Claudio Tozzi

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“Com o natural e o construído, expresso a energia natural e a produzida”

Claudio Tozzi é um pintor, desenhista e programador visual brasileiro.

Um dos artistas brasileiros que mais se aproximou da esfera de influência da arte pop norte-americana, Cláudio Tozzi nunca negou seu profundo interesse pela obra do americano Roy Lichtenstein, nem tampouco a influência da linguagem pictórica deste na construção de sua própria linguagem.

Claudio Tozzi - Foto artista

Claudio Tozzi – Foto artista

Sua grande contribuição para a arte brasileira, no entanto, fora transpor, de maneira pessoal e intransferível, este novo universo de técnicas, meios e suportes, fundado sobretudo na apropriação de imagens e estereótipos veiculados no mass media, para um tempo e espaço específicos: o Brasil nos anos 60.

O histórico de suas atividades expõe que a respeitabilidade alcançada no meio foi construída a partir de um itinerário de pesquisa de valores plásticos sempre ascendente.

Claudio Tozzi - Biografia

Claudio Tozzi nasceu em São Paulo, em 1944. Iniciou sua carreira artística em 1963, recebendo o primeiro prêmio de cartazes para o 11º Salão Paulista de Arte Moderna. Recebeu muitos prêmios, entre os quais: Prêmio da Crítica (APCA), objeto em 1973, Prêmio da Crítica (ABCA) de viagem ao exterior em 1975, Prêmio de Viagem ao Exterior no Salão Nacional de Arte Moderna (MAM) em 1979. Fez curso de Arquitetura e Urbanismo na Universidade de São Paulo e atualmente é docente nessa mesma Faculdade.

Claudio Tozzi - Foto artista

Claudio Tozzi – Foto artista

Em 1963, começa o curso de arquitetura, concluído em 1968, na Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo – FAU/USP. Na época, pinta muito. Em seus trabalhos são encontrados símbolos da sociedade de consumo, que aparecem como imagens ou objetos. Utiliza sinais de trânsito, bandeiras, letreiros, peças publicitárias e histórias em quadrinhos, retira-os de seu contexto e atribui-lhes novos sentidos. É influenciado por Sérgio Ferro, Flávio Império e Maurício Nogueira Lima, em cujas obras se percebe a convergência entre a cartazística soviética, as vertentes construtivas e o vocabulário pop com finalidade política. Trabalhos como Usa e Abusa (1966) e Paz (1963) são característicos da época.

A partir de 1967, apropria-se de trechos de histórias em quadrinhos e lhes dá sentido crítico, sob a influência do artista norte-americano Roy Lichtenstein , e realiza as telas Até que Enfim (1967) e Bandido da Luz Vermelha (1967). Ao mesmo tempo, faz trabalhos explicitamente engajados, como Guevara Vivo ou Morto (1967) e A Prisão (1968). Alguns deles são mostrados em exposições importantes, como a 9a. Bienal Internacional de São Paulo, em 1967, e coletivas em Londres e Buenos Aires.

Devido ao acirramento da censura e da repressão no país pós-68, Tozzi – que chegou a ser detido por uma semana pela Operração Bandeirantes – passa a se dedicar a um outro tipo de denúncia: questionando o próprio status da obra de arte como única e elitizada, alheia aos novos meios de linguagem e fatura publicitárias, inicia uma série de trabalhos de multiplicação e alteração de imagens, a partir de técnicas derivadas da reprodução gráfica.

Claudio Tozzi - Foto artista

Claudio Tozzi – Foto artista

Em 1969, passa da crítica social para a pesquisa de formas, sobretudo da disposição gráfica e impessoal das figuras. Dessa reflexão, nascem as séries Astronautas, Presilhas e Parafusos. O curador Fábio Magalhães afirma que “as diversas abordagens do parafuso correspondem a um processo de reflexão sobre as possibilidades gráficas e metafóricas de um mesmo tema”.1 Em 1972, Tozzi realiza o painel Zebra, na praça da República, em São Paulo. Dois anos mais tarde, cria telas com materiais orgânicos, pigmentos e objetos distribuídos regularmente em caixas de acrílico. Algumas das obras são exibidas na mostra Cor/Pigmento/Luz, na Galeria Bonfiglioli, em São Paulo, em 1975. No ano seguinte, participa da Bienal de Veneza.

Ainda na década de 1970, cria trabalhos mais conceituais, em que alia a pintura ao uso de palavras, como em Dissociação das Cores (1974) e Colors (1975), e realiza paisagens em que a aplicação reticulada de tinta cria zonas de cor regulares.

Ao longo da década de 1970, dedica-se a uma pesquisa mais formal e sistemática dos pigmentos: seus meios de expressão e os processos perceptivos que desencadeiam na retícula humana.

Claudio Tozzi - Foto artista

Claudio Tozzi – Foto artista

Em 1979, realiza o mural da estação Sé do metrô, em São Paulo. O trabalho dá origem à série de pinturas Colcha de Retalhos, feitas com padrões diferentes de cor. Na década de 1980, o procedimento gráfico de pintar é utilizado na realização de abstrações geométricas. Em 1989, é publicada uma monografia sobre seu trabalho, com texto de Fábio Magalhães. Dois anos depois, expõe na 21ª Bienal Internacional de São Paulo. Em 1993, apresenta individual no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro – MAM/RJ.
A partir da década de 80, até as obras mais recentes, intensifica sua preocupação formal e passa a trabalhar com elementos estruturais básicos: linhas, planos, cores, formas orgânicas, matérias; que criam analogias formais com imagnes pré-existentes e ampliam seu caráter construtivo.

Em seu processo metódico e objetivo, Claudio Tozzi utitliza ícones visuais – parafusos, escadas, fragmentos de objetos, símbolos tropicais,espaços urbanos etc. Revelando-se, desta forma, artista de elevado rigor formal, cuja obra transita por vertentes construtivas e conceituais.

Tendo alcançado o reconhecimento merecido, ainda jovem – foi considerado pela crítica como um dos dez melhores pintores da década, no concurso ‘Destaque Hilton’ de 1980 – Tozzi é ainda hoje considerado um dos mais expressivos artistas do cenário artístico nacional. Não apenas pelo exímio conhecimento e domínio do métier artístico, senão pela notável coerência formal que revela na diversidade temática do conjunto de sua obra. Voltando-se ora para composições mais geométricas, construtivistas, ora para questões referentes à comunicação direta da imagem, Cláudio Tozzi revela-se sobretudo um arquiteto construtor de imagens. E, para muitos, um marco divisório da arte contemporânea no país.

Curiosidades

 

Claudio Tozzi - Até que enfim... - 240 x 120 cm

Claudio Tozzi – Até que enfim… – 240 x 120 cm

Livro – Claudio Tozzi
Autor: Fábio Magalhães
Editora: Ibep Nacional

Este livro traz entrevista, informações e bastidores da obra do artista contemporâneo Claudio Tozzi. Em linguagem coloquial, o volume reúne cerca de 80 reproduções coloridas de sua obra e um texto introdutório escrito pelo autor, o museólogo e crítico de arte Fábio Magalhães.

Livro – Claudio Tozzi
Autor: Claudio Tozzi
Editora: J.J.Carol

Esta obra pretende trazer um pouco da arte de Claudio Tozzi, que iniciou seu percurso de artista no começo da década de 60, através da apropriação de objetos, imagens de jornais, histórias em quadrinhos e fotografias associadas a conotações simbólicas de conteúdo social. Em seu processo de criação, Cláudio Tozzi procura utilizar ícones visuais – parafusos, escadas, fragmentos de objetos, símbolos tropicais e espaços urbanos – e desconstruí-los.

