchester (Inglaterra) – Exhibition of Modern Brazilian Paintings, na Manchester Art Gallery
1945 – Manchester (Inglaterra) – Exhibition of Modern Brazilian Paintings, na Manchester Art Gallery
1945 – Montevidéu (Uruguai) – 20 Artistas Brasileños, na Comisión Municipal de Cultura
1945 – Santiago (Chile) – 20 Artistas Brasileños, no Salones Nacionales de Exposición, na Universidad de Santiago
1945 – São Paulo SP – Galeria Domus: mostra inaugural
1946 – Santiago (Chile) – Exposición de Pintura Contemporánea Brasileña, na Universidad de Chile
1946 – Valparaíso (Chile) – Exposición de Pintura Contemporánea Brasileña, na Universidad de Chile
1951 – São Paulo SP – 1ª Bienal Internacional de São Paulo, no Pavilhão do Trianon – prêmio aquisição e 2º prêmio nacional de pintura
1952 – Rio de Janeiro RJ – Exposição de Artistas Brasileiros, no MAM/RJ
1952 – Santiago (Chile) – Exposición de Pintura, Dibujos y Grabados Contemporáneos del Brasil, no Museo de Arte Contemporáneo de la Universidad de Chile
1952 – São Paulo SP – Exposição Comemorativa da Semana de Arte Moderna de 1922, no MAM/SP
1953 – São Paulo SP – 2ª Bienal Internacional de São Paulo, no Pavilhão dos Estados
1954 – São Paulo SP – Arte Contemporânea: exposição do acervo do Museu de Arte Moderna de São Paulo, no MAM/SP
1955 – Pittsburg (Estados Unidos) – The 1955 Pittsburgh International Exhibition of Contemporary Painting, no Departament of Fine Arts, Carnegie Institute
1956 – São Paulo SP – 50 Anos de Paisagem Brasileira, no MAM/SP
1957 – Buenos Aires (Argentina) – Arte Moderno en Brasil, no Museo Nacional de Bellas Artes
1957 – Lima (Peru) – Arte Moderno en Brasil, no Museo de Arte de Lima
1957 – Rosário (Argentina) – Arte Moderno en Brasil, no Museo Municipal de Bellas Artes Juan B. Castagnino
1957 – Santiago (Chile) – Arte Moderno en Brasil, no Museo de Arte Contemporáneo
1959 – Rio de Janeiro RJ – 30 Anos de Arte Brasileira, na Enba
1960 – São Paulo SP – Contribuição da Mulher às Artes Plásticas no País, no MAM/SP
1962 – São Paulo SP – Seleção de Obras de Arte Brasileira da Coleção Ernesto Wolf, no MAM/SP
1963 – Campinas SP – Pintura e Escultura Contemporâneas, no Museu Carlos Gomes
1963 – São Paulo SP – 7ª Bienal Internacional de São Paulo, na Fundação Bienal – sala especial
1964 – Rio de Janeiro RJ – O Nu na Arte Contemporânea, na Galeria Ibeu Copacabana
1964 – Veneza (Itália) – 32ª Bienal de Veneza
1966 – Austin (Estados Unidos) – Art of Latin America since Independence, na The University of Texas at Austin. Archer M. Huntington Art Gallery
1966 – New Haven (Estados Unidos) – Art of Latin America since Independence, na na The Yale University Art Gallery
1966 – New Orleans (Estados Unidos) – Art of Latin America since Independence, no Isaac Delgado Museum of Art
1966 – Rio de Janeiro RJ – Auto-Retratos, na Galeria Ibeu Copacabana
1966 – San Diego (Estados Unidos) – Art of Latin America since Independence, no La Jolla Museum of Art
1966 – San Francisco (Estados Unidos) – Art of Latin America since Independence, no San Francisco art Museum
1966 – São Paulo SP – Meio Século de Arte Nova, no MAC/USP
1967 – Nova York (Estados Unidos) – Precursors of Modernism in Latin America, no Inter American Art Center
1968 – São Paulo SP – Coleção Tamagni, no MAM/SP
1970 – Rio de Janeiro RJ – 8º Resumo de Arte JB
1970 – São Paulo SP – Mostra inaugural, na Galeria Astréia
1972 – São Paulo SP – 2ª Exposição Internacional de Gravura, no MAM/SP
1972 – São Paulo SP – A Semana de 22: antecedentes e conseqüências, no Masp
1972 – São Paulo SP – Arte/Brasil/Hoje: 50 anos depois, na Galeria Collection

