Alfredo Volpi

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“Eu não falo, eu pinto”

Alfredo Volpi foi um pintor ítalo-brasileiro considerado pela crítica como um dos artistas mais importantes da segunda geração do modernismo. Uma das características de suas obras são as bandeirinhas e os casarios.

Mesmo tendo nascido na Itália, de onde foi trazido com menos de dois anos, Volpi é um dos mais importantes artistas brasileiros deste século. Antes de mais nada, trata-se de um pintor original, que inventou sozinho sua própria linguagem. Isso é muito raro na arte produzida em países do terceiro mundo, cuja cultura erudita sempre deve algo a modelos internacionais.

Alfredo Volpi - Foto artista

Alfredo Volpi – Foto artista

O trabalho de Alfredo Volpi é a expressão de sua vida. Uma obra significativa à medida que foi diferenciada.

Ao longo de quase um século de existência, Volpi passou por várias fases, recebeu influências de diversos artistas, como Cézanne, Giotto, Ucello, Ernesto de Fiori, encontrando seu próprio caminho, sua linguagem.

Ora singelas e emotivas, ora vigorosas e dinâmicas, as pinceladas de Volpi revelam a tranqüilidade e a perfeição do artesão.

Volpi brincava com as formas, as linhas e as cores. Sua evolução era tão natural quanto significativa. Passou pelo concretismo, a optical-art, abstraiu os significados de cada forma tratando-as informal, porém consistentemente, qualidade que fez dele um mestre das artes.

Alfredo Volpi

Alfredo Volpi nasceu em Lucca, na Itália, em 14 de abril de 1896. Veio para o Brasil, no ano seguinte, com os pais, que emigraram para São Paulo. Desde pequeno gostava de misturar tintas e criar novas cores. Esse talento o levou a trabalhar como pintor de frisos, florões e painéis nas paredes das mansões paulistanas.

Estudou na Escola Profissional Masculina do Brás e trabalhou como marceneiro, entalhador e encadernador. Aos 16 anos, ele pintou sua primeira aquarela. Aos 18 anos de idade, ele pintou sua primeira obra de arte, sobre a tampa de uma caixa de charutos, usando tinta a óleo.

Alfredo Volpi - Foto artista

Alfredo Volpi – Foto artista

Em 1925 iniciou sua participação em mostras coletivas. Até se firmar como pintor, exerceu vários ofícios, como o de decorador de interiores. Autodidata em artes, tornou-se membro do Grupo Santa Helena, nos anos 1940, onde conheceu o pintor paulista Ernesto de Fiori, que iria influenciá-lo de maneira decisiva.

O grupo era formado por artistas paulistas que se reuniam no palacete Santa Helena, desenvolvendo, durante as décadas de 30 e 40, pinturas que retratavam cenas da vida e da paisagem dos arredores de São Paulo. Participou das primeiras manifestações artísticas contra os modernistas de 1922, junto com outros pintores do Grupo Santa Helena, como Bonadei, Rebolo, Clóvis Graciano, Pennacchi, Mário Zanini.

Volpi expôs no Salão de Maio e na 1ª. Exposição da Família Artística Paulista, em 1938, ambos em São Paulo. No ano seguinte, depois de uma viagem a Itanhaém, no litoral sul paulista, começou a pintar paisagens marinhas. Participou do 7º Salão Paulista de Belas-Artes em 1940.