Livro – Claudio Tozzi
Autor: Regina Machado
Editora: Moderna Editora

Neste livro, a biografia cede lugar a uma grande viagem poética, onde o leitor é convidado a criar uma narrativa através das obras de Claudio Tozzi. Regina Machado, a autora que tem vasta experiência, pesquisa e domínio em contar histórias, fez do livro um espaço de criação narrativa e viagem poética a partir da obra de Tozzi. Claudio Tozzi é um artista contemporâneo que possui uma rica trajetória; produziu muitas obras que consolidam a Pop Art no Brasil. As obras do artista da década de 60 manifestam vontades e desejos dos jovens brasileiros daquela época e a remissão a esse período favorece a compreensão do momento atual. Como o artista também produziu/e produz muitos painéis em espaços urbanos, conhecer a sua obra faz-nos refletir sobre a interface entre arquitetura e arte; duas linguagens que podem conviver e dialogar nas cidades. Tozzi é um Artista Plástico que combina as competências de Artista Gráfico e de Arquiteto, o que acaba revelando outra face dos artistas contemporâneos – a hibridez de suas ações e o caráter pouco hermético de suas produções.

Livro – Contando a arte de Claudio Tozzi

Claudio Tozzi - Usa e Abusa - 33 x 52 cm

Claudio Tozzi – Usa e Abusa – 33 x 52 cm

Autor: Oscar D’Ambrósio
Editora: Noovha America

As palavras cor e construção são a base do trabalho do artista plático paulista Claudio Tozzi. Seja nos trabalhos mais figurativos do começo de sua carreira, seja nos mais próximos do abstracionismo, o estudo das variações cromáticas e dos componentes estruturais se faz sempre presente. Ele já condenou a miséria e a violência urbana, homenageou Che Guevara, tratou da conquista da Lua, criticou o poder com parafusos apertando cérebros e mostrou escadas vazias. Seus trabalhos estão em museus, galerias e com colecionadores, mas também em fachadas de prédios públicos e em estações de metrô em São Paulo e no Rio de Janeiro.

Livro – Estruturas do Real
Autor: Claudio Tozzi
Editora: Instituto Olga Kos

A publicação deste livro tem a intenção de colaborar com a promoção da arte e da cultura brasileira, contribuindo para a democratização no acesso da população à produção artística nacional, impedindo que as riquezas das diversidades culturais registradas por meio de belas e intrigantes linguagens expressadas pelos artistas visuais brasileiros se percam e desapareçam na corrente do tempo. Busca-se assim, difundir parte do patrimônio artístico e cultural brasileiro promovendo seu registro histórico.

Depoimentos

POR UMA CIDADE VIVA. E MAIS POÉTICA

Uma característica atual do processo de pensar desenho urbano é a substituição do conceito de “fazer plano” localizado site specific, de consertar o existente, com suas deficiências e desgastes determinados pelas transformações e mudanças de uso, para o conceito de propor um desenho autônomo de “determinação” e gestão da cidade que estabeleça direções para seu uso e crescimento. Esta prática de projeto estimula um crescer ordenado e estabelece novas relações com a natureza e com o social. Abrange um conceito de cidade como espaço total. Cria uma cidade nova e não somente recupera espaços já construídos. É o conflito do existente visível com o “vir a ser” planejado que incorpora um certo grau de incerteza, de conflitos e diversidade que a transformam num “ser vivo”, em constante mutação, próprio dos processos de criação e inovação.

Claudio Tozzi - Colheita - 84 x 75 cm

Claudio Tozzi – Colheita – 84 x 75 cm

É pois um organismo vivo, e cada sulco, cada via que se constrói, implica a abertura de um novo espaço. Relações de cheios e vazios, que determinam sua fluidez e beleza. São intersecções que orientam os fluxos simbólicos no espaço da metrópole; resgatar para a cidade a leveza, a luz, a cor, os limites, as formas… Organizar seus espaços. Montar sua poética. Projetar sistemas de informação e equipamentos urbanos. Integrar as artes plásticas a este novo sistema. Questões amplas, para o contexto ato de intervir na cidade.

A questão específica do designer e programador visual é propor sistemas de objetos e signos de informações, criar uma semiótica urbana que se integre na conceituação ampla da cidade e não somente resolva questões que atual num território restrito.

É necessário que o designer, o arquiteto, e o artista plástico se integrem num processo de trabalho interdisciplinar. E sua formação deve ser ampla de informações tecnológicas e conhecimento de valores humanos, abrangendo questões que extrapolem o simples ato de criar ou de projetar, um objeto isolado. A cidade passa a ser um sistema único, seu desenho integrado, que resulta num ambiente mais propício ao desenvolvimento do homem em suas relações sociais e com a natureza.

O designer deve atuar na organização da comunicação visual e da semiótica urbana da paisagem. Sua área de atuação deve intervir na redução dos índices de poluição visual, permitindo uma leitura da identidade da cidade e criando sistemas coordenados de mobiliário urbano e demais equipamentos de uso da comunidade. As artes plásticas integram-se nesta nova metodologia de ver e pensar a cidade. A arte foge de seu habitat institucional, museus e galerias, e invade as ruas, praças, edifícios, a cidade é parte da paisagem, do ambiente urbano, da vida das pessoas. O projeto interdisciplinar de integrar e propor a síntese das artes é parte da complexa metodologia de conceber a cidade. Assim o artista plástico participa deste projeto interagindo com o arquiteto, planejador e o designer propondo releituras e intervenções que venham contribuir para o aprimoramento e beleza do ambiente urbano. São inúmeras as experiências de caráter ambiental, com intervenções sobre a complexidade do espaço realizadas por artistas, tendo como proposta redesenhar os espaços em sua entidade física e metafórica no âmbito das linguagens artísticas contemporâneas.

Claudio Tozzi - Papagália - Colcha de Retalhos - 70 x 70 cm

Claudio Tozzi – Papagália – Colcha de Retalhos – 70 x 70 cm

Esta unidade de ação de pensamento, da arquitetura e da pintura, pode determinar uma arte única e resolver as questões entre uma e outra. No início dos anos 20 Mondiam propõe uma obra total em que a arquitetura, pintura e escultura não se constituem em elementos isolados e sobrepostos mas se concretizam em uma expressão unitária. A partir de então as artes plásticas percorrem um caminho de superação da superfície que as contém. Transgridem. Sua existência transcende a representação e acontece no meio circulante (arquitetura, ambiente) tornando-se “massas de cor”, “pinturas objetos”, “land Art”, “performances”, “instalações”, e se tornam linguagens que se integram e se fundem com a arquitetura, com a cidade, com a paisagem urbana e com a natureza.
Claudio Tozzi

Críticas

“Como a maioria dos artistas dos anos 60, as criações iniciais de Claudio Tozzi refletem aspectos político-sociais da época. Arte de combate e reflexão, arrancada aos cabeçalhos dos jornais e que se exprimia por histórias em quadrinhos e outros recursos da pop art. Num segundo momento, o contato com o real torna-se mais crítico, menos imediato. Surgem então pesquisas ópticas e séries como a dos parafusos, gravuras e móbiles onde Tozzi alia desenho e pintura aos objetos da era tecnológica”.
Pedro Manuel