Tarsila do Amaral - O Mamoeiro

Tarsila do Amaral – O Mamoeiro

EXPOSIÇÕES PÓSTUMAS

1973 – São Paulo SP – 12ª Bienal Internacional de São Paulo, na Fundação Bienal – sala especial
1974 – São Paulo SP – Individual, na Galeria Raquel Arnaud Babenco e Mônica Filgueiras de Almeida
1974 – São Paulo SP – Tempo dos Modernistas, no Masp
1975 – São Paulo SP – 13ª Bienal Internacional de São Paulo, na Fundação Bienal
1975 – São Paulo SP – Exposição SPAM e CAM, no Museu Lasar Segall
1975 – São Paulo SP – O Modernismo de 1917 a 1930, no Museu Lasar Segall
1976 – Paris (França) – Brasil: artistas do século XX, no Artcurial/Centre d’Art Plastique Contemporain
1976 – São Paulo SP – Arte Brasileira Século XX: caminhos e tendências, na Galeria de Arte Global
1976 – São Paulo SP – Os Salões: da Família Artística Paulista, de Maio e do Sindicato dos Artistas Plásticos de São Paulo, no Museu Lasar Segall
1978 – Belo Horizonte MG – Tarsila do Amaral, na Galeria Guignard
1979 – São Paulo SP – Desenhos dos Anos 40: homenagem a Sérgio Milliet, na Biblioteca Mário de Andrade
1979 – São Paulo SP -15ª Bienal Internacional de São Paulo, na Fundação Bienal
1980 – Rio de Janeiro RJ – Homenagem a Mário Pedrosa, na Galeria Jean Boghici
1980 – Santiago (Chile) – 20 Pintores Brasileños, na Academia Chilena de Bellas Artes
1980 – São Paulo SP – A Paisagem Brasileira: 1650-1976, no Paço das Artes
1981 – Rio de Janeiro RJ – Do Moderno ao Contemporâneo: Coleção Gilberto Chateaubriand, no MAM/RJ
1982 – Lisboa (Portugal) – Brasil 60 Anos de Arte Moderna: Coleção Gilberto Chateaubriand, no Centro de Arte Moderna José de Azeredo Perdigão
1982 – Lisboa (Portugal) – Do Moderno ao Contemporâneo: Coleção Gilberto Chateaubriand, no Centro de Arte Moderna José de Azeredo Perdigão
1982 – Londres (Inglaterra) – Brasil 60 Anos de Arte Moderna: Coleção Gilberto Chateaubriand, na Barbican Art Gallery
1982 – Penápolis SP – 5º Salão de Artes Plásticas da Noroeste, na Fundação Educacional de Penápolis. Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Penápolis
1982 – São Paulo SP – Do Modernismo à Bienal, no MAM/SP
1983 – Rio de Janeiro RJ – Auto-Retratos Brasileiros, na Galeria de Arte Banerj
1984 – Fortaleza CE – 7º Salão Nacional de Artes Plásticas
1984 – Rio de Janeiro RJ – 7º Salão Nacional de Artes Plásticas – Salão de 31, no MAM/RJ
1984 – Rio de Janeiro RJ – Salão de 31, na Funarte
1984 – São Paulo SP – Coleção Gilberto Chateaubriand: retrato e auto-retrato da arte brasileira, no MAM/SP
1984 – São Paulo SP – Grandes Obras, no Studio José Duarte de Aguiar
1984 – São Paulo SP – Tradição e Ruptura: síntese de arte e cultura brasileiras, na Fundação Bienal
1985 – Rio de Janeiro RJ – Desenhos de Tarsila do Amaral, na Acervo Galeria de Arte
1985 – Rio de Janeiro RJ – Retrato do Colecionador na sua Coleção, na Galeria de Arte Banerj
1985 – Rio de Janeiro RJ – Rio: vertente surrealista, na Galeria de Arte Banerj
1985 – Rio de Janeiro RJ – Tarsila do Amaral: desenhos, na Acervo Galeria de Arte
1985 – São Paulo SP – 100 Obras Itaú, no Masp
1985 – São Paulo SP – Individual, na Secretaria Municipal da Cultura. Departamento de Bibliotecas Públicas
1986 – Porto Alegre RS – Caminhos do Desenho Brasileiro, no Margs – sala destaque
1986 – São Paulo SP – Tarsila 1886-1986, no MAC/USP
1987 – Indianápolis (Estados Unidos) – Art of The Fantastic Latin-America: 1920-1987, no Indianapolis Museum of Art
1987 – Nova York (Estados Unidos) – Art of The Fantastic Latin-America: 1920-1987, no The Queens Museum
1987 – Paris (França) – Modernidade: arte brasileira do século XX, no Musée d’Art Moderne de la Ville de Paris
