Abraham Palatnik

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“O impacto das visitas ao Engenho de Dentro e as conversações com Mário Pedrosa demoliram minhas convicções em relação à arte.”

Abraham Palatnik (Natal RN 1928), artista cinético, pintor e desenhista.

Em 1932, muda-se com a família para a região onde, atualmente, se localiza o Estado de Israel. De 1942 a 1945, estuda na Escola Técnica Montefiori em Tel Aviv e se especializa em motores de explosão.

Inicia seus estudos de arte no ateliê do pintor Haaron Avni e do escultor Sternshus e estuda estética com Shor. Freqüenta o Instituto Municipal de Arte de Tel Aviv, entre 1943 e 1947. Retorna ao Brasil em 1948 e se instala no Rio de Janeiro.

Convive com os artistas Ivan Serpa (1923-1973), Renina Katz (1926) e Almir Mavignier (1925). Com este último freqüenta a casa do crítico de arte Mário Pedrosa (1900-1981) e conhece o trabalho da doutora Nise da Silveira (1905-1999), no Hospital Psiquiátrico do Engenho de Dentro.

O contato com os artistas e as discussões conceituais com Mário Pedrosa fazem Palatnik romper com os critérios convencionais de composição, abandonar o pincel e o figurativo e partir para relações mais livres entre forma e cor.

Por volta de 1949, inicia estudos no campo da luz e do movimento, que resultam no Aparelho Cinecromático, exposto em 1951 na 1ª Bienal Internacional de São Paulo, onde recebe menção honrosa do júri internacional.

Em 1954, integra o Grupo Frente, ao lado de Ivan Serpa, Ferreira Gullar (1931), Mário Pedrosa, Franz Weissmann (1911-2005), Lygia Clark (1920-1988) e outros.

Desenvolve a partir de 1964 os Objetos Cinéticos, um desdobramento dos cinecromáticos, mostrando o mecanismo interno de funcionamento e suprimindo a projeção de luz. O rigor matemático é uma constante em sua obra, atuando como importante recurso de ordenação do espaço.

É considerado internacionalmente um dos pioneiros da arte cinética.

Abraham Palatnik - Obras

Abraham Palatnik – Obras

COMENTÁRIO CRÍTICO

Filho de judeus russos, Abraham Palatnik migra para a região onde atualmente se localiza o estado de Israel em 1932.

Entre 1942 e 1945, freqüenta a Escola Técnica Montefiori, em Tel Aviv, e se especializa em motores a explosão.

A partir de 1943, tem aulas de desenho, pintura e estética no Instituto Municipal de Arte de Tel Aviv, onde permanece até 1947. Produz pinturas de paisagens, retratos e naturezas-mortas.

O crítico Frederico Morais comenta os desenhos dessa época e conta que nos feitos “a grafite, a linha é ágil, fluente, quase lírica”. No desenho a carvão, “o traço negro é firme, sólido, realista, por vezes expressionista”.

Em 1948, regressa ao Brasil, instala-se no Rio de Janeiro e conhece artistas como Renina Katz (1926), Almir Mavignier (1925) e Ivan Serpa (1923-1973).

Com Mavignier, freqüenta a casa do crítico de arte Mário Pedrosa (1900-1981) e os ateliês do Hospital Psiquiátrico do Engenho de Dentro. Diz o artista: “O impacto das visitas ao Engenho de Dentro e as conversações com Mário Pedrosa demoliram minhas convicções em relação à arte”.

Palatnik deixa de pensar a qualidade da obra baseada no manejo realista das tintas e na associação da arte com o motivo. Sua pintura e sua escultura abandonam os critérios escolares de composição e partem para relações livres entre formas e cores.

Nesse momento, aproxima-se da arte abstrata após pintar algumas telas construtivas, começa em 1949 a projetar máquinas em que a cor aparece se movendo.

Com base nesses experimentos são criadas caixas de telas com lâmpadas que se movimentam por mecanismos acionados por motores.

Mário Pedrosa chama as invenções de Aparelhos Cinecromáticos mostrados pela primeira vez em 1951, na 1ª Bienal Internacional de São Paulo.

Em seu primeiro texto sobre Palatnik, Pedrosa descreve esses aparelhos como caixas em que ele “projeta sobre a tela ou outro qualquer material semitransparente composições de formas coloridas em movimento”.O trabalho é pioneiro no uso de fontes luminosas artificiais na arte.

Em 1953 o artista expõe novos Cinecromáticos, na 2ª Bienal Internacional de São Paulo e na 1ª Exposição Nacional de Arte Abstrata, no Hotel Quitandinha.

O envolvimento com questões construtivas e o diálogo permanente com artistas como Ivan Serpa e Almir Mavignier levam-no a participar da criação do Grupo Frente, em 1954. Faz parte de diversas mostras do grupo. Está na primeira coletiva na Galeria Ibeu, no Rio de Janeiro, em 1954.

Em 1955 participa de mostras como a do Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro – MAM/RJ, de Volta Redonda e de Resende.

