Abraham Palatnik

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Abraham Palatnik. Sua história, principais obras, fatos marcantes, curiosidades, frases, exposições e eventos de arte, livros, vídeos e um espaço em nosso fórum para discutir sobre este grande artista.

Sumário

1. Mercado Arte
2. Abraham Palatnik
3. Curiosidades e texto crítico
3.1 Depoimentos
3.2 Críticas
3.3 Curiosidades
3.4 Entrevistas
4. Participação em exposições
5. Livros relacionados
6. Vídeos relacionados
7. Principais obras
8. Acervos
9. Últimas notícias
10. Referências

1. Mercado Arte

Abraham Palatnik é um dos pioneiros e a maior referência em arte cinética no Brasil, suas obras explora efeitos visuais por meio de movimentos físicos e ilusão de ótica, utilizando pesquisa visual e rigor matemático, suas instalações elétricas criam movimentos e jogo de luzes.

E você? O que pensa sobre ele? após ler este artigo, deixe seu comentário em nosso fórum (http://www.mercadoarte.com.br/comunidade/topico/).

2. Abraham Palatnik

Abraham Palatnik nasceu em Natal, Rio Grande do Norte, em 1928. Em 1932, muda-se ainda criança para Tel-Aviv, Israel. De 1942 a 1945, ingressa na Escola Técnica Montefiori e se especializa em motores de explosão.

Abraham Palatnik

Abraham Palatnik

Inicia seus estudos de arte no ateliê do pintor Haaron Avni e do escultor Sternshus e estuda estética com Shor.

Entre 1943 até 1947, dedica-se aos estudos de pintura, desenho, história da arte e estética, no Instituto Municipal de Arte de Tel-Aviv.

Em 1948 retorna ao Brasil e instala-se no Rio de Janeiro, onde conhece ilustres artistas como Renina Katz, Almir Mavignier e Ivan Serpa. Com Almir Mavignier, freqüenta a casa de Mário Pedrosa e conhece o trabalho de Nise da Silveira, nos ateliês do Hospital Psiquiátrico do Engenho de Dentro.

Diz o artista: “O impacto das visitas ao Engenho de Dentro e as conversações com Mário Pedrosa demoliram minhas convicções em relação à arte”.

O artista deixa de pensar a qualidade da obra baseada no manejo realista das tintas e na associação da arte com o motivo. As suas pinturas e sua esculturas abandonam os critérios escolares de composição e partem para relações livres entre formas e cores.

Abraham Palatnik

Abraham Palatnik

Em 1949 o artista começa a projetar máquinas em que a cor aparece se movendo. Palatnik inicia seus estudos no campo da luz e do movimento, o que resultam no Aparelho Cinecromático, assim chamado por Mário Pedrosa, que foi exposto em 1951 na 1ª Bienal Internacional de São Paulo, onde recebe menção honrosa do júri internacional.

Em 1954, integra o Grupo Frente, ao lado de Ivan Serpa, Ferreira Gullar, Mário Pedrosa, Franz Weissmann, Lygia Clark e outros. Foi em 1964 que Palatnik desenvolve os Objetos Cinéticos, um desdobramento dos cinecromáticos, que mostra o mecanismo interno de funcionamento e suprimindo a projeção de luz. O rigor matemático é uma constante em sua obra, atuando como importante recurso de ordenação do espaço.

Abraham Palatnik é considerado internacionalmente um dos pioneiros da arte cinética.

3. Curiosidades e texto crítico

3.1 Depoimentos

“A evolução do ser humano está ligada diretamente à adoção da tecnologia e da informação, e sem dúvida faz parte de um projeto.

Acredito em cultura dinâmica na qual, por intermédio de uma tecnologia adequada, utilizamos nosso potencial adquirido para evoluir e se ajustar constantemente ao mundo que nos cerca.

O homem, que é um organismo vivo imerso num dado ambiente, só pode perceber através de seus órgãos sensoriais.

Essas informações são coordenadas através do sistema de nervos e cérebro, sofrendo um processo de armazenamento, comparação e seleção. Finalmente emergem para atuar no mundo exterior por intermédio de órgãos estruturais excepcionalmente planejados como, entre outros, músculos e articulações. Ocorrem reações que se combinam com informações já acumuladas para assegurar um comportamento futuro mais adequado. A validade da informação está no nosso ajustamento constante ao mundo exterior enquanto fazemos sentir nossa atuação nele, diretamente ou por intermédio de nossas extensões e tecnologias. Uma espécie de ‘permuta’.

Só assim se justifica nossa presença.

É evidente que a tecnologia tem que ser adquirida a duras penas em contraste com a tecnologia da sociedade animal. A aranha prepara uma armadilha eficiente e econômica com uma matéria-prima fabricada por ela mesma e muito sofisticada em viscosidade e elasticidade.

Imobiliza sua vítima com habilidade. Faz manutenção e reparos. Sua arquitetura é planejada na rota da caça, etc. . . No entanto a aranha nunca aprende nada, já nasce com os ‘circuitos impressos’.