1987 – Rio de Janeiro RJ – Ao Colecionador: homenagem a Gilberto Chateaubriand , no MAM/RJ
1987 – São Paulo SP – 19ª Bienal Internacional de São Paulo – Imaginários Singulares, na Fundação Bienal
1987 – São Paulo SP – As Bienais no Acervo do MAC: 1951 a 1985, no MAC/USP
1987 – São Paulo SP – O Ofício da Arte: pintura, no Sesc
1987 – São Paulo SP – Tarsila: desenhos de 1922 a 1952, na Studio José Duarte de Aguiar e Ricardo Camargo
1988 – Cidade do México (México) – Art of The Fantastic Latin-America: 1920-1987, no Centro Cultural/Arte Contemporáneo
1988 – Miami (Estados Unidos) – Art of The Fantastic Latin-America: 1920-1987, no Center for the Fine Arts
1988 – São Paulo SP – Modernidade: arte brasileira do século XX, no MAM/SP
1989 – Lisboa (Portugal) – Seis Décadas de Arte Moderna Brasileira: Coleção Roberto Marinho, na Fundação Calouste Gulbenkian. Centro de Arte Moderna José de Azeredo Perdigão
1989 – São Bernardo do Campo SP – Visões da Borda do Campo, na Marusan Galeria de Arte
1990 – São Paulo SP – A Coleção de Arte do Município de São Paulo, no Masp
1991 – Estocolmo (Suécia) – Viva Brasil Viva, no Kulturhuset, Konstavdelningen och Liljevalchs Konsthall
1992 – Las Palmas de Gran Canaria (Ilhas Canárias) – Vocês de Ultramar, Arte en América Latina y Canarias 1910-1960, no Centro Atlántico de Arte Moderno
1992 – Madri (Espanha) – Vocês de Ultramar, Arte en América Latina y Canarias 1910-1960, na Casa de América
1992 – Paris (França) – Latin American Artists of the Twentieth Century, no Centre Georges Pompidou
1992 – Poços de Caldas MG – Arte Moderna Brasileira: acervo do Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo, na Casa da Cultura de Poços de Caldas
1992 – Rio de Janeiro RJ – 1º A Caminho de Niterói: Coleção João Sattamini, no Paço Imperial
1992 – Rio de Janeiro RJ – Natureza: quatro séculos de arte no Brasil, no CCBB
1992 – São Paulo SP – O Olhar de Sérgio sobre a Arte Brasileira: desenhos e pinturas, na Biblioteca Municipal Mário de Andrade
1992 – Sevilha (Espanha) – Latin American Artists of the Twentieth Century, na Estación Plaza de Armas
1992 – Zurique (Suíça) – Brasilien: entdeckung und selbstentdeckung, no Kunsthaus
1993 – Colônia (Alemanha) – Latin American Artists of the Twentieth Century, no Kunsthalle Cologne
1993 – Nova York (Estados Unidos) – Latin American Artists of the Twentieth Century, no MoMA
1993 – Poços de Caldas MG – Coleção Mário de Andrade: o modernismo em 50 obras sobre papel, na Casa da Cultura de Poços de Caldas
1993 – Rio de Janeiro RJ – Brasil, 100 Anos de Arte Moderna, no MNBA
1993 – Rio de Janeiro RJ – Emblemas do Corpo: o nu na arte moderna brasileira, no CCBB
1993 – São Paulo SP – 100 Obras-Primas da Coleção Mário de Andrade: pintura e escultura, no IEB/USP
1993 – São Paulo SP – A Arte Brasileira no Mundo, uma Trajetória: 24 artistas brasileiros, na Dan Galeria
1993 – São Paulo SP – O Desenho Moderno no Brasil: Coleção Gilberto Chateaubriand, na Galeria de Arte do Sesi
1993 – São Paulo SP – O Modernismo no Museu de Arte Brasileira: pintura, no MAB/Faap
1993 – São Paulo SP – Sempre Tarsila, na Rua Guararapes, 78
1994 – Poços de Caldas MG – Coleção Unibanco: exposição comemorativa dos 70 anos de Unibanco, na Casa da Cultura de Poços de Caldas
1994 – Rio de Janeiro RJ – O Desenho Moderno no Brasil: Coleção Gilberto Chateubriand, no MAM/RJ
1994 – Rio de Janeiro RJ – Trincheiras: arte e política no Brasil, no MAM/RJ
1994 – São Paulo SP – A Aventura Modernista: Coleção Gilberto Chateaubriand no acervo do MAM/RJ, na Galeria de Arte do Sesi
1994 – São Paulo SP – Arte Moderna Brasileira: uma seleção da Coleção Roberto Marinho, no Masp