A partir de 1959, leva o movimento para o campo tridimensional. Cria trabalhos em que campos eletromagnéticos acionam pequenos objetos colocados em caixas fechadas. Ao mesmo tempo que inventa peças com que explora as possibilidades tecnológicas da arte, o artista faz quadros em superfícies bidimensionais.

Em 1962, inicia a série Progressões.

De acordo com Frederico Morais, trata-se da disposição de “uma série de faixas de um determinado material em uma superfície que busca compor efeitos óticos”.

Nesse trabalho Palatnik utiliza materiais como madeira, cartões, cordas e poliéster.

Em 1964, nascem os Objetos Cinéticos.

O artista cria esculturas de arame, formas coloridas e fios que se movem acionadas por motores e eletroímãs. As peças se assemelham aos móbiles do escultor norte-americano Alexander Calder (1898-1976).

No entanto, diferenciam-se deles por se mover com regularidade mecânica dentro da dinâmica planejada. Os Aparelhos Cinecromáticos são exibidos na Bienal de Veneza em 1964. A participação nessa mostra lhe dá projeção internacional e ele passa a ser considerado um dos precursores da arte cinética.

Tal reconhecimento leva-o a participar, em 1964, da mostra internacional de arte cinética Mouvement, na Galeria Denise René, em Paris.

Em 1999, Frederico Morais organiza mostras retrospectivas de Palatnik no Itaú Cultural, em São Paulo e no Museu de Arte Contemporânea de Niterói – MAC-Niterói.

Ele é consagrado pioneiro, o primeiro que explorou as conquistas tecnológicas na criação de vanguarda brasileira.

O que Mário Pedrosa descreve, em 1953, continua valendo para a carreira do artista-inventor, que segue sua trajetória “tornando as máquinas aptas a gerarem obras de arte”.

Abraham Palatnik - Fotografia

Abraham Palatnik – Fotografia

NASCIMENTO

1928 – Natal RN – 19 de fevereiro

Obra de Abraham Palatnik

Obra de Abraham Palatnik

FORMAÇÃO

1942/1945 – Tel Aviv (Israel) – Faz curso de especialização em motores de explosão na Escola Montefiori
1943 – Tel Aviv (Israel) – Freqüenta os estúdios do pintor Haaron Avni e do escultor Sternshus; se torna aluno de estética de Shor
1943/1947 – Tel Aviv (Israel) – Estuda pintura, desenho, história da arte e estética no Instituto Municipal de Arte
1948 – Rio de Janeiro RJ – Retorna ao Brasil e conhece o crítico Mário Pedrosa (1900-1981), de quem passa a receber orientação estética
ca.1948 – Rio de Janeiro RJ – Levado por Almir Mavignier (1925), orientador do ateliê de pintura, conhece o Hospital Psiquiátrico do Engenho de Dentro.

Quadro de Abraham Palatnik

Quadro de Abraham Palatnik

CRONOLOGIA

Artista cinético, pintor, desenhista

1928/1932 – Natal RN – Vive nessa cidade
1933/1947 – Telaviv (Israel) – Vive nessa cidade
1949 – Rio de Janeiro RJ – Inicia pesquisa no campo da luz e movimento
1951 – Rio de Janeiro RJ – Dedica-se à solução de problemas técnicos industriais
1951 – Rio de Janeiro RJ – Desenvolve processos de controle visual e automático em indústrias
1951 – Rio de Janeiro RJ – Inventa várias máquinas e dispositivos de uso industrial e obtém patentes
1954/1956 – Rio de Janeiro RJ – Integra o Grupo Frente
1963 – Rio de Janeiro RJ – Obtém copyright para sua invenção O Quadrado Perfeito, um jogo de percepção.

 

Palatnik

Palatnik

EXPOSIÇÕES INDIVIDUAIS

1960 – Rio de Janeiro RJ – Aparelho Cinecromático, no MAM/RJ
1964 – Saint Gallen (Suíça) – Individual, na Saint Gallen University
1964 – Ulm (Alemanha) – Individual, na Galerie Studio F
1965 – Düsseldorf (Alemanha) – Individual, na Galerie Hella Nibelung
1965 – Munique (Alemanha) – Individual, no Consulado do Brasil
1965 – Nova York (Estados Unidos) – Individual, na Howard Wise Gallery
1965 – Rio de Janeiro RJ – Individual, na Petite Galerie
1965 – Washington D. C. (Estados Unidos) – Individual, na Pan American Union Gallery
1966 – Roma (Itália) – Individual, na Galeria d’Arte della Casa do Brasil
1971 – Rio de Janeiro RJ – Individual, na Galeria Barcinsky
1977 – Rio de Janeiro RJ – Individual, na Galeria Bonino
1981 – Rio de Janeiro RJ – Individual, no Instituto de Arquitetos do Brasil. Departamento do Rio de Janeiro
1984 – São Paulo SP – Individual, na Galeria de Arte Aplicada
1986 – Rio de Janeiro RJ – Individual, na GB ARTe
1986 – Rio de Janeiro RJ – Individual, na Galeria Aktuell
1989 – Rio de Janeiro RJ – Individual, na GB ARTe
1999 – Niterói RJ – Abraham Palatnik: retrospectiva, no MAC-Niterói
1999 – São Paulo SP – Cotidiano/Arte. A Técnica – Retrospectiva Abraham Palatnik, no Itaú Cultural
2000 – São Paulo SP – Individual, na Galeria Nara Roesler
2002 – Rio de Janeiro RJ – Individual, na Anita Schwartz Galeria
2002 – São Paulo SP – Pioneiro Palatnik: máquinas de pintar e máquinas de desacelerar, no Itaú Cultural
2004 – São Paulo SP – Individual, na Galeria Nara Roesler