A formiga, do mesmo modo, também tem tarefas rígidas, limitadas e moldadas na sua estrutura, cujas condições fisiológicas se comparam aos ‘artigos baratos’ produzidos em massa na nossa sociedade.

O ser humano representa um grande investimento em estudo e aprendizagem ao longo de dezenas de anos. Desprezar esta vantagem seria uma degradação da própria natureza do homem e um desperdício de suas potencialidades. Estas pontencialidades devem ser conservadas e ativadas pelo estímulo à percepção e à criatividade, diversificando nossas extensões, implantando nelas nossa sabedoria e habilidade e assumindo comando projetista. Uma espécie de anti-rotina, contrariando assim o ritmo lento da evolução espontânea. Sem percepção e criatividade, a aprendizagem através da informação codificada pode trair-nos.

O volume das informações está aumentando, e suas características se modificando, estando ligadas cada vez mais aos veículos de divulgação em massa e em linguagem codificada. O acesso a todas essas informações é atordoante e impossível. A seleção se faz necessária. Surgem os especialistas que sabem cada vez mais sobre menos. Um dia saberão tudo sobre nada.

Nos meus primeiros trabalhos procuro os princípios que geram informações, ou seja, o princípio da ordem e da essência. As informações no universo estão geralmente ocultas, disfarçadas em meio à desordem.

É necessário o mecanismo da percepção e da intuição para que estas se manifestem ‘de repente’. É a esta ‘surpresa’ que tenho o maior interesse e fascínio. Inicia-se o processo da ‘permuta’ e por meio de tecnologia adequada procuro disciplinar as informações.

Também acho que a forma de alguma coisa não é apenas o seu contorno, mas principalmente a sua essência. Alcançar essa essência é realmente intrigante. É a origem de todas as manifestações estéticas manipuladas pelos artistas. A sensibilidade é posta à prova, o mecanismo da improvisação desabrocha, e o ludismo se apresenta reaproximando o homem de sua condição de participação e integração”.
Abraham Palatnik, 1977

3.2 Críticas

“Nas pesquisas mais recentes – ao lado do antigo interesse pela mobilidade real, que o fez incorporar novos materiais e processos, como ímãs e campos magnéticos, conduzindo à participação direta do espectador em jogos de pura percepção lúdico-visual -, Palatnik deslocou-se até o conceito de cinetismo virtual, com os ‘relevos progressivos’ montados ritmicamente em seqüências de lâminas finíssimas de uma mesma madeira para cada conjunto; aqui, aproveitando a evidência de veios, nós e outras marcas naturais internas de uma matéria também natural, ele faz com que o movimento nasça da dinâmica possível ao olho do espectador, disposto a percorrer a superfície coberta como que por uma sucessão de fotogramas se modificando quase imperceptivelmente no espaço e pelo tempo. A visualidade acionada é, portanto, seu núcleo de ação: ‘Há certas condições naturais que impressionam o homem, e cabe ao artista mostrá-las. Por isso, pretendo atingir os sentidos, ativando a percepção’ “.
Roberto Pontual

“Palatnik está na linha dos pesquisadores de plástica de luz, isto é, dos efeitos do espaço-tempo sobre nossa sensibilidade. (…) Ele partiu do caleidoscópio, inconformado com o sistema primitivo de se contemplarem imagens por um olho e a rodar um vidro. Quis então ampliar a visão, libertando-a da caixinha em que se escondia para projetá-la na parede por um sistema de lentes. Foi uma revelação: visões de estruturas fantásticas estavam destinadas a não passar além da categoria de brinquedos de criança. Nasceu-lhe da descoberta a idéia, a de procurar um meio de controlar essas estruturas fantásticas, fazendo-as voltar a certas formas iniciais e a criar, assim, um ritmo. Mas o arbitrário é inerente ao caleidoscópio. As estruturas aí se geram ao acaso da manipulação do observador. O artista não podia satisfazer-se com esse arbítrio, que o excluía da obra. Quis então intervir nas metamorfoses do caleidoscópio para dirigir essas formas num sentido plástico. (…) A cor, enfim, se liberta dos restos de sua existência, dependente do objeto, de seu materialismo local, químico. Torna-se agora pura, direta, oriunda de fontes luminosas artificiais. (…) A luz transforma-se em meio de expressão plástica graças às próprias qualidades, como a fluidez, a irradiação, o dinamismo, a descontinuidade, a infiltração, o expansionismo envolvente, arrefecimento, etc.”
Mário Pedrosa

“Pioneiro no uso da eletricidade no âmbito criativo contemporâneo, Palatnik mostra-se também, através deste seu aparelho cinecromático, como um pioneiro da arte programada, visto o funcionamento e projeção de imagens cromáticas por ciclos definidos pelo artista. Ainda da década de 50, este aparelho propõe ao espectador, como uma caverna mágica, representações abstratas que se sucedem por um período de tempo determinado. Daí porque Palatnik encarna bem o artista como inventor de nosso tempo, no qual o domínio da técnica e a imaginativa tangenciam a poética visual que tanto interessou aos concretos e neoconcretos. Mesmo em sua pintura, em que o ritmo é o elemento básico para a composição em progressão, seja através de módulos de finos cortes de madeira como quando pinta com tinta acrílica sobre tela, a precisão matemática atua como impulso ordenador na organização do espaço”.
Aracy Amaral