“Escolhido o ícone, ou melhor, reduzido este a clichê (antes o Che, depois o parafuso, a zebra, o papagaio, o trópico, o arranha-céu, agora a escada), ele o agiganta e, em seguida, o congela. Estanca o movimento, destrói a narrativa, isola, junta, repete, torce, fragmenta, divide, soma, multiplica os ângulos, traz o primeiro plano, enfim, trata a imagem com a frieza de um industrial, de um designer, persegue uma espécie de arquitetura da imagem. Seu processo de criação é metódico e sistemático: primeiro o desenho no papel vegetal, partindo quase sempre de uma fotografia, depois um projeto, finalmente o quadro. (…) A esta materialidade da cor, a esta imagem congelada, corresponde, também, em Tozzi, os recortes que ele vem introduzindo no próprio suporte. (…) Privilegiando a imagem (sua opacidade) contra o imaginário (a transparência), Tozzi se mostra um rigoroso formalista, distanciando-se da pop (com seu relais sociológico), transitando pelo conceitual até alcançar as tendências construtivas (minimal, suporte-surface)”.
Frederico Morais

Claudio Tozzi - Paisagem - 80 x 80 cm

Claudio Tozzi – Paisagem – 80 x 80 cm

“Nosso tempo – já se disse – é aquele do qual os deuses já partiram ou ao qual ainda não chegaram. Experiência de abandono e desamparo, a Modernidade se inicia com o advento do Sujeito racional soberano que conhece a natureza e suas leis, buscando por si e para si os princípios de suas certezas no mundo. Conhecer significou, a partir do século XVII, dominar tudo o que escapa às mãos do homem – a contingência na natureza, o acaso na história, a fortuna – temporalidade instável e adversa, no plano da ética e da política – atribuindo-lhes constância, regularidade e ordem pela geometrização do espaço. Emblema fundador desse universo são a esfera, a régua e o compasso. A ciência ‘contemplativa’ seguiu-se a ‘vita activa’, metaforizada pelos artefatos que sustentam a construção de um mundo certo em meios a temporalidade incerta. O homem fez-se seu engenheiro, senhor da Natureza e sua própria natureza, ele mesmo ?um império dentro de um império?. Na antítese de um universo auto-confiante e regido pelo princípio da razão suficiente, encontra-se a geometria – personagem central das telas de Claudio Tozzi. Linhas ortogonais, degraus e escadas, torres e faróis estão, não obstante, desvestidos da função de orientar o homem, não lhe indicam a boa direção. Geometria, aqui, não é a do espaço e tempo, Céu e Terra, tudo vacila num limiar. Instante de hesitação, os quadros não nos sugerem habitá-los, um passo permanece em suspenso, indeciso quanto a seus resultados. Claudio reflete sobre o tempo, partindo das cidades. Se Alphaville de Godard, Blade Runner de Ridley Scoth, O Mundo desde o Fim de Paul Auster apresentam-nas tão pouco confortáveis é por não serem tocadas por qualquer passado. Claudio Tozzi, ao contrário, faz pensar no espaço aporético de Zenão de Eléia: Aquiles, a passos largos não ultrapassa a tartaruga, permanecendo imóvel: a flecha veloz, paralisada em cada instante de sua trajetória – é flecha que não voa. Espaço e tempo, no enigma da divisão do infinito, fixam o mundo no primeiro dia da criação. Os trabalhos de Claudio nos convidam a interrogar a condição do homem moderno, indicando sua migração metafísica, por degraus não-cartesianos. Obra inaugural da modernidade, o Discurso do Método. Com a metáfora da escada, Descartes constrói as primeiras regras para desenvolver o conhecimento: ‘começar sempre pelas coisas mais simples e fáceis de conhecer para, aos poucos, elevar-se, como que por degraus, ao conhecimento das mais complexas’. Sem recurso a regras tranquilizadoras, o universo criado por Claudio é mais um decurso que um curso; é um anti-método uma vez que, diversamente da linha reta da geometria cartesiana, os quadros não apontam um caminho mas antes deriva e desvios. Por isto, em certas telas, vemos as voltas de parafusos metamorfoseando-se em degraus, degraus em torres ou faróis, em total desequilíbrio. Anti-método transita para anti-heróis. Nos quadros, a multidão é tão homogênea quanto cinzenta, com rostos e vidas ‘insignificantes’. Existências anônimas, nos diz Foucault, elas ‘só se manifestam tropeçando com o poder, debatendo-se com ele, trocando palavras breves e estridentes’, antes de regressarem à noite (…). Infâmia de homens simples e obscuros que devem apenas a queixas, a relatórios policiais serem trazidos à luz por um instante’”.
Olgária Matos

Claudio Tozzi - Lábio - 66 x 48 cm

Claudio Tozzi – Lábio – 66 x 48 cm

Dentro de uma dialética entre figura e abstração, a atual fase é justamente uma síntese, uma tentativa se superposição das duas vertentes sem que elas briguem entre si. Os quadros atuais derivam das escadarias e recortes que Tozzi apresentou há um ano e pouco, e conservam, das escadas, os ângulos, zig-zags, as sugestões de diferentes planos que se sucedem na perspectiva da tela. Mas tudo está diluído, quase caracterizado, por uma cerrada trama pictórica.

A pintura é, pois, figurativa em sua gênese, e pode ser entendida assim. Mas o resultados puramente visual tende a ser lido de maneira abstrata; o que realmente interessa a Tozzi, nesta altura, é um festivo cromatismo em composições intensas e dinâmicas, que às vezes lembram efeitos da optical art. Como nesta, a presente pintura de Tozzi está empenhada em estimular, gratificar e brincar com a percepção do espectador. Em que quase a severidade construtiva que está por trás de tudo (e não temos por que fugir à temível palavra: trata-se de uma arte essencialmente geométrica), há jogo e prazer em tudo isso. Tozzi esta sem dúvida alegre em sua presente produção. E essa alegria roça, muito de leve, e pela primeira vez em toda obra, até por uma certa tendência ao amoroso e sensual.

O que nos interessa mais é ver e situar a produção de Cláudio Tozzi, em 1986, dentro de uma linha de trabalho que é respeitável e sólida dentro da arte brasileira. Pondo de parte as especificações no momento, o que aqui reencontramos é um artista que constrói com a cabeça seu projeto, e se fila deliberadamente à família dos criadores que pretendem alcançar valores plásticos permanentes e estáveis. Tozzi – que, neste instante da obra, está atemático (as escadas são só abstratos) – sabe que a arte sobrevive estética e historicamente não pelo que conta, por seu assunto, mas sim pela maneira e competência com que a forma se concretiza e é tratada.
Olívio Tavares de Araújo

Claudio Tozzi - Third World - 67 x 92 cm

Claudio Tozzi – Third World – 67 x 92 cm

Não iremos refazer a trajetória do artista, apenas acrescentar que a execução dos pontinhos passou por varias etapas, inclusive a do rolo que permitia sua multiplicação em áreas cuidadosamente isoladas, partes extras partes, por máscaras. O controle de Tozzi sobre a obra chegou à etapa final, tudo corria conforme projetado pelo grande Inquisidor. Essa fase inflativa fez dele uma espécie de Kasparov que joga sobre dezenas de tabuleiros seu xadrez sem perder uma única partida sequer.