Ainda em 1940, ganha o concurso promovido pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional – IPHAN, com trabalhos realizados com base nos monumentos das cidades de São Miguel e Embu e encanta-se com a arte colonial, voltando-se para temas populares e religiosos. Realiza trabalhos para a Osirarte, empresa de azulejaria criada em 1940, por Rossi Osir. Sua primeira exposição individual ocorre em São Paulo, na Galeria Itá, em 1944. Em 1950, viaja para a Europa acompanhado de Rossi Osir e Mario Zanini, quando impressiona-se com obras pré-renascentistas. Passa a executar, a partir da década de 1950, composições que gradativamente caminham para a abstração. É convidado a participar, em 1956 e 1957, das Exposições Nacionais de Arte Concreta e mantém contato com artistas e poetas do grupo concreto. Recebe, em 1953, o prêmio de Melhor Pintor Nacional da Bienal Internacional de São Paulo, dividido com Di Cavalcanti; em 1958, o Prêmio Guggenheim; em 1962 e 1966, o de melhor pintor brasileiro pela crítica de arte do Rio de Janeiro, entre outros.

Bienal de Veneza, várias retrospectivas (exposições com a obra do autor) em museus e galerias, precederam a exposição Volpi 90 anos, no Museu de Arte Moderna de São Paulo, no aniversário do artista, dois anos antes de sua morte.

Ao longo de quase um século de existência, Volpi passou por várias fases, recebeu influências de pintores impressionistas e clássicos como Cézanne, Giotto, Ucello, encontrando seu próprio caminho. Volpi criou sua própria

linguagem na pintura e evoluiu naturalmente das representações de cenas da natureza para produções mais intelectuais, concebidas em seu estúdio.

Alfredo Volpi - Vaso com flores

Alfredo Volpi – Vaso com flores

Daí em diante suas obras seriam dominadas pelas cores e pelo estilo abstrato geométrico. Exemplo marcante disso são suas bandeirinhas multicoloridas, que se tornaram sua marca registrada. As formas geométricas e as

trocas cromáticas começaram nos anos 1970: Volpi preparava várias pinturas parecidas, alterando cores, no que os críticos definem como uma combinação inventiva.

É a fase das bandeirinhas, sua maior contribuição para a arte brasileira moderna, expressa em seu trabalho “Bandeiras e Mastros”. Só pintava com a luz do sol e se envolvia totalmente com a criação de sua obra, o que incluía esticar o linho para as telas. Depois de dominar a técnica da têmpera com clara de ovo, o artista nunca mais usou tintas industriais – “elas criam mofo e perdem vida com o passar do tempo”, dizia.

Num processo típico de um pintor do Renascimento, fazia suas próprias tintas, diluídas em uma emulsão de verniz e clara de ovo, em que ele adicionava pigmentos naturais purificados (terra, ferro, óxidos, argila colorida por óxido de ferro) e ressecados ao sol. Alfredo Volpi morreu em 28 de maio de 1988, aos 92 anos.

Curiosidades

Livro – Brincadeiras – Alfredo Volpi
Autor: Katia Canton
Editora: Martins Fontes – WMF

Neste livro singelo e comovente, Alfredo Volpi torna-se um tio imaginário que nos ensina a transformar as coisas do mundo. Através da combinação de obras de arte de Volpi com as poesias de Kátia Canton, o leitor é transportado para um universo mágico, onde casas, cadeiras, bonecos, barcos e bandeiras convidam às brincadeiras.

Livro – Alfredo Volpi
Autor: Nereide Schilaro Santa Rosa
Editora: Moderna Editora

Olha lá quanta bandeirinha: é um Volpi! Todo mundo sabe. Até parece que só pintava bandeiras! Que nada! Triângulos, retas, losangos, meios-círculos, tudo por suas mãos se transforma em meias-luas, barcos, sereias, santos, casas… e bandeirinhas. Com muita simplicidade, a obra de Volpi representa as cores, as formas e a cultura do Brasil.