“(…) especulações estéticas à parte, sempre existiu na criação de Palatnik a possibilidade de um intercâmbio criativo/produtivo entre arte, ciência, tecnologia e indústria. Na entrevista (…) de 1981, ele afirma: ‘Para inventar alguma coisa é preciso possuir um comportamento anticonvencional. Eu acho que as indústrias deveriam convocar artistas plásticos porque eles possuem um potencial perceptivo que pode resolver muitos problemas’. Era esta a proposta dos fundadores da Bauhaus (1919/1933) ao basearem sua didática no estabelecimento de um circuito arte-indústria, no qual a arte serviria para conter os excessos pragmáticos da indústria e esta, inversamente, conteria os excessos românticos da arte. ‘Continuo apostando na intuição, embora meu trabalho sempre exija cálculos matemáticos’, conclui”.
Frederico Morais

3.3 Entrevistas

Uma entrevista feita em 1986 com o artista plástico Abraham Palatnik e agora republicada no livro “Luz & Letra”.

“Luz & Letra”, livro recentemente lançado pelo artista brasileiro Eduardo Kac, radicado nos EUA, reúne artigos e ensaios escritos nos anos 80, publicados em jornais e revistas brasileiras. O conjunto permite ao leitor construir uma espécie de “retrato do artista quando jovem”. Ao mesmo tempo, o lançamento oferece um panorama da arte tecnológica na época.

Trecho da entrevista feita por Eduardo Kac com o pintor e também desenhista Abraham Palatnik.

Eduardo Kac – Como foi o seu contato com Mario Pedrosa? Qual a influência que ele, enquanto um crítico afinado com a arte de vanguarda, exerceu sobre o seu processo criativo?

Abraham Palatnik - Eu cheguei a conhecer o Mario Pedrosa em 1948, através de colegas como Ivan Serpa e Almir Mavignier. O Mario deu muita força às minhas pesquisas, que eram absolutamente não tradicionais; eu já havia feito pintura, mas, quando dei início às experiências, abandonei o pincel e comecei a mexer com coisas que não tinham nada a ver com o conceito tradicional de arte.
Para a época, o que eu fazia não podia ser arte, tanto assim que na época da 1ª Bienal eu tive muitos problemas. Eu não podia ser julgado, não podia entrar na Bienal, não tinha seção na Bienal para a minha arte cinética. O Mario Pedrosa inventou o nome para um dos meus aparelhos, que a partir de então passou a se chamar “Cinecromático”, e estimulou muito minhas investigações com luz e movimento.

Kac – Como foi o caso da 1ª Bienal? O primeiro cinecromático foi visto como uma obra de arte revolucionária ou, pelo contrário, foi tido como uma curiosidade sem maiores consequências no futuro?

Palatnik - Na verdade eu entrei por sorte. A princípio meu aparelho foi recusado, porque não era pintura, nem escultura, desenho ou gravura.
Houve um lapso da delegação japonesa, que não chegou a mandar a tempo o material que havia prometido. Então alguém, não sei quem, se lembrou do meu trabalho e sugeriu que fosse colocado no lugar vago. Eu me lembro que o Almir virou para mim e disse: “Abraham, você vai expor na Bienal! Vão te enfiar no lugar do Japão”.

Enfim, o júri internacional ficou surpreso e deu uma menção especial ao trabalho; daí veio o reconhecimento de que aquilo era “uma importante manifestação da arte moderna”, como eles disseram.

Mesmo assim, nas próximas Bienais eu recebi convites para expor, mas com a condição de não concorrer a premiação, pois não havia seção que comportasse meu trabalho.

Kac – Você é um dos poucos artistas brasileiros que é amplamente reconhecido no exterior. Na verdade, mais conhecido lá fora do que no país. Qual foi a repercussão internacional de seu trabalho nos anos 50, quando você conduzia as pesquisas pioneiras no campo da arte cinética?

Palatnik - Anos depois de participar seguidamente das Bienais de São Paulo, sempre aperfeiçoando meus aparelhos, fui convidado a participar da Bienal de Veneza, e lá novamente eu tive a sorte de ser procurado por um poeta e crítico italiano, Carlo Belloli. De posse das provas de que começei a trabalhar com luz e movimento em 1949, e de que mostrei os primeiros resultados em 1951, ele corrigiu a informação na Europa.
Isto porque a informação vigente naquela época era a de que os precursores em arte com luz e movimento eram Malina e Schoffer -e justamente na 1ª Exposição Internacional de Arte Cinética esta correção já estava evidente no diagrama publicado pela galeria Denise René, de Paris.