Serigrafia rara de Abraham Palatnik

Serigrafia rara de Abraham Palatnik

EXPOSIÇÕES COLETIVAS

1948 – Rio de Janeiro RJ – 54º Salão Nacional de Belas Artes, no MNBA
1949 – Rio de Janeiro RJ – 55º Salão Nacional de Belas Artes, no MNBA
1951 – São Paulo SP – 1ª Bienal Internacional de São Paulo, no Pavilhão do Trianon – menção honrosa do júri internacional
1953 – Petrópolis RJ – 1ª Exposição Nacional de Arte Abstrata, no Hotel Quitandinha
1953 – São Paulo SP – 2ª Bienal Internacional de São Paulo, no Pavilhão dos Estados
1954 – Rio de Janeiro RJ – 1º Grupo Frente, na Galeria Ibeu Copacabana
1955 – Rio de Janeiro RJ – 2º Grupo Frente, no MAM/RJ
1955 – São Paulo SP – 3ª Bienal Internacional de São Paulo, no Pavilhão das Nações
1956 – Resende RJ – 3º Grupo Frente, no Itatiaia Country Club
1956 – Volta Redonda RJ – 4º Grupo Frente, na Companhia Siderúrgica Nacional
1958 – São Paulo SP – 47 Artistas, na Galeria de Arte das Folhas
1959 – Leverkusen (Alemanha) – Primeira Exposição Coletiva de Artistas Brasileiros na Europa
1959 – Munique (Alemanha) – Primeira Exposição Coletiva de Artistas Brasileiros na Europa, no Kunsthaus
1959 – Viena (Áustria) – Primeira Exposição Coletiva de Artistas Brasileiros na Europa
1959 – São Paulo SP – 5ª Bienal Internacional de São Paulo, no Pavilhão Ciccilo Matarazzo Sobrinho
1960 – Hamburgo (Alemanha) – Primeira Exposição Coletiva de Artistas Brasileiros na Europa
1960 – Lisboa (Portugal) – Primeira Exposição Coletiva de Artistas Brasileiros na Europa
1960 – Madri (Espanha) – Primeira Exposição Coletiva de Artistas Brasileiros na Europa
1960 – Paris (França) – Primeira Exposição Coletiva de Artistas Brasileiros na Europa
1960 – Rio de Janeiro RJ – 1º Salão de Artes Plásticas, na Galeria Ibeu Copacabana
1960 – Rio de Janeiro RJ – 9º Salão Nacional de Arte Moderna, no MAM/RJ
1960 – Utrecht (Holanda) – Primeira Exposição Coletiva de Artistas Brasileiros na Europa
1961 – São Paulo SP – 10º Salão Paulista de Arte Moderna, na Galeria Prestes Maia
1961 – São Paulo SP – 6ª Bienal Internacional de São Paulo, no Pavilhão Ciccilo Matarazzo Sobrinho
1964 – Veneza (Itália) – 32ª Bienal de Veneza
1965 – Baden-Baden (Alemanha) – Licht und Bewegung, no Staatliche Kunsthalle
1965 – Berna (Suíça) – Licht und Bewegung, no Kunsthalle
1965 – Boston (Estados Unidos) – Art Turned on, no Institute of Contemporary Art
1965 – Bruxelas (Bélgica) – Lumière, Mouvement et Optique, no Palais de Beaux-Arts
1965 – Londres (Inglaterra) – Brazilian Art Today, no Royal Academy of Arts
1965 – Paris (França) – Mouvement II, na Galerie Denise Rene
1965 – Paris (França) – Salon Comparaisons
1965 – Rio de Janeiro RJ – 1º Salão Esso de Jovens Artistas, no MAM/RJ
1965 – São Paulo SP – 1º Salão Esso de Jovens Artistas, no MAC/USP
1965 – São Paulo SP – 8ª Bienal Internacional de São Paulo, na Fundação Bienal
1965 – São Paulo SP – Proposta 65, na Faap
1965 – Tel Aviv (Israel) – Art et Mouvement, no Tel Aviv Museum of Art
1965 – Viena (Áustria) – Brazilian Art Today, no Museum fur Angewandt Kunst
1966 – Bonn (Alemanha) – Brazilian Art Today, na Sala Beethovenhalle
1966 – Buenos Aires (Argentina) – Artistas Brasileiros Contemporâneos, no Museo de Arte Moderno
1966 – Córdoba (Argentina) – 3ª Bienal Americana de Arte – 3º prêmio
1966 – Eindhoven (Holanda) – Kunst-Licht-Kunst, no Stedelijk van Abbemuseum