O estado de infalibilidade abriu brechas, como acontece a todo Éden. Em relação a ele, nasce esta exposição anunciando a chegada do dionisíaco sob aspecto da retícula gestual. O rolo retornou ao seu prego, a confissão da procedência confere sensualidade à obra, Tozzi, como a ouroboros, conseguiu morder a própria cauda, unir começo e fim num circulo atual, irradiante de possibilidades. Se uma de suas primeiras obras apresentasse colagens à maneira de Kurt Schwitters, a engrenagem e a imagem do papa entre outras, tudo ligado por uma pintura desgastada, raspada, áspera, ilhas de significados emergiam do mar das formas, agora voltamos à plenitude do Egeu, o oceano avança impune entre silhuetas que não se refere nem ao mecanismo, nem ao sumo pontífice, mas a outras encarnações formais.

Quais são as figuras que conduzem essa frase? Lembremos ao neófito em Tozzi que as anteriores eram freqüentadas por astronautas, parafusos, escadas, para citar alguns exemplos de imagens que seu fazer acolheu. A resposta é expeditiva: não há figuras mais, apenas formas. A tal ponto a distinção entre a forma e a imagem (ou figura) anda negligenciada, que passamos parte dos debates que sucederam a uma conferencia sobre o pós-moderno em história da arte tentando iluminar o abismo entre ambas, sem o qual um Parmigianino poderia ser assimilado a um Bouguereau.

Há um desencadeamento de formas em alguns quadros se, o salvo-conduto dos temas, um balé de elementos eminentemente gráficos, espirais, poliedros, cujas direções são contraditas, qualquer pista que dê à profundidade, à perspectiva é desmentida por uma outra que desemboca ao lado do espectador. As cores usam seus poderes abdutivos e adutivos, o vermelho insiste através de formas superpostas. Esses quadros em relação ao espaço sideral referem-se mais à terra e o batedor dessa vertente seria Léger.

Claudio Tozzi - A subida do foguete - 49,1 x 49,1 cm

Claudio Tozzi – A subida do foguete – 49,1 x 49,1 cm

Nos quadros onde saem surdas, frias, as retículas chovem em pinceladas escuras, alcatroadas, a proposta de levitação dos quadros anteriores desaparece em prol de uma armação espacial nova, onde a densidade das cores aliada à compacidade das formas erige uma espécie de brasão. Os emblemas alinham-se uns aos outros e a sugestão heráldica predomina. As interpenetrações de linhas rememoram as tentativas cubistas de Gleizes, o pintor do grupo religioso da Abadia. Para além da analogia, percebemos que a forma impõe um perfume espiritual, um ardor de religiosidade.
Nelson Aguilar

Hoje seu trabalho possui raízes mais profundas na tradição da pintura abstrata. E isto se deve à dinâmica mais rigorosa das telas, às superfícies densamente amarradas, à ênfase ao contorno da pintura e à margem do quadro / objeto, ao jogo das relações formais (construtivas) na superfície e ao cromatismo emotivo.

Como os artistas das gerações anteriores, Tozzi desenvolveu a sua própria imprimatur. Sua assinatura – a retícula sobre a superfície – é claramente propriedade pessoal. Desenvolvida a partir do pontilhismo neo-impressionista, a marca de Tozzi torna-se agora uma síntese do conteúdo e imagem. Ela define as formas que preenche, articula a sua margem e esclarece os componentes de processo pictórico.

Estes trabalhos recentes contêm reminiscências dos anteriores. Apesar de abstratos, ali estão as passagens, escadas, arquiteturas os objetos do seu repertório. Mas ali está também a sua experiência pessoal com a arte – a hard edge, a arte pop, cubismo, futurismo, construtivismo, arte de estampa e até ilusionismo abstrato. Trata-se – como se vê – de um referencial mais rico e estimulante.

Tozzi sempre se interessou pela criação de obras d’aprés autores (Seurat, por exemplo). Nesta exposição, graças ao debito que têm com Monet, as pinceladas sistemáticas ativam a superfície da tela, que não é mais “carimbada” impessoalmente pelo rolo. Ao variar continuamente a sua paleta de cores nesta discussão sobre o estilo, o artista oferece agora maiores possibilidades de encontros com o inesperado.

As pinturas de Cláudio Tozzi começam a se tornar tensas, assertivas e investigadoras. Com suas formas recortadas e unidimensionais, suas pinceladas estilizadas, senso mais inovador de cores e imagens, e com as superfícies táteis e opacas – elas já possuem os elementos para dar o depoimento importante que agora prometem.
Sheila Leirner

Claudio Tozzi - Zebra -  120 x 120 cm

Claudio Tozzi – Zebra – 120 x 120 cm

“Esse procedimento na aplicação cromática não tem nenhuma identidade com a técnica pontilhista e, apesar de sugerir uma aparência neo-impressionista, na verdade, trata-se de uma experimentação gráfica.

Nos últimos anos seu trabalho adquiriu maior força pictórica. À sua preocupação construtiva somam-se aspectos novos: a matéria, a textura, o recorte, a volumetria.

A pintura é ela própria o objeto expressivo. O tema, praticamente ausente, não tem implicações metafóricas e é tratado como mero pretexto formal. Cláudio Tozzi trabalha com maior intensidade e autonomia os problemas construtivos e a cor.

As formas atuam como planos de cor e definem, através de seu contorno, uma dinâmica visual que nos reporta à pintura italiana dos futuristas – principalmente Balla, Severini e Boccioni.

A cor já não é mais expressada pela simples aplicação mecânica de rolo de borracha. Agora a pigmentação é trabalhada pelo toque do pincel e dá resultados diversos na superfície dos planos, ampliando sua carga poética e sua eficácia pictórica.

Cláudio Tozzi desenvolve tonalidades especificas para cada situação, chega a empregar o pó de cobre, de ferro e de latão para obter os efeitos desejados de pigmentação e de textura.

Nos seus últimos trabalhos a cor ganha matéria por meio de um processo de acumulação. Fragmentos e cortados geometricamente os planos são reagrupados dentro de uma ordem compositiva que não opera mais na dinâmica “futurista” das combinações de curvas, retas e ângulos, mas se organizam como zonas de tensão, como centros irradiadores, como formas em movimento de expansão e contração.

Esses trabalhos, sem duvida, anunciam uma nova fase. Diferem dos demais por apresentarem uma nova plasticidade, um tratamento espacial escultórico, uma materialidade explícita. No entanto não são produto de uma ruptura. Mantêm como característica essencial o lado racional, intelectual, que sempre se sobrepôs à emoção nas diversas fases da obra de Cláudio Tozzi. ”
Fábio Magalhães

Cláudio Tozzi é de uma geração artística muito jovem, posterior ao concretismo e que está procurando emancipar-se das coisas geométricas. Você sofreu a influencia da arte geométrica, mas agora está tentando transformar essa arte numa coisa mais vibrante, mais sensorial. Aliás, esse processo foi um pouco do que se deu internacionalmente. Depois do abstracionismo geométrico os artistas passaram para o expressionismo abstrato, uma retomada de Monet, procurando a cor como energia. Você está buscando uma síntese do expressionismo abstrato e da construção geométrica, que pode ser uma tentativa de sintetizar grande parte do século XX.