Kac – Além de luz e movimento, você também pesquisa as potencialidades do magnetismo em arte. Em que medida este interesse por fenômenos científicos contribuem em suas investigações?

Palatnik - Na realidade, todas as forças físicas da natureza me interessam. O magnetismo é tão surpreendente que jamais poderia escapar à minha curiosidade estética. Eu fiz alguns trabalhos magnéticos, e um deles estou expondo na Aktuell. Um múltiplo desta peça enviei para “A Nova Dimensão do Objeto”, uma mostra coletiva ora em curso em São Paulo (no Museu de Arte Moderna da USP). É um objeto que utiliza a natureza dos pólos positivo e negativo dos imãs, no sentido de atração e repulsão.

Kac – É verdade que hoje, a arte “high tech” conhece novas formas de manifestação estética, que surgiram com o domínio exercido por artistas sobre novas tecnologias de ponta. Como você vê a arte tecnológica hoje?

Palatnik - É a compreensão da importância da forma, não apenas no mundo externo mas também nas raízes inconscientes da atividade humana, que permite desmanchar a oposição habitual que se faz entre arte, ciência, tecnologia e comunicações. A tecnologia, na evolução do homem, adquire significado e está em evidência na medida em que ela permite aos sentidos um acesso consciente à mecânica das forças naturais.

Eu particularmente me interesso pelas novas tecnologias e gostaria de trabalhar com algumas delas. Se eu estivesse começando em arte, hoje, sem dúvida estaria fazendo pesquisas com holografia e computadores, por exemplo. Eu não tenho acompanhado de perto tudo o que se faz no Brasil, mas estive na inauguração da mostra Brasil High Tech, este ano, na qual pude ver muitas experiências interessantes. São realmente os artistas que pesquisam que podem proporcionar essencialmente o contato com o inesperado, vivificando assim o que chamamos de “criatividade”.

O texto acima foi publicado originalmente na “Folha de S. Paulo”, em 14/10/1986.

4. Participação em exposições

Exposições Individuais

1960

Rio de Janeiro RJ – Aparelho Cinecromático, no Museu de Arte Moderna

1964

Saint Gallen (Suíça) – Individual, na Saint Gallen University

Ulm (Alemanha) – Individual, na Galerie Studio F

1965

Düsseldorf (Alemanha) – Individual, na Galerie Hella Nibelung

Munique (Alemanha) – Individual, no Consulado do Brasil

Nova York (Estados Unidos) – Individual, na Howard Wise Gallery

Rio de Janeiro RJ – Individual, na Petite Galerie

Washington (Estados Unidos) – Individual, na Pan American Union Gallery

1966

Roma (Itália) – Individual, na Galeria d’Arte della Casa do Brasil

1971

Rio de Janeiro RJ – Individual, na Galeria Barcinsky

1977

Rio de Janeiro RJ – Individual, na Galeria Bonino

1981

Rio de Janeiro RJ – Individual, no Instituto de Arquitetos do Brasil. Departamento do Rio de Janeiro

1984

São Paulo SP – Individual, na Galeria de Arte Aplicada

1986

Rio de Janeiro RJ – Individual, na Galeria Aktuell

Rio de Janeiro RJ – Individual, na GB ARTe

1989

Rio de Janeiro RJ – Individual, na GB ARTe

1999

Niterói RJ – Abraham Palatnik: retrospectiva, no Museu de Arte Contemporânea

2000

São Paulo SP – Individual, na Galeria Nara Roesler

2002

Rio de Janeiro RJ – Individual, na Galeria Anita Schwartz

São Paulo SP – Pioneiro Palatnik: máquinas de pintar e máquinas de desacelerar, no Itaú Cultural

2004

São Paulo SP – Individual, na Galeria Nara Roesler

2005

Rio de Janeiro RJ – Individual, na Galeria Anita Schwartz

2008

São Paulo SP – Individual, na Galeria Nara Roesler

2009

Rio de Janeiro RJ – Individual, na Anita Schwartz Galeria

Exposições Coletivas

1948

Rio de Janeiro RJ – 54º Salão Nacional de Belas Artes, no MNBA

1949

Rio de Janeiro RJ – 55º Salão Nacional de Belas Artes, no MNBA

1951

São Paulo SP – 1ª Bienal Internacional de São Paulo, no Pavilhão do Trianon – menção honrosa do júri internacional

1953

Petrópolis RJ – 1ª Exposição Nacional de Arte Abstrata, no Hotel Quitandinha

São Paulo SP – 2ª Bienal Internacional de São Paulo, no Pavilhão dos Estados

1954

Rio de Janeiro RJ – 1º Grupo Frente, na Galeria Ibeu Copacabana

1955

Rio de Janeiro RJ – 2º Grupo Frente, no MAM/RJ

São Paulo SP – 3ª Bienal Internacional de São Paulo, no Pavilhão das Nações

1956

Resende RJ – 3º Grupo Frente, no Itatiaia Country Club

Volta Redonda RJ – 4º Grupo Frente, na Companhia Siderúrgica Nacional

1958

São Paulo SP – 47 Artistas, na Galeria de Arte das Folhas

1959

Leverkusen (Alemanha) – Primeira Exposição Coletiva de Artistas Brasileiros na Europa