1966 – Houston (Estados Unidos) – Contemporary Painting in Brazil, na Kiko Gallery
1966 – Lima (Peru) – Festival Americano de Pintura, na Feira Internacional del Pacífico
1966 – Rio de Janeiro RJ – 4º Resumo de Arte JB, no MAM/RJ
1966 – Rio de Janeiro RJ – Dezessete Pintores Latino-Americanos, no MAM/RJ
1966 – San Francisco (Estados Unidos) – Kinetic Art, no Fine Arts Museums of San Francisco
1966 – Montevidéu (Uruguai) – Artistas Brasileiros Contemporâneos, no Museo de Arte Moderno de Montevidéu
1967 – Chicago (Estados Unidos) – Contemporary American Painting and Sculpture, na Illinois University
1967 – Minneapolis (Estados Unidos) – Light Motion Space, no Walker Art Center
1967 – Flint (Estados Unidos) – Light and Movement, no Flint Institute of Arts
1967 – Houston (Estados Unidos) – Art in America, na Associação de Arte Contemporânea
1967 – Milwaukee (Estados Unidos) – Light Motion Space, no Milwaukee Art Center
1967 – Nova York (Estados Unidos) – Let There be Light, na Coleção Malcolm Forbes
1967 – Nova York (Estados Unidos) – Lights in Orbit, na Howard Wise Gallery
1967 – Nova York (Estados Unidos) – Luminism, no Hotel George Washington
1967 – Rio de Janeiro RJ – 3º O Rosto e a Obra, na Galeria Ibeu Copacabana
1967 – Rio de Janeiro RJ – 5º Resumo de Arte JB, no MAM/RJ – 1º prêmio
1967 – Rio de Janeiro RJ – 5º Resumo de Arte JB, na Galeria Bonino – 1º prêmio
1967 – Rio de Janeiro RJ – Salão das Caixas, na Petite Galerie
1967 – São Paulo SP – 9ª Bienal Internacional de São Paulo, na Fundação Bienal
1967 – Urbana (Estados Unidos) – Contemporary American Painting and Sculpture, na Illinois University
1967 – Worcester (Estados Unidos) – Light and Motion, no Worcester Art Museum
1969 – São Paulo SP – 10ª Bienal Internacional de São Paulo, na Fundação Bienal – Prêmio Itamaraty
1971 – Curitiba PR – 28º Salão Paranaense, na Biblioteca Pública do Paraná
1971 – Rio de Janeiro RJ – 1º Salão de Arte da Eletrobrás, no MAM/RJ – sala especial
1972 – Rio de Janeiro RJ – 10º Resumo de Arte JB, no MAM/RJ – 1º prêmio
1972 – Rio de Janeiro RJ – 50 Anos de Arte Brasileira: Coleção Gilberto Chateaubriand, na Galeria Ibeu Copacabana
1972 – São Paulo SP – Arte/Brasil/Hoje: 50 anos depois, na Galeria da Collectio
1975 – Rio de Janeiro RJ – A Integração da Obra de Arte na Arquitetura, na Galeria Ibeu Copacabana
1977 – Rio de Janeiro RJ – Projeto Construtivo Brasileiro na Arte: 1950-1962, no MAM/RJ
1977 – São Paulo SP – Projeto Construtivo Brasileiro na Arte: 1950-1962, na Pinacoteca do Estado
1978 – São Paulo SP – O Objeto na Arte: Brasil anos 60, no MAB/Faap
1979 – Rio de Janeiro RJ – Artes no Shopping, no Shopping Cassino Atlântico
1979 – Rio de Janeiro RJ – Escultores Brasileiros, na Galeria Aktuell
1979 – São Paulo SP – Mostra de Escultura Lúdica, no Masp
1980 – Rio de Janeiro RJ – Homenagem a Mário Pedrosa, na Galeria Jean Boghici
1982 – Rio de Janeiro RJ – Contemporaneidade: homenagem a Mário Pedrosa, no MAM/RJ
1983 – Milão (Itália) – Arte Programmata e Cinética: 1953-1963, no Pallazzo Reale
1984 – Rio de Janeiro RJ – Grupo Frente 1954-1956, na Galeria Banerj
1984 – Rio de Janeiro RJ – Madeira, Matéria de Arte, no MAM/RJ
1984 – Rio de Janeiro RJ – Pintura Brasileira Atuante, no Espaço Petrobras
1984 – Rio de Janeiro RJ – Um Aniversário e 5 Grandes Artistas, na Galeria Aktuelll
1984 – São Paulo SP – Artistas Plásticos Judeus, no MAB/Faap