1994 – São Paulo SP – Bienal Brasil Século XX, na Fundação Bienal
1995 – Rio de Janeiro RJ – Coleção Unibanco: exposição comemorativa dos 70 anos do Unibanco, no MAM/RJ
1995 – São Paulo SP – Modernismo Paris Anos 20: vivências e convivências, no MAC/USP
1996 – São Paulo SP – Arte Brasileira: 50 anos de história no acervo MAC/USP 1920-1970, no MAC/USP
1996 – São Paulo SP – Ex Libris/Home Page, no Paço das Artes
1996 – São Paulo SP – Figura e Paisagem no Acervo do MAM: homenagem a Volpi, no MAM/SP
1996 – São Paulo SP – Mulheres Artistas no Acervo do MAC, no MAC/USP
1997 – Barcelona (Espanha) – Tarsila, Frida, Amélia: Tarsila do Amaral, Frida Kahlo, Amélia Peláez, no Centro Cultural de la Fundación la Caixa
1997 – Barra Mansa RJ – O Museu Visita a Galeria, no Centro Universitário de Barra Mansa
1997 – Madri (Espanha) – Tarsila, Frida, Amélia: Tarsila do Amaral, Frida Kahlo, Amélia Peláez, na Sala de Esposiciones da la Fundación la Caixa
1997 – São Paulo SP – Apropriações Antropofágicas, no Itaú Cultural
1997 – São Paulo SP – Mário de Andrade e o Grupo Modernista, no Centro Cultural e de Estudos Aúthos Paganos
1997 – São Paulo SP – Tarsila Anos 20, na Galeria de Arte do Sesi
1998 – Brasília DF – Brasileiro que nem Eu, que nem Quem?, no Ministério das Relações Exteriores
1998 – Rio de Janeiro RJ – A Coleção Constantini no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, no MAM/RJ
1998 – Rio de Janeiro RJ – Imagens Negociadas: retratos da elite brasileira, no CCBB
1998 – São Paulo SP – 24ª Bienal Internacional de São Paulo – Núcleo Histórico: antropofagia e histórias de canibalismo, na Fundação Bienal
1998 – São Paulo SP – A Coleção Constantini no MAM, no MAM/SP
1998 – São Paulo SP – Coleção MAM Bahia: pinturas, no MAM/SP
1998 – São Paulo SP – Destaques da Coleção Unibanco, no Instituto Moreira Salles
1998 – São Paulo SP – O Colecionador, no MAM/SP
1998 – São Paulo SP – O Moderno e o Contemporâneo na Arte Brasileira: Coleção Gilberto Chateaubriand – MAM/RJ, no Masp
1999 – Niterói RJ – Mostra Rio Gravura. Acervo Banerj, no Museu do Ingá
1999 – Porto Alegre RS – 2ª Bienal de Artes Visuais do Mercosul, na Fundação Bienal de Artes Visuais do Mercosul
1999 – Porto Alegre RS – Picasso, Cubismo e América Latina, no Margs
1999 – São Paulo SP – A Figura Feminina no Acervo do MAB, no MAB/Faap
1999 – São Paulo SP – Brasileiro que nem Eu, que nem Quem?, na Faap
1999 – São Paulo SP – Cotidiano/Arte. O Consumo, no Itaú Cultural
1999 – São Paulo SP – O Brasil no Século da Arte, na Galeria de Arte do Sesi
1999 – São Paulo SP – Obras sobre Papel: do modernismo à abstração, na Dan Galeria
1999 – São Paulo SP – Sobre Papel, Grafite e Nanquim, no Espaço Cultural Banco Cidade
2000 – Brasília DF – Exposição Brasil Europa: encontros no século XX, no Conjunto Cultural da Caixa
2000 – Lisboa (Portugal) – Brasil-brasis: cousas notaveis e espantosas. Olhares Modernistas, no Museu do Chiado
2000 – Lisboa (Portugal) – Século 20: arte do Brasil, na Fundação Calouste Gulbenkian. Centro de Arte Moderna José de Azeredo Perdigão
2000 – Rio de Janeiro RJ – Quando o Brasil era Moderno: artes plásticas no Rio de Janeiro de 1905 a 1960, no Paço Imperial
2000 – Rio de Janeiro RJ – Quando o Brasil era Moderno: artes plásticas no Rio de Janeiro de 1905 a 1960, no Paço Imperial
2000 – São Paulo SP – A Figura Feminina no Acervo do MAB, no MAB/Faap
2000 – São Paulo SP – A Figura Humana na Coleção Itaú, no Itaú Cultural
2000 – São Paulo SP – Brasil + 500 Mostra do Redescobrimento. Arte Moderna, na Fundação Bienal
2000 – São Paulo SP – Brasil Sobre Papel: matizes e vivências, no Espaço de Artes Unicid
2000 – São Paulo SP – São Paulo: de vila a metrópole, na Galeria Masp Prestes Maia