 

Alfredo Volpi - Congada

Alfredo Volpi – Congada

Depoimentos

“(…) A questão é que sempre pintei as minhas pinturas que ‘saem’, nunca fui atrás de corrente alguma. Os concretistas me convidaram, fui expor com eles. . . mas nunca pensei em seguir alguém ou qualquer corrente. . . Uma vez em 57 ou 58 fomos ver uma casa aqui perto, com o Mário Pedrosa, tinha umas linhas geométricas minhas na fachada, ele achou fantástico, eram do 30 ou do 40. . . Sempre pintei o que senti, a minha pintura aos poucos foi se transformando, começa com a natureza, depois aos poucos vai saindo fora, às vezes, continua, eu nunca penso no que estou fazendo. Penso só no problema da linha, da forma, da cor. Nada mais. . . Meus quadros têm uma construção, o problema é só de pintura, não representam nada. Isso vem aos poucos, é uma coisa lenta, é um problema, toda a vida foi assim”.

Alfredo Volpi (1957)

 

Alfredo Volpi - Casas e barcos - 55  x 38 cm

Alfredo Volpi – Casas e barcos – 55 x 38 cm

Críticas

“Volpi pinta vôlpis.

(…) atualmente, os vôlpis das “casas”, das “bandeiras”, das “fachadas”, das “composições”, são sempre o resultado que volpi encontra ao usufruir, contemporaneamente, de sua experiência dentro do figurativo, do abstrato ou do concreto. eis porque volpi pinta como volpi, enfrentando a prestidigitação do gosto, com aquilo que ele argutamente sabe e acha, que deve pintar.

é, pois, facilmente, que descobrimos que cada quadro seu evidencia uma realidade, dimensionada em um tempo sem começo e sem fim, onde cada qual faz brotar de si constantes informações de relatos, racionalmente sem valor.(…)”.
Willys de Castro

“(…) Uma ampla exposição do desenvolvimento de Volpi, de seu trabalho atual em andamento, em articulação com o que já fez antes é valiosa, sobretudo para que se possa apreciar a pintura de um ´artista inteiro´, ou dessa inteireza de Volpi, tão rara entre nós, como há dias frisava um seu admirador. Volpi saiu do Brasil apenas uma vez, por alguns meses, para ir à Itália, sobretudo, em 1950. No entanto, não se creia que isso seja indício de estacionamento, ao contrário, seu trabalho de agora irradia frescor, sem relembrar retomadas nostálgicas. Era extremamente moderno também há vinte anos, nos anos 50, para os concretistas, que nele viam um exemplo de construção e depuração. Como nos anos 40, em plena fase de transfiguração de suas figuras e paisagens, táctil como um Rosai (´lembra Rosai sem ter visto Rosai´, disse Willys de Castro), ou na apreensão da atmosfera nas suas marinhas de Itanhaém, em fins da década de 30. É difícil explicar esta manutenção de atualidade de Volpi, esse ´ser´ moderno, sem correr atrás de modas, mantendo, simultaneamente, sua singularidade de expressão. (…)”.
Aracy Amaral

“Nos primeiros anos da década de 40, as vistas e marinhas de Itanhaém mergulham numa atmosfera ligeiramente irreal, que evoca algo da ´pintura metafísica´ – embora não se pareça em nada com ela – e é obtida através do colorido severo e da economia de imagens voluntárias: em nenhuma obra sobrevive qualquer elemento acessório. (…) (. . . ) No final da década de 40 para frente, a realidade já não surge sequer como estímulo, mas apenas como um repositório de imagens, um repertório iconográfico do qual Volpi retira formas avulsas existentes – portas, janelas, telhados, ruas, pátios, barcos, gradis, linhas do mar ou do horizonte – como se fossem signos abstratos. (…) Daí em diante, começa a série de fachadas; e com elas se abre a porta à pura abstração geométrica. (…) As condições para que ele (Volpi) cumpra seu papel de mestre consumado, e ascenda à ímpar posição que hoje ocupa, só se reúnem após 55. Data do pós-concretismo o Volpi definitivo, aquele que conseguiu fazer o que muito poucos outros fizeram, o que pode competir no plano internacional da inventividade e qualidade. (…)”.
Olívio Tavares de Araújo