Claudio Tozzi - Desta vez eu consigo fugir - 95 x 95 cm

Claudio Tozzi – Desta vez eu consigo fugir – 95 x 95 cm

O processo de criatividade combina elementos de ação consciente e elementos de ação consciente e elementos de ação inconsciente. Isso deve ter sido sempre conhecido. Homero dizia que nada do que ele escrevia era da tua cabeça. Tudo era transmitido pela Musa. A musa era o inconsciente. No século XIX, o matemático e físico francês Poincaré sistematizou a descoberta matemática, que tinha processos conscientes e inconscientes, daí nasceu uma concepção geral da criatividade, uma combinação complexa de elementos consciente e inconsciente. Quando o artista olha para o seu próprio quadro ele o faz condicionado pela sua personalidade. Outra pessoa olha o quadro e vê outra coisa, diferente. Há uma riqueza muito grande de situações, um quadro pode ser interpretado de muitas maneiras diferentes. Uma geração vê a arte de uma determinada maneira, a geração seguinte vê de outra. A arte, a partir de um determinado momento, se torna independente do artista, tem sua própria história.
Mário Schenberg

 

Exposições Individuais

1971

São Paulo SP – Individual, na Galeria Ars Mobile

1975

São Paulo SP – Individual, na Galeria Alberto Bonfiglioli

1977

Recife PE – Individual, na Gatsby Arte

São Paulo SP – Individual, na Renato Magalhães Gouvêa – Escritório de Arte

1978

Rio de Janeiro RJ – Individual, na EAV/Parque Lage

1979

Ribeirão Preto SP – Individual, na Itaúgaleria

São Paulo SP – Individual, no Itaú Cultural

São Paulo SP – Individual, na Renato Magalhães Gouvêa – Escritório de Arte

1980

Brasília DF – Individual, na Galeria Oscar Seraphico

Recife PE – Individual, na Galeria Artespaço

Rio de Janeiro RJ – Individual, na Galeria Saramenha

São Paulo SP – Individual, no Itaú Cultural

São Paulo SP – Individual, na Galeria Alberto Bonfiglioli

1981

Curitiba PR – Individual, na Momento Galeria Arte

Goiás GO – Individual, na Galeria Casa Grande

Porto Alegre RS – Individual, na Galeria Salamandra

Ribeirão Preto SP – Individual, na Galeria Jardim Contemporâneo

Rio de Janeiro RJ – Individual, na Galeria Bonino

Rio de Janeiro RJ – Individual, na Gravura Brasileira Galeria de Arte

1982

Belo Horizonte MG – Individual, na Galeria Mandala

Brasília DF – Individual, na Galeria Oscar Seraphico

São Carlos SP – Individual, no Itaú

São Paulo SP – Individual, na Galeria Paulo Figueiredo

São Paulo SP – Individual, no Auditório Campos do Jordão

1983

Recife PE – Individual, na Galeria Artespaço

Rio de Janeiro RJ – Individual, na Galeria Saramenha

São Paulo SP – Individual, na Galeria São Paulo

1984

Salvador BA – Individual, na Galeria de Arte Cavalete

São Paulo SP – Individual, na Galeria de Arte São Paulo

1985

Recife PE – Individual, na Galeria Artespaço

São Bernardo do Campo SP – Individual, no Centro Cultural

São Paulo SP – Individual, na Mônica Filgueiras Galeria de Arte

1986

Belém PA – Individual, na Galeria Elf

Belo Horizonte MG – Individual, na Galeria e Escola de Arte Gesto Gráfico

Cuiabá MT – Individual, na Galeria Artcom

Nova York (Estados Unidos) – Individual, no Art Studio

São Paulo SP – Individual, na Galeria Montesanti Roesler

Rio de Janeiro RJ – Individual, na Galeria Montesanti Roesler

1987

Campinas SP – Individual, na Galeria Croqui

Jundiaí SP – Individual, no Museu Histórico de Jundiaí

Recife PE – Individual, na Galeria Artespaço

Ribeirão Preto SP – Individual, no Jardim Contemporâneo

1988

Brasília DF – Individual, na La Galleria

Salvador BA – Individual, na Prova do Artista Galeria de Arte

São Paulo SP – Individual, na Galeria Montesanti Roesler

Rio de Janeiro RJ – Individual, na Galeria Montesanti Roesler

1991

Campinas SP – Individual, na Galeria Croqui

1993

Rio de Janeiro RJ – Individual, no MAM/RJ

São Paulo SP – Individual, no Museu da Casa Brasileira

1995

Campinas SP – Individual, na Galeria D do Centro Cultural de Campinas

Cuiabá MT – Individual, na Só Vi Arte Galeria

1996

São Paulo SP – Uma Linha, no Espaço Cultural do Clube Monte Líbano

1997

Rio de Janeiro RJ – Individual, na Galeria Coletânea

São Paulo SP – Individual, na Hot Hat Design Estúdio E27

Uberlândia MG – Individual, na Galeria Nasser

1998

Rio de Janeiro RJ – Individual, no Ibeu

São José dos Campos SP – Individual, no Centro Cultural de São José dos Campos

São Paulo SP – Geometrias do Tempo, na Galeria de Arte São Paulo

2002

Rio de Janeiro RJ – Arte em Campo, no Centro Cultural da Justiça Federal

São Paulo SP – Claudio Tozzi: 22 pinturas e 3 objetos de 1963 a 2002, na Ricardo Camargo Galeria

2004

Curitiba PR – O Processo em Construção, Casa Andrade Muricy

São Paulo SP – Individual, no Espaço Cultural BM&F.

 

Exposições Coletivas

1962

São Paulo SP – 11º Salão Paulista de Arte Moderna – prêmio de cartaz

1967

Brasília DF – 4º Salão de Arte Moderna do Distrito Federal, no Teatro Nacional de Brasília

Campinas SP – 3º Salão de Arte Contemporânea de Campinas, no MACC – medalha de ouro

São Paulo SP – 16º Salão Paulista de Arte Moderna

São Paulo SP – 1º Jovem Arte Contemporânea, no MAC/USP

São Paulo SP – 9ª Bienal Internacional de São Paulo, na Fundação Bienal

1968

Buenos Aires (Argentina) – Representa o Brasil no Prêmio Latino-Americano Codex

Londres (Inglaterra) – Coletiva, na Lisson Gallery

Rio de Janeiro RJ – 2ª Salão Esso de Artistas Jovens , no MAM/RJ

Rio de Janeiro RJ – Bandeiras na Praça, na Praça General Osório

Rio de Janeiro RJ – O Artista Brasileiro e a Iconografia de Massa, na Esdi

São Paulo SP – 17º Salão Paulista de Arte Moderna – medalha de prata

São Paulo SP – 2º Jovem Arte Contemporânea, no MAC/USP

1969

Campinas SP – 5ª Salão de Arte Contemporânea de Campinas, no MACC – prêmio aquisição

Porto Alegre RS – 2º Jovem Arte Contemporânea, no Margs

São Paulo SP – 10ª Bienal Internacional de São Paulo, na Fundação Bienal

São Paulo SP – 1º Salão Paulista de Arte Contemporânea, no Masp

São Paulo SP – 3º Jovem Arte Contemporânea, no MAC/USP

1970

Campinas SP – 6º Salão de Arte Contemporânea de Campinas, no MACC

Santo André SP – 3º Salão de Arte Contemporânea de Santo André, no Paço Municipal