2000 – São Paulo SP – Um Certo Ponto de Vista: Pietro Maria Bardi 100 anos, na Pinacoteca do Estado
2000 – Valência (Espanha) – De la Antropofagia a Brasilía: Brasil 1920-1950, no IVAM. Centre Julio Gonzáles
2001 – Nova York (Estados Unidos) – Brazil: body and soul, no Solomon R. Guggenheim Museum
2001 – Rio de Janeiro RJ – Coleções do Moderno: Hecilda e Sergio Fadel na Chácara do Céu, no Museus Castro Maya Museu da Chácara do Céu
2001 – Rio de Janeiro RJ – Surrealismo, no CCBB
2001 – São Paulo SP – 30 Mestres da Pintura no Brasil, no Masp
2001 – São Paulo SP – Museu de Arte Brasileira: 40 anos, no Museu de Arte Brasileira
2001 – São Paulo SP – Trajetória da Luz na Arte Brasileira, no Itaú Cultural
2002 – Brasília DF – JK – Uma Aventura Estética, no Conjunto Cultural da Caixa
2002 – Niterói RJ – Arte Brasileira sobre Papel: séculos XIX e XX, no Solar do Jambeiro
2002 – Rio de Janeiro RJ – Arquipélagos: o universo plural do MAM, no MAM/RJ
2002 – Rio de Janeiro RJ – Arte Brasileira na Coleção Fadel: da inquietação do moderno à autonomia da linguagem, no CCBB
2002 – Rio de Janeiro RJ – Identidades: o retrato brasileiro na Coleção Gilberto Chateaubriand, no MAM/RJ
2002 – São Paulo SP – 22 e a Idéia do Moderno, no MAC/SP
2002 – São Paulo SP – Arte Brasileira na Coleção Fadel: da inquietação do moderno à autonomia da linguagem, no CCBB
2002 – São Paulo SP – Da Antropofagia a Brasília: Brasil 1920-1950, no MAB/SP
2002 – São Paulo SP – Espelho Selvagem: arte moderna no Brasil da primeira metade do século XX, Coleção Nemirovsky, no MAM/SP
2002 – São Paulo SP – Imagem e Identidade: um olhar sobre a história na coleção do Museu de Belas Artes, no Instituto Cultural Banco Santos
2002 – São Paulo SP – Modernismo: da Semana de 22 à seção de arte de Sérgio Milliet, no CCSP
2002 – São Paulo SP – No Tempo dos Modernistas: D. Olivia Penteado, a senhora das artes, no Museu de Arte Brasileira
2002 – São Paulo SP – Tarsila do Amaral e Di Cavalcanti: mito e realidade no modernismo brasileiro, no MAM/SP
2003 – Belém PA – 22º Salão Arte Pará, no Museu de Arte do Belém
2003 – Brasília DF – Arte Brasileira na Coleção Fadel: da inquietação do moderno à autonomia da linguagem, no CCBB
2003 – Rio de Janeiro RJ – Autonomia do Desenho, no MAM/RJ
2003 – Rio de Janeiro RJ – Tesouros da Caixa: arte moderna brasileira no acervo da Caixa, no Conjunto Cultural da Caixa
2003 – São Paulo SP – Arte e Sociedade: uma relação polêmica, no Itaú Cultural
2003 – São Paulo SP – Arteconhecimento: 70 anos USP, no MAC/USP
2003 – São Paulo SP – MAC USP 40 Anos: interfaces contemporâneas, no MAC/IUSP
2003 – São Paulo SP – Retratos, no MAB/SP
2003 – São Paulo SP – Tomie Ohtake na Trama Espiritual da Arte Brasileira, no Instituto Tomie Ohtake
2004 – Madri (Espanha) – Arco/2004, no Parque Ferial Juan Carlos I
2004 – Rio de Janeiro RJ – 90 Anos de Tomie Ohtake, no MNBA
2004 – Rio de Janeiro RJ – O Século de um Brasileiro: Coleção Roberto Marinho, no Paço Imperial
2004 – Rio de Janeiro RJ – Tomie Ohtake na Trama Espiritual da Arte Brasileira, no MNBA
2004 – São Paulo SP – Gabinete de Papel, no CCSP
2004 – São Paulo SP – Mestres do Modernismo, na Estação Pinacoteca
2004 – São Paulo SP – Mulheres Pintoras, na Pinacoteca do Estado
2004 – São Paulo SP – Novas Aquisições: 1995 – 2003, no Museu de Arte Brasileira – FAAP
2004 – São Paulo SP – O Preço da Sedução: do espartilho ao silicone, no Itaú Cultural
2004 – São Paulo SP – Plataforma São Paulo 450 Anos, no MAC/USP
2005 – São Paulo SP – Faces de Mário, no IEB/USP
2005 – São Paulo SP – O Século de um Brasileiro: Coleção Roberto Marinho, no MAM/USP