1984 – São Paulo SP – Coleção Gilberto Chateaubriand: retrato e auto-retrato da arte brasileira, no MAM/SP
1984 – São Paulo SP – Geometria 84, na Paulo Figueiredo Galeria de Arte
1984 – Volta Redonda RJ – Grupo Frente 1954-1956
1985 – Belo Horizonte MG – Geometria Hoje, no Museu de Arte da Pampulha
1985 – Niterói RJ – Abraham Palatnik , Abelardo Zaluar, Rubem Ludolf, na Galeria Cândida Boechat
1985 – Rio de Janeiro RJ – Galeria Ibeu Copacabana 25 Anos: 1960-1985, no Instituto Brasil-Estados Unidos
1986 – Resende RJ – Grupo Frente 1954-1956
1986 – Rio de Janeiro RJ – JK e os Anos 50: uma visão da cultura e do cotidiano, na Galeria Investiarte
1986 – São Paulo SP – 17º Panorama de Arte Atual Brasileira, no MAM/SP – prêmio aquisição
1986 – São Paulo SP – A Nova Dimensão do Objeto, no MAC/USP
1987 – Paris (França) – Modernidade: arte brasileira do século XX, no Musée d’Art Moderne de la Ville de Paris
1987 – Rio de Janeiro RJ – 1ª Abstração Geométrica: concretismo e neoconcretismo, na Fundação Nacional de Arte. Centro de Artes
1987 – Rio de Janeiro RJ – Ao Colecionador: homenagem a Gilberto Chateaubriand, no MAM/RJ
1987 – Rio de Janeiro RJ – Ponte para o Século XXI, no Rio Design Center
1987 – São Paulo SP – 1ª Abstração Geométrica: concretismo e neoconcretismo, no MAB/Faap
1988 – Rio de Janeiro RJ – Exposição dos Protótipos do Concurso Uma Escultura para o Mar de Angra, na EAV/Parque Lage
1988 – Rio de Janeiro RJ – Homenagem a Décio Vieira, na Villa Rizzo
1988 – Rio de Janeiro RJ – Papel no Espaço, na Galeria Aktuelll
1988 – Rio de Janeiro RJ – Uma Escultura para o Mar de Angra, na EAV/Parque Lage
1988 – São Paulo SP – MAC 25 Anos: aquisições e doações recentes, no MAC/USP
1988 – São Paulo SP – Modernidade: arte brasileira do século XX, no MAM/SP
1988 – São Paulo SP – Os Ritmos e as Formas: arte brasileira contemporânea, no Sesc Pompéia
1989 – Copenhague (Dinamarca) – Os Ritmos e as Formas: arte brasileira contemporânea, no Museu de Charlottenborg
1989 – Niterói RJ – Pintores Construtivos, no Centro Cultural Paschoal Carlos Magno
1989 – Rio de Janeiro RJ – Nossos Anos 80, na Casa de Cultura Laura Alvim
1989 – Rio de Janeiro RJ – Viva França, na GB ARTe
1990 – Brasília DF – Prêmio Brasília de Artes Plásticas, no Museu de Arte de Brasília
1990 – Rio de Janeiro RJ – Arte como Construção, no Rio Design Center
1991 – Rio de Janeiro RJ – Mário Pedrosa, Arte, Revolução e Reflexão, no CCBB
1992 – Porto Alegre RS – Mário Pedrosa, Arte, Revolução e Reflexão, no Centro Municipal de Cultura
1992 – Rio de Janeiro RJ – 1º A Caminho de Niterói: Coleção João Satamini, no Paço Imperial
1992 – Rio de Janeiro RJ – Eco Art, no MAM/RJ
1992 – São Paulo SP – A Sedução dos Volumes: os tridimensionais do MAC, no MAC/USP
1992 – Zurique (Suíça) – Brasilien: entdeckung und selbstentdeckung, no Kunsthaus Zürich
1993 – Rio de Janeiro RJ – Brasil, 100 Anos de Arte Moderna, no MNBA
1993 – Rio de Janeiro RJ – Direitos Humanos: pintando a solução, no MNBA
1993 – São Paulo SP – 23º Panorama de Arte Atual Brasileira, no MAM/SP
1994 – São Paulo SP – Bienal Brasil Século XX, na Fundação Bienal
1996 – Niterói RJ – Arte Contemporânea Brasileira na Coleção João Sattamini, no MAC-Niterói
1996 – Rio de Janeiro RJ – Tendências Construtivas no Acervo do MAC/USP: construção, medida e proporção, no CCBB