São Paulo SP – 4º Jovem Arte Contemporânea, no MAC/USP – prêmio aquisição

1971

Barcelona (Espanha) – Bienal Internacional del Deporte

São Paulo SP – 3º Panorama de Arte Atual Brasileira, no MAM/SP

São Paulo SP – 5º Jovem Arte Contemporânea, no MAC/USP

1972

São Paulo SP – 2ª Exposição Internacional de Gravura, no MAM/SP

São Paulo SP – 6º Jovem Arte Contemporânea, no MAC/USP

São Paulo SP – Arte Multiplicada Brasileira, na Multipla de Arte

São Paulo SP – Arte/Brasil/Hoje: 50 anos depois, na Galeria da Collectio

São Paulo SP – Múltiplos Brasileiros, na Galeria Múltipla de Arte

1973

Brasília DF – Arquitetos Pintores, no Touring Club do Brasil

São Paulo SP – 5º Panorama de Arte Atual Brasileira, no MAM/SP

São Paulo SP – Expo-Projeção 73, no Espaço Grife

1974

Buenos Aires (Argentina) – Vanguardia Brasileña, no Centro de Arte y Comunicacion, Cayc

Londres (Inglaterra) – Arte de Sistemas na América Latina, no Institute of Contemporary Art

São Paulo SP – Prospectiva 74, no MAC/USP

1975

Penápolis SP – 1º Salão de Artes Plásticas da Noroeste, na Fundação Educacional de Penápolis. Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Penápolis

Rio de Janeiro RJ – A Comunicação segundo os Artistas Plásticos

São Paulo SP – Novos e Novíssimos Gravadores Brasileiros, no MAC/USP

Spoleto (Itália) – Festivale dei Due Mondi

Toronto (Canadá) – 9º In Form All Art

1976

Penápolis SP – 2º Salão de Artes Plásticas da Noroeste, na Fundação Educacional de Penápolis. Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Penápolis

São Paulo SP – 7º Salão Paulista de Arte Contemporânea, no Paço das Artes

São Paulo SP – 8º Panorama de Arte Atual Brasileira, no MAM/SP

São Paulo SP – Arte Agora, no MAM/SP

São Paulo SP – Bienal Nacional 76, na Fundação Bienal

Veneza (Itália) – 38ª Bienal de Veneza, no Pavilhão Brasileiro

1977

Barcelona (Espanha) – América Latina 76, na Fundación Joan Miró

São Paulo SP – 14ª Bienal Internacional de São Paulo, na Fundação Bienal

São Paulo SP – 9º Panorama de Arte Atual Brasileira, no MAM/SP

1978

Buenos Aires (Argentina) – 15 Artistas Jovens do Brasil, no Museo de Arte Moderno de Buenos Aires

Penápolis SP – 3º Salão de Artes Plásticas da Noroeste, na Fundação Educacional de Penápolis. Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Penápolis

São Paulo SP – 15 Jovens Artistas do Brasil, no MAB/Faap

São Paulo SP – 16ª Exposição de Pintura: Arte e Pensamento Ecológico, na Cetesb

São Paulo SP – A Arte e seus Processos: o papel como suporte, na Pinacoteca do Estado

São Paulo SP – O Objeto na Arte: Brasil anos 60, no MAB/Faap

1979

Buenos Aires (Argentina) – Trienal Latino-americana del Grabado, nas Salas Nacionales de Exposición

Curitiba PR – 2ª Mostra Anual de Gravura Cidade de Curitiba, no Centro de Criatividade de Curitiba

Rio de Janeiro RJ – 2º Salão Nacional de Artes Plásticas, no MAM/RJ – prêmio viagem ao exterior

São Paulo SP – 11º Panorama de Arte Atual Brasileira, no MAM/SP

São Paulo SP – Volta à Figura: década de 60, no Museu Lasar Segall

1980

Belo Horizonte MG – Destaque Hilton de Pintura, na Fundação Clóvis Salgado. Palácio das Artes

Brasília DF – Destaque Hilton de Pintura, na Fundação Cultural do Distrito Federal

Curitiba PR – Destaque Hilton de Pintura, no Teatro Guaíra

Paris (França) – 11ª Bienal de Paris

Penápolis SP – 4º Salão de Artes Plásticas da Noroeste, na Fundação Educacional de Penápolis. Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Penápolis

Porto Alegre RS – Destaque Hilton de Pintura, no Margs

Rio de Janeiro RJ – Destaque Hilton de Pintura, no MAM/RJ

São Paulo SP – 12º Panorama de Arte Atual Brasileira, no MAM/SP

São Paulo SP – 1º Salão Nacional de Artes Plásticas Alberto Santos Dumont, no Parque do Ibirapuera

São Paulo SP – Evandro Carlos Jardim e Claudio Tozzi, no MAC/USP

São Paulo SP – Pintores Paisagistas, na Galeria de Arte André

1981

Guarujá SP – 4 Pintores, no Hotel Jequitimar

Medellín (Colômbia) – 4ª Bienal de Medellín, no Museo de Antioquia

São Paulo SP – Arcangelo Ianelli, Tomie Ohtake e Cláudio Tozzi, na Grifo Galeria de Arte

São Paulo SP – Artistas Contemporâneos Brasileiros, no Escritório de Arte São Paulo

1982

Bauru SP – 80 Anos de Arte Brasileira

Lisboa (Portugal) – Brasil 60 Anos de Arte Moderna: Coleção Gilberto Chateaubriand, no Centro de Arte Moderna José de Azeredo Perdigão

Londres (Reino Unido) – Brasil 60 Anos de Arte Moderna: Coleção Gilberto Chateaubriand, na Barbican Art Gallery

Marília SP – 80 Anos de Arte Brasileira

Nova York (Estados Unidos) – Mostra, na Kouros Gallery

Rio de Janeiro RJ – Futebol: interpretações, na Galeria de Arte Banerj

Rio de Janeiro RJ – Universo do Futebol, no MAM/RJ e na Acervo Galeria de Arte

São Paulo SP – 80 Anos de Arte Brasileira, no MAB/Faap

1983

Belo Horizonte MG – 80 Anos de Arte Brasileira, na Fundação Clóvis Salgado. Palácio das Artes

Campinas SP – 80 Anos de Arte Brasileira, no MACC

Curitiba PR – 80 Anos de Arte Brasileira, no MAC/PR

Ribeirão Preto SP – 80 Anos de Arte Brasileira

Rio de Janeiro RJ – 6º Salão Nacional de Artes Plásticas, no MAM/RJ

Santo André SP – 80 Anos de Arte Brasileira, na Prefeitura Municipal de Santo André

São Paulo SP – 14º Panorama de Arte Atual Brasileira, no MAM/SP

São Paulo SP – Arte na Rua 1, evento organizado pelo MAC/USP e apresentado através de outdoors espalhados pela cidade

São Paulo SP – Avenida Paulista, na Galeria Sesc Paulista

São Paulo SP – Palmeira, na Galeria Alberto Bonfiglioli

São Paulo SP – Projeto Releitura, na Pinacoteca do Estado

1984

Curitiba PR – Simões de Assis Galeria de Arte: mostra inaugural, na Simões de Assis Galeria de Arte

Gelsenkirchen (Alemanha) – Coletiva, no Museum Gelsenkirchen

Ourinhos SP – Homenagem a Arte da Gravura no Brasil, na Itaugaleria

Rio de Janeiro RJ – Pintura Brasileira Atuante, no Espaço Petrobras

Rio de Janeiro RJ – Viva a Pintura, na Petite Galerie

São Paulo SP – As Dimensões Urbana e Industrial na Pintura Figurativa Paulista, na Traço Galeria de Arte

São Paulo SP – Coleção Gilberto Chateaubriand: retrato e auto-retrato da arte brasileira, no MAM/SP

São Paulo SP – Tradição e Ruptura: síntese da arte e cultura brasileiras, na Fundação Bienal