O Touro - Tarsila do Amaral

O Touro – Tarsila do Amaral

ACERVOS

Acervo Artístico-Cultural dos Palácios do Governo do Estado de São Paulo (SP)
Acervo Banco Itaú S.A. – São Paulo SP
Acervo Fundação José e Paulina Nemirovsky – São Paulo SP
Casa Guilherme de Almeida – São Paulo SP
Coleção de Artes Visuais do Instituto de Estudos Brasileiros – USP – São Paulo SP
Coleção Gilberto Chateaubriand – MAM RJ (RJ)
Coleção Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo, MAC/USP – São Paulo SP
Colección Costantini – Buenos Aires (Argentina)
Museé de Grenoble (França)
Museu de Arte Brasileira, MAB/Faap – São Paulo SP
Museu Nacional de Belas Artes, MNBA – Rio de Janeiro RJ
Acervo da Pinacoteca do Estado de São Paulo/Brasil (SP)
Pinacoteca Municipal/Centro Cultural São Paulo (SP)
Museo Nacional Centro de Arte Reina Sofía – Madri (Espanha)

1928, O ovo (Urutú)

1928, O ovo (Urutú)

TEXTOS CRÍTICOS

“As fases pau-brasil e antropofágica de Tarsila são, sem sombra de dúvida, os pontos culminantes de sua carreira como pintora e as responsáveis pela sua inscrição na história da arte no Brasil. Elas sintetizam, plasticamente, o seu relacionamento genuíno com a terra, e sua picturalidade, como bem afirmou Haroldo de Campos, atualizada pelo contato com o cubismo, permitiu-lhe ‘extrair essa lição não de coisas, mas de relações, que lhe permitiu fazer uma leitura estrutural da visualidade brasileira. Reduzindo tudo a poucos e simples elementos básicos, estabelecendo novas e imprevistas relações de vizinhança na sintagmática do quadro, Tarsila codificava em chave cubista a nossa paisagem ambiental e humana, ao mesmo tempo que redescobria o Brasil nessa releitura que fazia, em modo seletivo e crítico (sem por isso deixar de ser amoroso e lírico), das estruturas essenciais de uma visualidade que a rodeava desde a infância fazendeira’ (…)”.
Aracy Amaral
AMARAL, Aracy. Tarsila: sua obra e seu tempo. São Paulo: Perspectiva: EDUSP, 1975. (Estudos, 33).

“Através de sua atitude e obra, em particular nos anos 20 e 30, processa-se a redescoberta do Brasil, depois de séculos de alheamento e de subserviente absorção de modelos metropolitanos. Com ela, mundo e Brasil dialogam de igual para igual, e criadoramente. À geometria de angulosidade cubista acrescenta ritmos sinuosos e envolventes de uma tradição barroca mais nossa, tropicalizada; mescla também a recuperação de temas, iconografia e cores das manifestações genuinamente populares com o refinamento autoconquistado da técnica de tratá-los no âmbito de uma pintura que nunca pretendeu o ingenuísmo formal, ainda que vez ou outra indique atração pelo lirismo infantilmente fantástico de Henri Rousseau ou pelo humor quase caricatura, característico da irreverência modernista inicial. Na pintura deixada por Tarsila, o universal se particulariza, o popular se refunde no erudito, a maturidade revisita a infância. Transformando-se em nosso o que a princípio não nos pertencia, mas que pelo contágio e ingestão consciente passou a incorporar-se à nossa individualidade em termos de nação, tudo se explica de novo, como se fosse pela primeira vez. (…)”.
Roberto Pontual
PONTUAL, Roberto. Tarsila do Amaral. In: _______. Arte brasileira contemporânea: Coleção Gilberto Chateaubriand. Rio de Janeiro: Edições Jornal do Brasil, 1976. p. 75.

“A relação de Tarsila com a obra de Léger demonstra bem a inteligência com a qual analisa a arte francesa. O que ela irá absorver de determinante no sistema de Léger é a utilização do modelo da máquina. Mas a metáfora segundo a qual Léger irá desenvolver seu trabalho tem por objeto a sociedade industrial. Tarsila fará da ‘brasilidade’ o seu traço distintivo dessa formulação, adotando a ‘linguagem de máquina’ (assim como Oswald de Andrade se utiliza da linguagem telegráfica) como um desejo de atualização, no sentido de situar a percepção do Brasil a partir da ótica aberta pela industrialização. A máquina no seu trabalho não será apenas uma referência ao presente, será igualmente a tentativa de apreender o universo simbólico brasileiro, por um olhar compatível com seus aspectos mais contemporâneos. Em termos formais, as distinções que esta sua postura produzirá afastarão Tarsila de uma atitude servil diante do modelo de Léger. Neste último, as cores, quase sempre primárias ou com tonalidades metálicas, procuram o máximo de contrastes, como se apresentam na vida urbana. Seu desenho segue o mesmo sentido da sua pintura, sendo a cor substituída por claros e escuros que mantêm o contraste e sugerem volumes, como se fossem uma preparação para a tela. Já o desenho de Tarsila opera mais como uma anotação que busca, através da linha, revelar a estrutura definidora do objeto. Assim, o traço se desenvolve numa linha que flui e vai num ritmo suave construindo o objeto, ao mesmo tempo em que ocupa e organiza a superfície do papel”.
Carlos Zílio
ZÍLIO, Carlos. A querela do Brasil: A questão da identidade da arte brasileira: a obra de Tarsila, Di Cavalcanti e Portinari, 1922-1945. Rio de Janeiro, Relume-Dumará, 2. ed., 1997.