Alfredo Volpi - Mastro de Santo Antônio - 75 x 105 cm

Alfredo Volpi – Mastro de Santo Antônio – 75 x 105 cm

“Acho Volpi um dos nossos grandes coloristas. (…) Acho que Volpi chega a uma síntese incrível nos portais e nas festas de São João. Sua pincelada, ao contrário, tem uma forte vibração. Nos trabalhos iniciais, sua cor era mais chapada. Mas, no final de sua vida, ao pintar aquelas superfícies que parecem bandeiras mas que já são enormes abstrações, dando cores extremamente vibrantes e mudando a direção do pincel para conseguir uma certa vibração, parece que a cor está viva ali. Acho aquilo tão sutil e tão rico, é pura luz! O fantástico é que, apesar da economia, ele chega ao cerne da expressão, à essência da qualidade. Poucos artistas fizeram isso. Van Gogh o fez quando pintava o céu com uma pincelada e os corvos com outra. Volpi o realizou sem nunca ter ouvido falar em Van Gogh”.
Lygia Pape

“Para Volpi, ao contrário, o aspecto tosco de suas formas não é sinal de solidez, e sim de um desgaste lento que conduziu o objeto a uma confiança natural. À semelhança dessas facas de sapateiro que com o tempo vêem sua lâmina ganhar o desenho de uma meia-lua, ou nas peças de um carro de boi que pelo atrito adquirem uma aparência lisa e polida, o que se observa não é tanto a resistência do material ou a imposição de um contorno, mas antes o trabalho paciente do tempo, a acumulação amorosa de uma atividade cujo ritmo escapa à temporalidade abstrata do capital. As formas gastas de Volpi, por sua origem, são inacabadas. A qualquer momento elas podem voltar a ceder, e adquirir novos perfis. A atualidade, nessa obra, não significa a conquista de um presente taxativo, que encontra expansão na vigência indiscutível da cor ou estrutura. Ela se afirma na possibilidade de rearranjos constantes, que se somam permanentemente.”
Rodrigo Naves

“Alfredo Volpi foi um homem quase iletrado, mas um pintor de grande cultura visual. As particulariedades da história cultural do Brasil o levaram a percorrer um caminho que na Europa demandaria várias gerações, da pintura romântica até a crise do modernismo. Num país caracterizado por explosões artísticas de curta duração, produziu por quase setenta anos uma pintura de qualidade elevada – por trinta anos, pelo menos, uma grande pintura. Sua arte nunca deu saltos: evoluiu por modificações e incorporações graduais, que permitiram reduzir a uma linguagem original um leque bastante considerável de influências. Nunca viajou, a não ser por um breve período em 1950, mas dispôs de uma sensibilidade muito aguda para aproveitar o que estava à mão – e o que estava à mão, afinal, não era tão pouco. Não foi um pintor de sistema, e sim de método: manipulou informações díspares, que podiam ir dos macchiaioli a Albers, até encaixá-las em sua arte. Foi nessa digestão lenta, mais do que na indigestão antropofágica, que veio à tona um modelo convincente de arte moderna brasileira. O modernismo de Volpi é um modernismo da memória, afetivo e artesanal, de marcha lenta e voz mansa. Não se projeta no futuro, nem pode dar conta dos cliques instantâneos e sem contornos da vida contemporânea. Permanece no entanto, como um horizonte e uma promessa – como os poemas de Bandeira e as canções de Caymmi”.