Munique (Alemanha) – Primeira Exposição Coletiva de Artistas Brasileiros na Europa, no Kunsthaus

Viena (Áustria) – Primeira Exposição Coletiva de Artistas Brasileiros na Europa

São Paulo SP – 5ª Bienal Internacional de São Paulo, no Pavilhão Ciccilo Matarazzo Sobrinho

1960

Hamburgo (Alemanha) – Primeira Exposição Coletiva de Artistas Brasileiros na Europa

Lisboa (Portugal) – Primeira Exposição Coletiva de Artistas Brasileiros na Europa

Madri (Espanha) – Primeira Exposição Coletiva de Artistas Brasileiros na Europa

Paris (França) – Primeira Exposição Coletiva de Artistas Brasileiros na Europa

Rio de Janeiro RJ – 1º Salão de Artes Plásticas, na Galeria Ibeu Copacabana

Rio de Janeiro RJ – 9º Salão Nacional de Arte Moderna, no MAM/RJ

Utrecht (Holanda) – Primeira Exposição Coletiva de Artistas Brasileiros na Europa

1961

São Paulo SP – 10º Salão Paulista de Arte Moderna, na Galeria Prestes Maia

São Paulo SP – 6ª Bienal Internacional de São Paulo, no Pavilhão Ciccilo Matarazzo Sobrinho

1964

Veneza (Itália) – 32ª Bienal de Veneza

1965

Baden-Baden (Alemanha) – Licht und Bewegung, no Staatliche Kunsthalle

Berna (Suíça) – Licht und Bewegung, no Kunsthalle

Boston (Estados Unidos) – Art Turned on, no Institute of Contemporary Art

Bruxelas (Bélgica) – Lumière, Mouvement et Optique, no Palais de Beaux-Arts

Londres (Inglaterra) – Brazilian Art Today, no Royal Academy of Arts

Paris (França) – Mouvement II, na Galerie Denise Rene

Paris (França) – Salon Comparaisons

Rio de Janeiro RJ – 1º Salão Esso de Jovens Artistas, no MAM/RJ

São Paulo SP – 1º Salão Esso de Jovens Artistas, no MAC/USP

São Paulo SP – 8ª Bienal Internacional de São Paulo, na Fundação Bienal

São Paulo SP – Proposta 65, na Faap

Tel Aviv (Israel) – Art et Mouvement, no Tel Aviv Museum of Art

Viena (Áustria) – Brazilian Art Today, no Museum fur Angewandt Kunst

1966

Bonn (Alemanha) – Brazilian Art Today, na Sala Beethovenhalle

Buenos Aires (Argentina) – Artistas Brasileiros Contemporâneos, no Museo de Arte Moderno

Córdoba (Argentina) – 3ª Bienal Americana de Arte – 3º prêmio

Eindhoven (Holanda) – Kunst-Licht-Kunst, no Stedelijk van Abbemuseum

Houston (Estados Unidos) – Contemporary Painting in Brazil, na Kiko Gallery

Lima (Peru) – Festival Americano de Pintura, na Feira Internacional del Pacífico

Rio de Janeiro RJ – 4º Resumo de Arte JB, no MAM/RJ

Rio de Janeiro RJ – Dezessete Pintores Latino-Americanos, no MAM/RJ

San Francisco (Estados Unidos) – Kinetic Art, no Fine Arts Museums of San Francisco

Montevidéu (Uruguai) – Artistas Brasileiros Contemporâneos, no Museo de Arte Moderno de Montevidéu

1967

Chicago (Estados Unidos) – Contemporary American Painting and Sculpture, na Illinois University

Minneapolis (Estados Unidos) – Light Motion Space, no Walker Art Center

Flint (Estados Unidos) – Light and Movement, no Flint Institute of Arts

Houston (Estados Unidos) – Art in America, na Associação de Arte Contemporânea

Milwaukee (Estados Unidos) – Light Motion Space, no Milwaukee Art Center

Nova York (Estados Unidos) – Let There be Light, na Coleção Malcolm Forbes

Nova York (Estados Unidos) – Lights in Orbit, na Howard Wise Gallery

Nova York (Estados Unidos) – Luminism, no Hotel George Washington

Rio de Janeiro RJ – 3º O Rosto e a Obra, na Galeria Ibeu Copacabana

Rio de Janeiro RJ – 5º Resumo de Arte JB, no MAM/RJ – 1º prêmio

Rio de Janeiro RJ – 5º Resumo de Arte JB, na Galeria Bonino – 1º prêmio

Rio de Janeiro RJ – Salão das Caixas, na Petite Galerie

São Paulo SP – 9ª Bienal Internacional de São Paulo, na Fundação Bienal

Urbana (Estados Unidos) – Contemporary American Painting and Sculpture, na Illinois University