“Feitas as contas, a maior qualidade da pintura de Tarsila é também a razão de sua assustadora fragilidade – aí está uma superfície discrepante (Torre Eiffel + carnaval em Madureira, como vemos em uma de suas telas…), mantida no fio da navalha, cheia de brechas, articulando um sem-número de polaridades. A bem da verdade, mesmo nos trabalhos mais admiráveis da artista, é possível assistir aos torneios formais em que ela se engalfinha para manejar com naturalidade o vocabulário moderno: freqüentemente as telas divergem entre a descrição quase naturalista dos tipos étnicos, das peculiaridades da paisagem regional, e a geometrização mais decidida das formas, respondendo à exigência moderna de uma franqueza construtiva.
Reconheçamos que em virtude dessa atitude dúplice (que quer abraçar ao mesmo tempo o mundo e o vilarejo natal) muitos detalhes de sua pintura tocam o pitoresco: Tarsila acaba astuciosamente trapaceando a lógica cubista, que aconselharia a redução da figura humana aos tipos anônimos da civilização urbana, e se entretém prazerosamente nos detalhes. Ela oscila, por exemplo, em meio a uma dezena de maneiras de pintar pés e mãos, e isto, como se vê, é quase um capricho sentimental para quem aspira à (alguma) generalização da forma, à percepção estrutural do espaço pictórico.
(…) falar em incompletude e incongruência em face da obra de Tarsila talvez seja também especular em torno de um modo específico de produtividade poética na arte brasileira que, como a pintura da artista revelou, seria movida pela disposição construtiva aprendida da arte moderna tanto quanto pelo seu inverso, a vocação para a tábula rasa, para embaralhar tudo, relativizar o peso excessivo e já normativo de determinada influência, recombinar e buscar novas sínteses culturais”.
Sônia Salzstein
SALZSTEIN, Sônia. A saga moderna de Tarsila. In: TARSILA, anos 20. Org. Sônia Salzstein. Textos de Aracy Amaral et al. São Paulo: Galeria de Arte do Sesi: Página Viva, 1997. p.13, p.16.

Tarsila do Amaral - Obra

Tarsila do Amaral – Obra

DEPOIMENTOS

“Encontrei em Minas as cores que adorava em criança. Ensinaram-me depois que eram feias e caipiras. Segui o ramerrão do gosto apurado…Mas depois vinguei-me da opressão passando-as para minhas telas: azul puríssimo, rosa violáceo, amarelo vivo, verde cantante, tudo em gradações mais ou menos fortes conforme a mistura de branco. Pintura limpa, sobretudo, sem medo de cânones convencionais. Liberdade e sinceridade, uma certa estilização que adatava a época moderna. Contornos nítidos, dando a impressão perfeita da distância que separa um objeto de outro”.
Tarsila do Amaral
AMARAL, Tarsila. Pintura Pau Brasil e Antropofagia. In: Revista Anual do Salão de Maio. São Paulo, nº 1, 1939. Revista editada por Flávio de Carvalho.

“O abstracionismo, cujos princípios se dirigem ou devem dirigir-se cem por cento à inteligência, não me comove hoje. Já fui partidária dele em 1923, quando estudei com Albert Gleizes o ‘cubismo integral’, cuja essência corresponde perfeitamente ao abstracionismo. Todo calculado, pesos e contrapesos, equilíbrio, dinamismo convencional, linhas e cores variando ao infinito, mas sempre linhas e cores. Depois de um certo tempo a gente começa então a desejar evadir-se dessa eternidade artística, que só se dirige ao intelecto e a reagir com a volta ao sentimental, ao humano, já que no complexo humano os sentidos também têm seus direitos”.
Tarsila do Amaral
GOTLIB, Nádia Battella. Tarsila do Amaral, a modernista. São Paulo, Editora Senac São Paulo, 1998, p. 77.