1985

Atami (Japão) – 7ª Exposição de Belas Artes Brasil-Japão

Brasília DF – Brasilidade e Independência, no Teatro Nacional de Brasília – Fundação Cultural de Brasília

Kyoto (Japão) – 7ª Exposição de Belas Artes Brasil-Japão

Penápolis SP – 6º Salão de Artes Plásticas da Noroeste, na Fundação Educacional de Penápolis. Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Penápolis

Rio de Janeiro RJ – 7ª Exposição de Belas Artes Brasil-Japão

São Paulo SP – 18ª Bienal Internacional de São Paulo, na Fundação Bienal

São Paulo SP – 7ª Exposição de Belas Artes Brasil-Japão, na Fundação Brasil-Japão

São Paulo SP – 7º Pintores da Arte Contemporânea Brasileira, na Galeria de Arte Portal

São Paulo SP – Arte e Tecnologia, no MAC/USP

São Paulo SP – Arte Novos Meios/Multimeios: Brasil 70/80, no MAB/Faap

São Paulo SP – Destaques da Arte Contemporânea Brasileira, no MAM/SP

Tóquio (Japão) – 7ª Exposição de Belas Artes Brasil-Japão

1986

Havana (Cuba) – 2ª Bienal de Havana

Rio de Janeiro RJ – Sete Décadas da Presença Italiana na Arte Brasileira, no Paço Imperial

São Paulo SP – A URBS na Visão de Oito Artistas, na Galeria Montesanti Roesler

São Paulo SP – Volpi Permanência e Matriz: 7 artistas de São Paulo, na Galeria Montesanti Roesler

1987

Belo Horizonte MG – Ivald Granato, Rubens Gerchman, Claudio Tozzi, na Galeria e Escola de Arte Gesto Gráfico

Paris (França) – São Paulo – Rio – Paris, na Galerie 1900-2000

Rio de Janeiro RJ – Ao Colecionador: homenagem a Gilberto Chateaubriand, no MAM/RJ

Rio de Janeiro RJ – Rio de Janeiro, Fevereiro, Março: do modernismo à geração 80, na Galeria de Arte Banerj

Rio de Janeiro RJ – São Paulo – Rio – Paris, na Montesanti Galleria

São Paulo SP – 20ª Exposição de Arte Contemporânea, na Chapel Art Show

São Paulo SP – O Ofício da Arte: pintura, no Sesc

São Paulo SP – São Paulo – Rio – Paris, na Galeria Montesanti Roesler

São Paulo SP – Trabalhando com o Suporte: pintura, recorte e objeto, na Documenta Galeria de Arte

1988

Rio de Janeiro RJ – 88 x 68: um balanço dos anos

São Paulo SP – 63/66 Figura e Objeto, na Galeria Millan

São Paulo SP – Os Ritmos e as Formas: arte brasileira contemporânea, no Sesc Pompéia

1989

Copenhague (Dinamarca) – Os Ritmos e as Formas: arte brasileira contemporânea, no Museu Charlottenborg

Dinamarca – Modern Brasiliansk Billedkunst

São Paulo SP – 20ª Bienal Internacional de São Paulo, na Fundação Bienal

São Paulo SP – Acervo, na Galeria de Arte São Paulo

1990

Brasília DF – Pantanal: sete visões, na Visual Galeria de Arte

Curitiba PR – 1º Bienal Brasileira de Design

Curitiba PR – 9ª Mostra da Gravura Cidade de Curitiba. Processos Fotomecânicos na Gravura de Arte, no Museu da Gravura

1991

Santo André SP – 19º Salão de Arte Contemporânea de Santo André, no Paço Municipal

São Paulo SP – 21ª Bienal Internacional de São Paulo, na Fundação Bienal

São Paulo SP – O Que Faz Você Agora Geração 60?: jovem arte contemporânea dos anos 60 revisitada, no MAC/USP

1992

Brasília DF – 43º Salão de Abril, na ECT Galeria de Arte

Campinas SP – Premiados nos Salões de Arte Contemporânea de Campinas, no MACC

Fortaleza CE – 43º Salão de Abril, no Museu de Arte da UFC

Recife PE – 43º Salão de Abril, na Galeria Metropolitana de Arte

Rio de Janeiro RJ – Eco Art, no MAM/RJ

São Paulo SP – 43º Salão de Abril, na Casa das Rosas

São Paulo SP – Anos 60/70: Coleção Gilberto Chateubriand – MAM/RJ, na Galeria de Arte do Sesi

1993

Fortaleza CE – 23 Anos, na Galeria Ignez Fiuza

1994

Poços de Caldas MG – Coleção Unibanco: exposição comemorativa dos 70 anos de Unibanco, na Casa da Cultura de Poços de Caldas

Rio de Janeiro RJ – 2ª Mostra de Artes Plásticas: espaço, no Centro Cultural dos Correios

Rio de Janeiro RJ – Trincheiras: arte e política no Brasil, no MAM/RJ

São Paulo SP – Bandeiras: 60 artistas homenageiam os 60 anos da USP, no MAC/USP

São Paulo SP – Bienal Brasil Século XX, na Fundação Bienal

São Paulo SP – Claudio Tozzi, Ivald Granato, Cleber Machado, Maurício Nogueira Lima, Rubens Gerchman, Siron Franco e Tomshige Kusuno, na A Hebraica

São Paulo SP – Passaporte para o ano 2000, na Estação Júlio Prestes

1995

Rio de Janeiro RJ – Coleção Unibanco: exposição comemorativa dos 70 anos do Unibanco, no MAM/RJ

São Paulo SP – 1º United Artists, na Casa das Rosas

São Paulo SP – O Desenho em São Paulo: 1956-1995, na Galeria Nara Roesler

São Paulo SP – Projeto Contato, na Galeria Sesc Paulista

São Paulo SP – Visual Road, no Renato Magalhães Gouvêa – Escritório de Arte

1996

Palmas TO – Mostra de Inauguração, no Espaço Cultural de Palmas

Porto Alegre RS – 1º Sesc Escultura: exposição internacional de esculturas ao ar livre, no Sesc Campestre

Rio de Janeiro RJ – 1º Brahma Reciclarte, no Jardim Botânico

São Paulo SP – 1ª Off Bienal, no MuBE

São Paulo SP – Arte Brasileira: 50 anos de história no acervo MAC/USP: 1920-1970, no MAC/USP

São Paulo SP – Bandeiras, na Galeria de Arte do Sesi

São Paulo SP – O Mundo de Mario Schenberg, na Casa das Rosas

São Paulo SP – 1ª Off Bienal, no Museu Brasileiro da Escultura

São Paulo SP – Bandeiras, na Galeria de Arte do Sesi

1997

Porto Alegre RS – Exposição do Acervo da Caixa, no Conjunto Cultural da Caixa

Porto Alegre RS – Exposição Paralela, no Museu da Caixa Econômica Federal

São Paulo SP – Exposição do Acervo da Caixa, no Conjunto Cultural da Caixa

São Paulo SP – Visões do Múltiplo Contemporâneo, na Galeria Múltipla

1998

Curitiba PR – Exposição do Acervo da Caixa, no Conjunto Cultural da Caixa

Rio de Janeiro RJ – Exposição do Acervo da Caixa, no Conjunto Cultural da Caixa

Rio de Janeiro RJ – Trinta Anos de 68, no CCBB

São Paulo SP – Afinidades Eletivas I: o olhar do colecionador, na Casa das Rosas

São Paulo SP – Década de Setenta, na Galeria São Paulo

São Paulo SP – Figurações: 30 anos na arte brasileira, no MAC/USP

São Paulo SP – Fronteiras, no Itaú Cultural

São Paulo SP – Impressões: a arte da gravura brasileira, no Espaço Cultural Banespa-Paulista