1996 – São Paulo SP – Mostra inaugural, no Mercado de Arte e Cultura Silvia Curti
1997 – Porto Alegre RS – 1ª Bienal de Artes Visuais do Mercosul, na Fundação Bienal de Artes Visuais
1997 – Porto Alegre RS – Vertente Construtiva e Design, no Espaço Cultural ULBRA
1997 – São Paulo SP – Tridimensionalidade na Arte Brasileira do Século XX, no Itaú Cultural
1998 – Belo Horizonte MG – Tridimensionalidade na Arte Brasileira do Século XX, no Itaú Cultural
1998 – Brasília DF – Tridimensionalidade na Arte Brasileira do Século XX, na Galeria Itaú Cultural
1998 – Niterói RJ – Espelho da Bienal, no MAC-Niterói
1998 – Penápolis SP – Tridimensionalidade na Arte Brasileira do Século XX, na Galeria Itaú Cultural
1998 – São Paulo SP – Arte Construtiva no Brasil: Coleção Adolpho Leirner, no MAM/SP
1998 – São Paulo SP – O Moderno e o Contemporâneo na Arte Brasileira: Coleção Gilberto Chateaubriand – MAM/RJ, no Masp
1999 – Rio de Janeiro RJ – Arte Construtiva no Brasil: Coleção Adolpho Leirner, no MAM/RJ
1999 – São Paulo SP – Cotidiano/Arte. A Técnica – Máquinas de Arte, no Itaú Cultural
2000 – Madri (Espanha) – Heterótopos: médio siglo sin lugar 1918-1968, no Museo Nacional Centro de Arte Reina Sofía
2000 – Niterói RJ – Coleção Sattamini: dos materiais às diferenças internas, no MAC-Niterói
2000 – Rio de Janeiro RJ – Quando o Brasil Era Moderno: artes plásticas no Rio de Janeiro de 1905 a 1960, no Paço Imperial
2000 – São Paulo SP – Brasil + 500 Mostra do Redescobrimento. Arte Moderna, na Fundação Bienal
2000 – São Paulo SP – Coleção Pirelli no Acervo do MAM: a arte brasileira nos anos 60, no MAM/SP
2001 – Rio de Janeiro RJ – Aquarela Brasileira, no Centro Cultural Light
2001 – Rio de Janeiro RJ – 9ª Universidarte, na Universidade Estácio de Sá. Galeria Maria Martins
2001 – São Paulo SP – Trajetória da Luz na Arte Brasileira, no Itaú Cultural
2002 – Rio de Janeiro RJ – A Imagem do Som do Rock Pop Brasil, no Paço Imperial
2002 – Rio de Janeiro RJ – Arte Brasileira na Coleção Fadel: da inquietação do moderno à autonomia da linguagem, no CCBB
2002 – Rio de Janeiro RJ – Caminhos do Contemporâneo 1952-2002, no Paço Imperial
2002 – São Paulo SP – A Forma e a Imagem Técnica na Arte do Rio de Janeiro: 1950-1975, no Paço das Artes
2002 – São Paulo SP – Arte Brasileira na Coleção Fadel: da inquietação do moderno à autonomia da linguagem, no CCBB
2002 – São Paulo SP – Geométricos e Cinéticos, no Gabinete de Arte Raquel Arnaud
2002 – São Paulo SP – Portão 2, na Galeria Nara Roesler
2003 – Brasília DF – Arte Brasileira na Coleção Fadel: da inquietação do moderno à autonomia da linguagem, no CCBB
2003 – Cidade do México (México) – Cuasi Corpus: arte concreto y neoconcreto de Brasil: una selección del acervo del Museo de Arte Moderna de São Paulo y la Colección Adolpho Leirner, no Museo Rufino Tamayo
2003 – Rio de Janeiro RJ – Fiat Lux: a luz na arte, no Centro Cultural da Justiça Federal
2003 – Rio de Janeiro RJ – Ordem x Liberdade , no MAM/RJ
2003 – Rio de Janeiro RJ – Projeto Brazilianart, na Almacén Galeria de Arte
2003 – São Paulo SP – A Arte Atrás da Arte: onde ficam e como viajam as obras de arte, no Espaço MAM – Villa-Lobos
2003 – São Paulo SP – MAC USP 40 Anos: interfaces contemporâneas, no MAC/USP
2004 – Madri (Espanha) – Arco/2004, no Parque Ferial Juan Carlos I
2004 – Porto Alegre RS – Hiper Relações Eletrodigitais, no Santander Cultural