OUTROS TEXTOS

“O Rio de Janeiro vai descobrir Tarsila e vai ter com essa descoberta a exata sensação de um maravilhoso encantamento. Tarsila é o maior pintor brasileiro. Nenhum, antes dela, atingiu aquela força plástica – admirável como invenção e como realização – que ela só possui, entre nós” (….) “Nem também nenhum penetrou tão bem quanto ele a selvageria de nossa terra, o homem bárbaro que é cada um de nós, os brasileiros de verdade que estamos comendo, com a ferocidade possível, a velha cultura de importação, a velha arte imprestável, todos os preconceitos, em suma, com que o Ocidente, através das manhas da catequese, nos envenenou a sensibilidade e o pensamento”.
Oswald de Andrade
ANDRADE, Oswald. [Texto originalmente publicado em entrevista de Oswald de Andrade a O Paiz em 1929]. In: AMARAL, Aracy. Tarsila: sua obra e seu tempo. 3. ed. rev. ampl. São Paulo: Edusp: Editora 34, 2003. p. 314

FONTES DE PESQUISA

AMARAL, Aracy. Tarsila: sua obra e seu tempo. 3. ed. rev. ampl. São Paulo: Edusp: Editora 34, 2003. 512 p., il. p&b.

AMARAL, Tarsila do. Tarsila cronista. Organização Aracy Amaral. São Paulo: Edusp, 2001. 241 p.

AMARAL, Tarsila do. Tarsila do Amaral. São Paulo: Finambrás, 1998. 225 p., il. color. (Projeto Cultural Artistas do Mercosul).

ANDRADE, Mário de ; AMARAL, Tarsila do. Correspondência Mário de Andrade & Tarsila do Amaral. Organização Aracy Amaral. São Paulo: Edusp: IEB, 2001. 237 p., il. p&b., 18 x 25 cm. (Correspondência de Mário de Andrade, 2).

ARTE no Brasil. Apresentação de Pietro Maria Bardi e Pedro Manuel. São Paulo: Abril Cultural, 1979.

BIEZUS, Ladi (org.). 5 mestres brasileiros: pintores construtivistas, Tarsila, Volpi, Dacosta, Ferrari, Valentim. Tradução Judith Hodgson. Rio de Janeiro: Kosmos, 1977. 175p. il. p.b. color.

BRASIL Europa: encontros no século XX. Apresentação Francisco Knopli, Alain Rouquié. Brasília: Conjunto Cultural da Caixa, 2000. 79 p., il. color.

CHIARELLI, Tadeu. Arte internacional brasileira. São Paulo: Lemos, 1999. 311 p., il. color.

GOTLIB, Nádia Battella. Tarsila do Amaral: a modernista. São Paulo: Senac, 1998. 216 p., il. color.

LEITE, José Roberto Teixeira. 500 anos da pintura brasileira. Produção Raul Luis Mendes Silva, Eduardo Mace; design Alessandra Gerin; trilha sonora Roberto Araújo. : Log On Informática, 1999. 1 CD-ROM.

LEITE, José Roberto Teixeira. Pintura moderna brasileira. Rio de Janeiro: Record, 1978. 162 p., il. p&b., color.

PEDROSA, Mário. Semana de arte moderna. In: ______. Acadêmicos e modernos: textos escolhidos III. Organização Otília Beatriz Fiori Arantes. São Paulo: Edusp, 1998. 429 p., il. p&b.

PONTUAL, Roberto. Arte brasileira contemporânea: Coleção Gilberto Chateaubriand. Apresentação Pereira Carneiro; tradução Florence Eleanor Irvin, John Knox. Rio de Janeiro: Edições Jornal do Brasil, 1976. 478 p., il. color.

PONTUAL, Roberto. Entre dois séculos: arte brasileira do século XX na coleção Gilberto Chateaubriand. Prefácio Gilberto Chateaubriand; apresentação M. F. do Nascimento Brito. Rio de Janeiro: Edições Jornal do Brasil, 1987. 585 p., il. color.

SCHWARZ, Roberto. A carroça, o bonde e o poeta modernista. In: ______. Que horas são? : ensaios. São Paulo : Rio, 1987. 180 p.

SESI (org.). Tarsila, anos 20. Tradução Yara Nagelschmidt, Ann Puntch. São Paulo: Página Viva, 1997. 157 p., il. color.

SPANUDIS, Theon. Construtivistas brasileiros. São Paulo: Ed. do Autor, [19–]. 19 p.

Tarsila. Edição Marcos Antonio Marcondes. São Paulo: Art, 1991. 24 p., il. fig. p.b. (Grandes artistas brasileiros).

ZANINI, Walter, org. História geral da arte no Brasil. Apresentação de Walther Moreira Salles. São Paulo: Instituto Walther Moreira Salles, Fundação Djalma Guimarães, 1983.

ZILIO, Carlos. A querela do Brasil: a questão da identidade da arte brasileira: a obra de Tarsila, Di Cavalcanti e Portinari: 1922-1945. 2. ed. Rio de Janeiro: Relume Dumará, 1997. 139 p., il. p&b., color.

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