São Paulo SP – O Moderno e o Contemporâneo na Arte Brasileira: Coleção Gilberto Chateaubriand – MAM/RJ, no Masp

1999

Salvador BA – 60 Anos de Arte Brasileira, no Espaço Cultural da Caixa Econômica Federal

São Paulo SP – Cotidiano/Arte. O Consumo, no Itaú Cultural

São Paulo SP – United Artists: Viagens de Identidades, na Casa das Rosas

2000

Belém PA – Arte Pará 2000, no Museu de Arte do Belém

Belo Horizonte MG – Investigações. A Gravura Brasileira. São ou Não São Gravuras, no Itaú Cultural

Brasília DF – Investigações. A Gravura Brasileira. São ou Não São Gravuras, no Itaú Cultural

Lisboa (Portugal) – Século 20: arte do Brasil, na Fundação Calouste Gulbenkian – Centro de Arte Moderna José de Azeredo Perdigão

São Paulo SP – Brasil + 500 Mostra do Redescobrimento, na Fundação Bienal

São Paulo SP – Coleção Pirelli no Acervo do MAM: a arte brasileira nos anos 60, no MAM/SP

São Paulo SP – Coletiva Sociarte, no Clube Atlético Monte Líbano. Espaço Cultural

São Paulo SP – O Papel da Arte, na Galeria de Arte do Sesi

2001

Osasco SP – Três Contemporânes, no Centro Universitário Fieo

São Paulo SP – Arte Hoje, na Arvani Arte

São Paulo SP – Museu de Arte Brasileira: 40 anos,no MAB/Faap

São Paulo SP – X Poéticas, na A Hebraica

2002

Londrina PR – São ou Não São Gravuras?, no Museu de Arte de Londrina

Rio de Janeiro RJ – Arte em Campo, no Centro Cultural da Justiça Federal

Rio de Janeiro RJ – Caminhos do Contemporâneo 1952-2002, no Paço Imperial

São Paulo SP – 8 Artistas Brasileiros Contemporâneos, na Casa das Rosas

São Paulo SP – Cidadeprojeto / cidadeexperiência, no Espaço MAM/Villa-Lobos

São Paulo SP – México Imaginário: o olhar do artista brasileiro, na Casa das Rosas

São Paulo SP – Múltiplos Brasileiros 30 Anos Depois, na Multipla de Arte

São Paulo SP – Ópera Aberta: celebração, na Casa das Rosas

2003

Rio de Janeiro RJ – Arte em Movimento, no Espaço BNDES

Rio de Janeiro RJ – Projeto Brazilianart, no Almacén Galeria de Arte

São Paulo SP – A Subversão dos Meios, no Itaú Cultural

São Paulo SP – Arte & Artistas: exposição dos dezenove pintores, no Masp. Galeria Prestes Maia

São Paulo SP – Arte e Sociedade: uma relação polêmica, no Itaú Cultural

São Paulo SP – Arteconhecimento: 70 anos USP, no MAC/USP

São Paulo SP – Israel e Palestina: dois estados para dois povos, no Sesc Pompéia

2004

São Paulo SP – 450 X 45, na Nova André Galeria

São Paulo SP – Coletiva de Artistas Contemporâneos, no Esporte Clube Sírio

São Paulo SP – O Preço da Sedução: do espartilho ao silicone, no Itaú Cultural

2005

Participa da mostra “Nave dos Insensatos” no Museu de Arte Contemporânea da USP e da mostra O Brasil da terra encantada à aldeia global no Palácio do Itamarati em Brasília. Realiza a Exposição Leituras Urbanas: Cláudio Tozzi e Rubens Gerchman com curadoria de Fábio Magalhães no Espaço Cultural Citybank. Individual no Instituto Cultural Oboé em Fortaleza.

2006

Participa da mostra Os Onze na Embaixada de Berlim e no MUBE em São Paulo e da mostra Futebol e Arte no Espaço Cultural Vivo. Realiza exposição individual – Canteiro de Obras, itinerante pelas capitais brasileiras em espaços do SESC, com curadoria de Fábio Magalhães.

Cronologia

1972

São Paulo SP – Realiza o painel Zebra, na lateral de um prédio da Praça da República

1975

Brasil – Recebe o Prêmio Guarantã de viagem ao exterior da APCA

1979

São Paulo SP – Executa painel na Estação Sé do Metrô

1981

Brasil – Filme Claudio Tozzi, de Fernando Campos

1984

Brasil – Documentário Claudio Tozzi, de Olívio Tavares de Araújo

1989

São Paulo SP – Executa painel na Estação Barra Funda do Metrô

1993

São Paulo SP – Realização do vídeo Claudio Tozzi – Encontro com o Artista, pelo Itaú Cultural

São Paulo SP – Realiza o painel para o programa Metropólis da TV Cultura

1995

São Paulo SP – Executa painel para o edifício da Cultura Inglesa

1998

Rio de Janeiro RJ – Realiza painel na Estação Maracanã do Metrô Rio.

 

Livros

Claudio Tozzi

CLAUDIO TOZZI
Formato: Livro
Coleção: ARTE DE BOLSO
Autor: MAGALHAES, FABIO
Editora: IBEP NACIONAL-
Assunto: ARTES

 

Claudio Tozzi

CLAUDIO TOZZI
Formato: Livro
Coleção: PORTFOLIO BRASIL
Autor: TOZZI, CLAUDIO
Editora: J.J. CAROL
Assunto: ARTES

 

Claudio Tozzi

CLAUDIO TOZZI
Formato: Livro
Coleção: MESTRES DAS ARTES NO BRASIL
Autor: MACHADO, REGINA
Editora: MODERNA EDITORA
Assunto: INFANTO-JUVENIS – ARTES E OFÍCIOS

 

Claudio Tozzi

CONTANDO A ARTE DE CLAUDIO TOZZI
Formato: Livro
Coleção: CONTANDO A ARTE
Autor: D’AMBROSIO, OSCAR
Editora: NOOVHA AMERICA
Assunto: INFANTO-JUVENIS – LITERATURA INFANTIL

 

Estruturas do Real

ESTRUTURAS DO REAL
LIVRO ILUSTRADO DE ARTE
Formato: Livro
Coleção: RESGATANDO CULTURA VOL.07
Autor: TOZZI, CLAUDIO
Editora: INSTITUTO OLGA KOS
Assunto: ARTES – PINTURA

 

Videos

 

Artista plástico Claudio Tozzi mostra coleção particular.
Reportagem: Phelipe Janning
Programa Metrópolis – Tv Cultura

iGaleria – Exposição Panorama Claudio Tozzi
Parte 01
Parte 02
 

Trecho do documentário que traça uma retrospectiva da obra do artista plástico e arquiteto Claudio Tozzi, dirigido por Luiz Claudio Lins. Faz parte da série de DVDs Encontros do Itaú Cultural sobre artistas e outras personalidades da história do Brasil.

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Sobre o autor

O Mercado Arte disponibiliza para os artistas a oportunidade de ter uma página na Web para exibir seus trabalhos e para o público em geral a chance de acessibilidade a um universo artístico criativo que vai muito além do que se apresenta em galerias, museus e sites atualmente.

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