Obra de Abraham Palatnik

Obra de Abraham Palatnik

TEXTOS CRÍTICOS

“Nas pesquisas mais recentes – ao lado do antigo interesse pela mobilidade real, que o fez incorporar novos materiais e processos, como ímãs e campos magnéticos, conduzindo à participação direta do espectador em jogos de pura percepção lúdico-visual -, Palatnik deslocou-se até o conceito de cinetismo virtual, com os ‘relevos progressivos’ montados ritmicamente em seqüências de lâminas finíssimas de uma mesma madeira para cada conjunto; aqui, aproveitando a evidência de veios, nós e outras marcas naturais internas de uma matéria também natural, ele faz com que o movimento nasça da dinâmica possível ao olho do espectador, disposto a percorrer a superfície coberta como que por uma sucessão de fotogramas se modificando quase imperceptivelmente no espaço e pelo tempo. A visualidade acionada é, portanto, seu núcleo de ação: ‘Há certas condições naturais que impressionam o homem, e cabe ao artista mostrá-las. Por isso, pretendo atingir os sentidos, ativando a percepção’ “.
Roberto Pontual
PONTUAL, Roberto. Arte/Brasil/hoje: 50 anos depois. São Paulo: Collectio, 1973.

“Palatnik está na linha dos pesquisadores de plástica de luz, isto é, dos efeitos do espaço-tempo sobre nossa sensibilidade. (…) Ele partiu do caleidoscópio, inconformado com o sistema primitivo de se contemplarem imagens por um olho e a rodar um vidro. Quis então ampliar a visão, libertando-a da caixinha em que se escondia para projetá-la na parede por um sistema de lentes. Foi uma revelação: visões de estruturas fantásticas estavam destinadas a não passar além da categoria de brinquedos de criança. Nasceu-lhe da descoberta a idéia, a de procurar um meio de controlar essas estruturas fantásticas, fazendo-as voltar a certas formas iniciais e a criar, assim, um ritmo. Mas o arbitrário é inerente ao caleidoscópio. As estruturas aí se geram ao acaso da manipulação do observador. O artista não podia satisfazer-se com esse arbítrio, que o excluía da obra. Quis então intervir nas metamorfoses do caleidoscópio para dirigir essas formas num sentido plástico. (…) A cor, enfim, se liberta dos restos de sua existência, dependente do objeto, de seu materialismo local, químico. Torna-se agora pura, direta, oriunda de fontes luminosas artificiais. (…) A luz transforma-se em meio de expressão plástica graças às próprias qualidades, como a fluidez, a irradiação, o dinamismo, a descontinuidade, a infiltração, o expansionismo envolvente, arrefecimento, etc.”
Mário Pedrosa
PEDROSA, Mário. Abraham Palatnik. In: MODERNIDADE: arte brasileira do século XX. São Paulo: MAM; Paris: Musée d’Art Moderne de la Ville de Paris, 1988.

“Pioneiro no uso da eletricidade no âmbito criativo contemporâneo, Palatnik mostra-se também, através deste seu aparelho cinecromático, como um pioneiro da arte programada, visto o funcionamento e projeção de imagens cromáticas por ciclos definidos pelo artista. Ainda da década de 50, este aparelho propõe ao espectador, como uma caverna mágica, representações abstratas que se sucedem por um período de tempo determinado. Daí porque Palatnik encarna bem o artista como inventor de nosso tempo, no qual o domínio da técnica e a imaginativa tangenciam a poética visual que tanto interessou aos concretos e neoconcretos. Mesmo em sua pintura, em que o ritmo é o elemento básico para a composição em progressão, seja através de módulos de finos cortes de madeira como quando pinta com tinta acrílica sobre tela, a precisão matemática atua como impulso ordenador na organização do espaço”.
Aracy Amaral
AMARAL, Aracy (Org.). Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo: perfil de um acervo. São Paulo: Techint Engenharia, 1988.

“(…) especulações estéticas à parte, sempre existiu na criação de Palatnik a possibilidade de um intercâmbio criativo/produtivo entre arte, ciência, tecnologia e indústria. Na entrevista (…) de 1981, ele afirma: ‘Para inventar alguma coisa é preciso possuir um comportamento anticonvencional. Eu acho que as indústrias deveriam convocar artistas plásticos porque eles possuem um potencial perceptivo que pode resolver muitos problemas’. Era esta a proposta dos fundadores da Bauhaus (1919/1933) ao basearem sua didática no estabelecimento de um circuito arte-indústria, no qual a arte serviria para conter os excessos pragmáticos da indústria e esta, inversamente, conteria os excessos românticos da arte. ‘Continuo apostando na intuição, embora meu trabalho sempre exija cálculos matemáticos’, conclui”.
Frederico Morais
MORAIS, Frederico. Abraham Palatnik: um pioneiro da arte tecnológica. In: Retrospectiva Abraham Palatnik: a trajetória de um artista inventor. São Paulo: Itaú Cultural, 1999.

Abraham Palatnik

Abraham Palatnik

DEPOIMENTOS

“A evolução do ser humano está ligada diretamente à adoção da tecnologia e da informação, e sem dúvida faz parte de um projeto.

Acredito em cultura dinâmica na qual, por intermédio de uma tecnologia adequada, utilizamos nosso potencial adquirido para evoluir e se ajustar constantemente ao mundo que nos cerca.

O homem, que é um organismo vivo imerso num dado ambiente, só pode perceber através de seus órgãos sensoriais.

Essas informações são coordenadas através do sistema de nervos e cérebro, sofrendo um processo de armazenamento, comparação e seleção. Finalmente emergem para atuar no mundo exterior por intermédio de órgãos estruturais excepcionalmente planejados como, entre outros, músculos e articulações.

Ocorrem reações que se combinam com informações já acumuladas para assegurar um comportamento futuro mais adequado. A validade da informação está no nosso ajustamento constante ao mundo exterior enquanto fazemos sentir nossa atuação nele, diretamente ou por intermédio de nossas extensões e tecnologias. Uma espécie de ‘permuta’.

Só assim se justifica nossa presença.É evidente que a tecnologia tem que ser adquirida a duras penas em contraste com a tecnologia da sociedade animal. A aranha prepara uma armadilha eficiente e econômica com uma matéria-prima fabricada por ela mesma e muito sofisticada em viscosidade e elasticidade.

Imobiliza sua vítima com habilidade. Faz manutenção e reparos. Sua arquitetura é planejada na rota da caça, etc. . . No entanto a aranha nunca aprende nada, já nasce com os ‘circuitos impressos’.