Worcester (Estados Unidos) – Light and Motion, no Worcester Art Museum

1969

São Paulo SP – 10ª Bienal Internacional de São Paulo, na Fundação Bienal – Prêmio Itamaraty

1971

Curitiba PR – 28º Salão Paranaense, na Biblioteca Pública do Paraná

Rio de Janeiro RJ – 1º Salão de Arte da Eletrobrás, no MAM/RJ – sala especial

1972

Rio de Janeiro RJ – 10º Resumo de Arte JB, no MAM/RJ – 1º prêmio

Rio de Janeiro RJ – 50 Anos de Arte Brasileira: Coleção Gilberto Chateaubriand, na Galeria Ibeu Copacabana

São Paulo SP – Arte/Brasil/Hoje: 50 anos depois, na Galeria da Collectio

1975

Rio de Janeiro RJ – A Integração da Obra de Arte na Arquitetura, na Galeria Ibeu Copacabana

1977

Rio de Janeiro RJ – Projeto Construtivo Brasileiro na Arte: 1950-1962, no MAM/RJ

São Paulo SP – Projeto Construtivo Brasileiro na Arte: 1950-1962, na Pinacoteca do Estado

1978

São Paulo SP – O Objeto na Arte: Brasil anos 60, no MAB/Faap

1979

Rio de Janeiro RJ – Artes no Shopping, no Shopping Cassino Atlântico

Rio de Janeiro RJ – Escultores Brasileiros, na Galeria Aktuell

São Paulo SP – Mostra de Escultura Lúdica, no Masp

1980

Rio de Janeiro RJ – Homenagem a Mário Pedrosa, na Galeria Jean Boghici

1982

Rio de Janeiro RJ – Contemporaneidade: homenagem a Mário Pedrosa, no MAM/RJ

1983

Milão (Itália) – Arte Programmata e Cinética: 1953-1963, no Pallazzo Reale

1984

Rio de Janeiro RJ – Grupo Frente 1954-1956, na Galeria Banerj

Rio de Janeiro RJ – Madeira, Matéria de Arte, no MAM/RJ

Rio de Janeiro RJ – Pintura Brasileira Atuante, no Espaço Petrobras

Rio de Janeiro RJ – Um Aniversário e 5 Grandes Artistas, na Galeria Aktuelll

São Paulo SP – Artistas Plásticos Judeus, no MAB/Faap

São Paulo SP – Coleção Gilberto Chateaubriand: retrato e auto-retrato da arte brasileira, no MAM/SP

São Paulo SP – Geometria 84, na Paulo Figueiredo Galeria de Arte

Volta Redonda RJ – Grupo Frente 1954-1956

1985

Belo Horizonte MG – Geometria Hoje, no Museu de Arte da Pampulha

Niterói RJ – Abraham Palatnik , Abelardo Zaluar, Rubem Ludolf, na Galeria Cândida Boechat

Rio de Janeiro RJ – Galeria Ibeu Copacabana 25 Anos: 1960-1985, no Instituto Brasil-Estados Unidos

1986

Resende RJ – Grupo Frente 1954-1956

Rio de Janeiro RJ – JK e os Anos 50: uma visão da cultura e do cotidiano, na Galeria Investiarte

São Paulo SP – 17º Panorama de Arte Atual Brasileira, no MAM/SP – prêmio aquisição

São Paulo SP – A Nova Dimensão do Objeto, no MAC/USP

1987

Paris (França) – Modernidade: arte brasileira do século XX, no Musée d’Art Moderne de la Ville de Paris

Rio de Janeiro RJ – 1ª Abstração Geométrica: concretismo e neoconcretismo, na Fundação Nacional de Arte. Centro de Artes

Rio de Janeiro RJ – Ao Colecionador: homenagem a Gilberto Chateaubriand, no MAM/RJ

Rio de Janeiro RJ – Ponte para o Século XXI, no Rio Design Center

São Paulo SP – 1ª Abstração Geométrica: concretismo e neoconcretismo, no MAB/Faap

1988

Rio de Janeiro RJ – Exposição dos Protótipos do Concurso Uma Escultura para o Mar de Angra, na EAV/Parque Lage

Rio de Janeiro RJ – Homenagem a Décio Vieira, na Villa Rizzo

Rio de Janeiro RJ – Papel no Espaço, na Galeria Aktuelll

Rio de Janeiro RJ – Uma Escultura para o Mar de Angra, na EAV/Parque Lage

São Paulo SP – MAC 25 Anos: aquisições e doações recentes, no MAC/USP

São Paulo SP – Modernidade: arte brasileira do século XX, no MAM/SP

São Paulo SP – Os Ritmos e as Formas: arte brasileira contemporânea, no Sesc Pompéia

1989

Copenhague (Dinamarca) – Os Ritmos e as Formas: arte brasileira contemporânea, no Museu de Charlottenborg