Alfredo Volpi - Esquina, Centro São Paulo - 39 x 49 cm

Alfredo Volpi – Esquina, Centro São Paulo – 39 x 49 cm

Lorenzo Mammí

“Quando, no princípio da década de 1950, surgiram as primeiras pinturas de Volpi projetadas num espaço plenamente bidimensional, não se tratava, então, de uma guinada ou de uma ruptura moderna na trajetória do velho artista. Sabemos que desde a segunda metada da década de 40, mesmo antes do advento pleno daquele espaço bidimensional, Volpi vinha lidando com a noção de superfície de uma posição quase solitária no meio de arte brasileira. O campo da representação se revelava então reduzido a um repertório de elementos constantes, cuja função narrativa o pintor pacientemente limava, até que no abrir da década de 1950 eles viessem á tona em um jogo de elementos formais móveis e permutáveis, embora nesse processo jamais se perdesse a referência afetiva do subúrbio e não houvesse dúvida de que ali se tratava de uma retratada memória familiar de fachadas e janelas. A cor já havia aflorado como elemento autônomo, estrutural; era como se Volpi, depois de quase três décadas de recato intimista e comedimento cromático na arte brasileira, reabrisse um capítulo engasgado na pintura nacional, retomando os planos francos e radiantes que haviam aturdido e precocemente embotado a obra de Tarsila, e a noção de uma superfície contínua, que irradiava para a vida na cidade”.
Sônia Salzstein

Alfredo Volpi - Bandeirinhas - 48,6 x 72 cm

Alfredo Volpi – Bandeirinhas – 48,6 x 72 cm

Principais obras de arte
- “Mulata”
- “Fachada e Rua”
- “Festa de São João”
- “Grande Fachada Festiva”
- “Fachadas”
- “Sereias”
- “Bandeirinhas”
- “Bandeirinhas Geométricas”
- “Mastro de São Pedro”
- “Madona”
- “Dom Bosco”

 

Exposições Individuais

1944

São Paulo SP – Individual, na Galeria Itá

1945

São Paulo SP – Individual, na Galeria Domus

1946

São Paulo SP – Individual, na Galeria Domus

1955

São Paulo SP – Individual, na Galeria Tenreiro

1956

São Paulo SP – Individual, no MAM/SP

1957

Rio de Janeiro RJ – Alfredo Volpi: retrospectiva, no MAM/RJ

1960

São Paulo SP – Individual, na Galeria São Luís

1962

Rio de Janeiro RJ – Individual, na Petite Galerie

1965

Rio de Janeiro RJ – Individual, na Petite Galerie

1969

São Paulo SP – Vinte Anos da Pintura de Alfredo Volpi 1948/1968, Galeria Cosme Velho

1970

Rio de Janeiro RJ – Individual, na Petite Galerie

1971

São Paulo SP – Individual, na Galeria Ralph Camargo

1972

Rio de Janeiro RJ – Alfredo Volpi: alguns trabalhos selecionados 1925-1972, na Galeria Barcinsky

Rio de Janeiro RJ – Alfredo Volpi: pintura 1914-1972, no MAM/RJ

1975

São Paulo SP – Alfredo Volpi: retrospectiva, no MAM/SP

1976

Campinas SP – Volpi: a visão essencial, no MACC

São Paulo SP – Individual, na Galeria Cosme Velho

1980

Brasília DF – Individual, na Galeria Oswaldo Goeldi

Rio de Janeiro RJ – Têmperas de Alfredo Volpi, na Acervo Galeria de Arte

São Paulo SP – Volpi – As Pequenas Grandes Obras: três décadas de pintura, na A Ponte Galeria de Arte

1981

São Paulo SP – A. Volpi: os primeiros anos e a década de 20, na Galeria Cosme Velho

1984

Brasília DF – Individual, na Oscar Seraphico Galeria de Arte

1985

Rio de Janeiro RJ – Individual, na Galeria Bonino

São Paulo SP – Volpi 89 anos, na Dan Galeria

1986

São Paulo SP – Alfredo Volpi: 90 anos. Um registro documental por Calixto, no MAC/USP

São Paulo SP – Volpi: 90 anos, no MAM/SP

1987

Rio de Janeiro RJ – A. Volpi: obras de diferentes épocas, na Galeria Contorno

Exposições Coletivas

 1925

São Paulo SP – 2ª Exposição Geral de Belas Artes, no Palácio das Indústrias

1928

São Paulo SP – Salão de Belas Artes Muse Italiche, no Palácio das Indústrias – medalha de ouro