A formiga, do mesmo modo, também tem tarefas rígidas, limitadas e moldadas na sua estrutura, cujas condições fisiológicas se comparam aos ‘artigos baratos’ produzidos em massa na nossa sociedade.

O ser humano representa um grande investimento em estudo e aprendizagem ao longo de dezenas de anos. Desprezar esta vantagem seria uma degradação da própria natureza do homem e um desperdício de suas potencialidades. Estas pontencialidades devem ser conservadas e ativadas pelo estímulo à percepção e à criatividade, diversificando nossas extensões, implantando nelas nossa sabedoria e habilidade e assumindo comando projetista.

Uma espécie de anti-rotina, contrariando assim o ritmo lento da evolução espontânea. Sem percepção e criatividade, a aprendizagem através da informação codificada pode trair-nos.

O volume das informações está aumentando, e suas características se modificando, estando ligadas cada vez mais aos veículos de divulgação em massa e em linguagem codificada.

O acesso a todas essas informações é atordoante e impossível. A seleção se faz necessária. Surgem os especialistas que sabem cada vez mais sobre menos. Um dia saberão tudo sobre nada.

Nos meus primeiros trabalhos procuro os princípios que geram informações, ou seja, o princípio da ordem e da essência. As informações no universo estão geralmente ocultas, disfarçadas em meio à desordem.

É necessário o mecanismo da percepção e da intuição para que estas se manifestem ‘de repente’. É a esta ‘surpresa’ que tenho o maior interesse e fascínio. Inicia-se o processo da ‘permuta’ e por meio de tecnologia adequada procuro disciplinar as informações.

Também acho que a forma de alguma coisa não é apenas o seu contorno, mas principalmente a sua essência. Alcançar essa essência é realmente intrigante.

É a origem de todas as manifestações estéticas manipuladas pelos artistas. A sensibilidade é posta à prova, o mecanismo da improvisação desabrocha, e o ludismo se apresenta reaproximando o homem de sua condição de participação e integração”.
Abraham Palatnik, 1977
PALATNIK, Abraham. Abraham Palatnik. Rio de Janeiro: IAB, 1981.

Obra de Abraham Palatnik

Obra de Abraham Palatnik

FONTES DE PESQUISA

AMARAL, Aracy (org.). Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo: perfil de um acervo. Texto Aracy Amaral, Sônia Salzstein. São Paulo: Techint Engenharia, 1988. 391 p., il.color.

AMARAL, Aracy (org.). Projeto construtivo brasileiro na arte: 1950-1962. Rio de Janeiro: MAM, 1977. 357 p., il. p&b.

GRUPO frente / I Exposição Nacional de Arte Abstrata: 1954-1956 / Hotel Quitandinha – 1953. Rio de Janeiro: Galeria de Arte Banerj, 1984. [72] p., il. p&b.

LEITE, José Roberto Teixeira. 500 anos da pintura brasileira. Log On Informática, 1999. 1 CD-ROM.

LEITE, José Roberto Teixeira. Dicionário crítico da pintura no Brasil. Rio de Janeiro: Artlivre, 1988. 555 p., il. p&b., color.

MODERNIDADE: arte brasileira do século XX. Curadoria Aracy Amaral, Frederico Morais, Roberto Pontual, Marie-Odile Briot; texto crítico Aracy Amaral, Roberto Pontual. São Paulo: MAM; Paris: Musée d’Art Moderne de la Ville de Paris, 1988. 352 p., il., p&b., color.

MORAIS, Frederico. Abraham Palatnik: Um pioneiro da arte tecnológica. In: RETROSPECTIVA Abraham Palatnik: a trajetória de um artista inventor. Curadoria e texto Frederico Morais. São Paulo: Itaú Cultural, 1999. 68 p., il. p&b. color. (Eixo Curatorial 1999).

PALATNIK, Abraham. Abraham Palatnik. Rio de Janeiro: GB Gravuras Brasileiras, 1989. 1 il. color.

PALATNIK, Abraham. Abraham Palatnik. Texto Mário Pedrosa, Antonio Bento, Walter Zanini, Rubem Braga, Jayme Maurício, Walmir Ayala. Rio de Janeiro: IAB, 1981. [24] p., il. p&b.

PONTUAL, Roberto. Arte brasileira contemporânea: Coleção Gilberto Chateaubriand. Tradução Florence Eleanor Irvin, John Knox. Rio de Janeiro: Edições Jornal do Brasil, 1976. 478 p., il. color.

PONTUAL, Roberto. Arte/ Brasil/ hoje: 50 anos depois. São Paulo: Collectio, 1973. 401 p., il. p&b.

PONTUAL, Roberto. Entre dois séculos: arte brasileira do século XX na coleção Gilberto Chateaubriand. Rio de Janeiro: Edições Jornal do Brasil, 1987. 585 p., il. color.

RETROSPECTIVA Abraham Palatnik: a trajetória de um artista inventor. Curadoria e texto Frederico Morais. São Paulo: Itaú Cultural, 1999. 68 p., il. p&b. color. (Eixo Curatorial 1999).

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