Niterói RJ – Pintores Construtivos, no Centro Cultural Paschoal Carlos Magno

Rio de Janeiro RJ – Nossos Anos 80, na Casa de Cultura Laura Alvim

Rio de Janeiro RJ – Viva França, na GB ARTe

1990

Brasília DF – Prêmio Brasília de Artes Plásticas, no Museu de Arte de Brasília

Rio de Janeiro RJ – Arte como Construção, no Rio Design Center

1991

Rio de Janeiro RJ – Mário Pedrosa, Arte, Revolução e Reflexão, no CCBB

1992

Porto Alegre RS – Mário Pedrosa, Arte, Revolução e Reflexão, no Centro Municipal de Cultura

Rio de Janeiro RJ – 1º A Caminho de Niterói: Coleção João Satamini, no Paço Imperial

Rio de Janeiro RJ – Eco Art, no MAM/RJ

São Paulo SP – A Sedução dos Volumes: os tridimensionais do MAC, no MAC/USP

Zurique (Suíça) – Brasilien: entdeckung und selbstentdeckung, no Kunsthaus Zürich

1993

Rio de Janeiro RJ – Brasil, 100 Anos de Arte Moderna, no MNBA

Rio de Janeiro RJ – Direitos Humanos: pintando a solução, no MNBA

São Paulo SP – 23º Panorama de Arte Atual Brasileira, no MAM/SP

1994

São Paulo SP – Bienal Brasil Século XX, na Fundação Bienal

1996

Niterói RJ – Arte Contemporânea Brasileira na Coleção João Sattamini, no MAC-Niterói

Rio de Janeiro RJ – Tendências Construtivas no Acervo do MAC/USP: construção, medida e proporção, no CCBB

São Paulo SP – Mostra inaugural, no Mercado de Arte e Cultura Silvia Curti

1997

Porto Alegre RS – 1ª Bienal de Artes Visuais do Mercosul, na Fundação Bienal de Artes Visuais

Porto Alegre RS – Vertente Construtiva e Design, no Espaço Cultural ULBRA

São Paulo SP – Tridimensionalidade na Arte Brasileira do Século XX, no Itaú Cultural

1998

Belo Horizonte MG – Tridimensionalidade na Arte Brasileira do Século XX, no Itaú Cultural

Brasília DF – Tridimensionalidade na Arte Brasileira do Século XX, na Galeria Itaú Cultural

Niterói RJ – Espelho da Bienal, no MAC-Niterói

Penápolis SP – Tridimensionalidade na Arte Brasileira do Século XX, na Galeria Itaú Cultural

São Paulo SP – Arte Construtiva no Brasil: Coleção Adolpho Leirner, no MAM/SP

São Paulo SP – O Moderno e o Contemporâneo na Arte Brasileira: Coleção Gilberto Chateaubriand – MAM/RJ, no Masp

1999

Rio de Janeiro RJ – Arte Construtiva no Brasil: Coleção Adolpho Leirner, no MAM/RJ

São Paulo SP – Cotidiano/Arte. A Técnica – Máquinas de Arte, no Itaú Cultural

2000

Madri (Espanha) – Heterótopos: médio siglo sin lugar 1918-1968, no Museo Nacional Centro de Arte Reina Sofía

Niterói RJ – Coleção Sattamini: dos materiais às diferenças internas, no MAC-Niterói

Rio de Janeiro RJ – Quando o Brasil Era Moderno: artes plásticas no Rio de Janeiro de 1905 a 1960, no Paço Imperial

São Paulo SP – Brasil + 500 Mostra do Redescobrimento. Arte Moderna, na Fundação Bienal

São Paulo SP – Coleção Pirelli no Acervo do MAM: a arte brasileira nos anos 60, no MAM/SP

2001

Rio de Janeiro RJ – Aquarela Brasileira, no Centro Cultural Light

Rio de Janeiro RJ – 9ª Universidarte, na Universidade Estácio de Sá. Galeria Maria Martins

São Paulo SP – Trajetória da Luz na Arte Brasileira, no Itaú Cultural

2002

Rio de Janeiro RJ – A Imagem do Som do Rock Pop Brasil, no Paço Imperial

Rio de Janeiro RJ – Arte Brasileira na Coleção Fadel: da inquietação do moderno à autonomia da linguagem, no CCBB

Rio de Janeiro RJ – Caminhos do Contemporâneo 1952-2002, no Paço Imperial

São Paulo SP – A Forma e a Imagem Técnica na Arte do Rio de Janeiro: 1950-1975, no Paço das Artes

São Paulo SP – Arte Brasileira na Coleção Fadel: da inquietação do moderno à autonomia da linguagem, no CCBB

São Paulo SP – Geométricos e Cinéticos, no Gabinete de Arte Raquel Arnaud

São Paulo SP – Portão 2, na Galeria Nara Roesler

2003

Brasília DF – Arte Brasileira na Coleção Fadel: da inquietação do moderno à autonomia da linguagem, no CCBB

Cidade do México (México) – Cuasi Corpus: arte concreto y neoconcreto de Brasil: una selección del acervo del Museo de Arte Moderna de São Paulo y la Colección Adolpho Leirner, no Museo Rufino Tamayo

Rio de Janeiro RJ – Fiat Lux: a luz na arte, no Centro Cultural da Justiça Federal

Rio de Janeiro RJ – Ordem x Liberdade , no MAM/RJ

Rio de Janeiro RJ – Projeto Brazilianart, na Almacén Galeria de Arte

São Paulo SP – A Arte Atrás da Arte: onde ficam e como viajam as obras de arte, no Espaço MAM – Villa-Lobos

São Paulo SP – MAC USP 40 Anos: interfaces contemporâneas, no MAC/USP

2004

Madri (Espanha) – Arco/2004, no Parque Ferial Juan Carlos I

Porto Alegre RS – Hiper Relações Eletrodigitais, no Santander Cultural

Cronologia

1928/1932

Vive em Natal, Rio Grande do Norte

1932/1947

Transfere-se com a família para Israel

1942/1945

Faz curso de especialização em motores de explosão na Escola Montefiori, Tel Aviv, Israel

1943

Freqüenta os estúdios do pintor Haaron Avni e do escultor Sternshus; se torna aluno de estética de Shor, em Tel Aviv, Israel.

1943/1947

Estuda pintura, desenho, história da arte e estética no Instituto Municipal de Arte, Tel Aviv, Israel

1948

Retorna ao Brasil e reside no Rio de Janeiro. Conhece o crítico Mário Pedrosa (1900 – 1981), de quem passa a receber orientação estética

ca.1948

Levado por Almir Mavignier, orientador do ateliê de pintura, conhece o Hospital Psiquiátrico do Engenho de Dentro

1949

Inicia pesquisa no campo da luz e movimento

1951

Dedica-se à solução de problemas técnicos industriais

Desenvolve processos de controle visual e automático em indústrias

Inventa várias máquinas e dispositivos de uso industrial e obtém patentes

Cria seu primeiro Aparelho Cinecromático

1954/1956

Integra o Grupo Frente, no Rio de Janeiro

1955

Projeta móveis modernos

1962

Inventa um jogo de percepção O Quadrado Perfeito, e obtém copyright

1964

Cria os Objetos Cinéticos, um desdobramento dos Objetos Cinecromáticos

1988

Participa, como convidado, do concurso Uma Escultura para o Mar de Angra, promovido pela secretaria de Turismo do Rio de Janeiro

2002

Recebe medalha do mérito Alberto Maranhão do Governo do Rio Grande do Norte

Lançamento do vídeo O Mundo da Arte – Abraham Palatnik – A Arte do Tempo, Documenta Vídeo Brasil, direção Carlos Cavalcanti.

Pioneer Palatnik – Painting Machines and Decelerating Machines, Instituto Cultural Itaú, São Paulo, Brasil

2004/2005

Galeria Nara Roesler, São Paulo, Brasil

2008

Ordenando as nuvens, Galeria Nara Roesler, São Paulo, Brasil

2009

Ocupação Abraham Palatnik, Instituto Itaú Cultural, São Paulo, Brasil

Histórias e estórias da cor, Galeria Anita Schwartz, Rio de Janeiro, Brasil

2012

Palatnik, une discipline do chaos, Galerie Denise René, Paris, França

5. Livros relacionados

A ARTE NO SECULO XXI, A HUMANIZAÇAO DAS TECNOLOGIAS

A ARTE NO SECULO XXI, A HUMANIZAÇAO DAS TECNOLOGIAS
Formato: Livro
Coleção: PRIMAS
Autor: DOMINGUES, DIANA
Editora: UNESP
Assunto: ARTES – TEORIA E HISTÓRIA

 

6. Vídeos relacionados

Abraham Palatnik comenta seu trabalho em seu apartamento e ateliê em vídeo 
 

7. Principais obras

 

 

 

 

Auto-Retrato

1945 – 45,8 x 30 cm
óleo sobre tela, c.i.d.
 
Abraham Palatnik

 

 

Aparelho Cinecromático
1955  – Madeira, plástico, lâmpadas e motor

 
Abraham Palatnik
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Objeto Cinético
1964 –  metal, madeira, engrenagens, motor e tinta acrílica
 
 
 
Abraham Palatnik
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Objeto Cinético
1968 – madeira, tinta acrílilca, metal, plástico, fórmica e motor
 
 
Abraham Palatnik
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Objeto Cinético
1990 – madeira, fórmica, engrenagens, motor, hastes de metal,
tinta acrílica e cabo de velocímetro
110,7 x 80 cm
 
Abraham Palatnik
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Progressão W-3
2002 – acrílica sobre tela
 

8. Acervos

Acervo Instituto Itaú Cultural – São Paulo SP
Coleção Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo –

9. Últimas notícias

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10. Referências

Site oficial de Abraham Palatnik • http://www.palatnik.com.br
Itaú Cultural • http://enciclopedia.itaucultural.org.br/pessoa9891/abraham-palatnik
Wikipedia • http://pt.wikipedia.org/wiki/Abraham_Palatnik

 

 

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

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Sobre o autor

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