1933

Rio de Janeiro RJ – 40ª Exposição Geral de Belas Artes, na Enba – medalha de bronze

1934

São Paulo SP – 1º Salão Paulista de Belas Artes, na Rua 11 de Agosto

1935

São Paulo SP – 3º Salão Paulista de Belas Artes, medalha de bronze

1936

São Paulo SP – 4º Salão Paulista de Belas Artes

São Paulo SP – Exposição de Pequenos Quadros, no Palácio das Arcadas

1937

São Paulo SP – 1º Salão da Família Artística Paulista, no Esplanada Hotel de São Paulo

1938

São Paulo SP – 2º Salão de Maio, no Esplanada Hotel de São Paulo
São Paulo SP – 4º Salão do Sindicato dos Artistas Plásticos

1939

São Paulo SP – 2º Salão da Família Artística Paulista, no Automóvel Clube

São Paulo SP – 3º Salão de Maio, na Galeria Itá

São Paulo SP – 5º Salão do Sindicato dos Artistas Plásticos, na Galeria Prestes Maia

1940

Porto Alegre RS – 2º Salão do Instituto de Belas Artes do Rio Grande do Sul

Rio de Janeiro RJ – 46º Salão Nacional de Belas Artes, no MNBA

Rio de Janeiro RJ – 3º Salão da Família Artística Paulista, no Palace Hotel

1941

Rio de Janeiro RJ – 47º Salão Nacional de Belas Artes, no MNBA

São Paulo SP – 1º Salão da Osirarte, na Rua Barão de Itapetininga, 124

São Paulo SP – 6º Salão do Sindicato dos Artistas Plásticos, na Galeria Prestes Maia

São Paulo SP – 1º Salão de Arte da Feira Nacional de Indústrias, no Parque da Água Branca

1942

Rio de Janeiro RJ – 48º Salão Nacional de Belas Artes, no MNBA

São Paulo SP – 7º Salão do Sindicato dos Artistas Plásticos, na Galeria Prestes Maia

1943

Rio de Janeiro RJ – 49º Salão Nacional de Belas Artes, no MNBA

Rio de Janeiro RJ – Exposição Anti-Eixo, no Museu Histórico e Diplomático – Palácio Itamaraty

Rio de Janeiro RJ – Exposição de Azulejos da Osirarte, no MNBA

1944

Belo Horizonte MG – Exposição de Arte Moderna, no Edifício Mariana

Londres (Inglaterra) – Exhibition of Modern Brazilian Paintings, na Royal Academy of Arts

Norwich (Inglaterra) – Exhibition of Modern Brazilian Paintings, no Norwich Castle and Museum

São Paulo SP – 9º Salão do Sindicato dos Artistas Plásticos, na Galeria Prestes Maia

São Paulo SP – Nelson Nóbrega, Alfredo Volpi, Anita Malfatti, Clóvis Graciano, Hilde Weber e Francisco Rebolo, na Galeria Jaraguá

1945

Bath (Inglaterra) – Exhibition of Modern Brazilian Paintings, no Victiry Art Gallery

Bristol (Inglaterra) – Exhibition of Modern Brazilian Paintings, no Bristol City Museum & Art Gallery

Edimburgo (Escócia) – Exhibition of Modern Brazilian Paintings, na National Gallery

Glasgow (Escócia) – Exhibition of Modern Brazilian Paintings, na Kelingrove Art Gallery

Manchester (Inglaterra) – Exhibition of Modern Brazilian Paintings, na Manchester Art Gallery

São Paulo SP – Alfredo Volpi, Bonadei, Carlos Prado, Quirino da Silva, Francisco Rebolo, Mario Zanini e José Pancetti, na Galeria Benedetti

São Paulo SP – Anita Malfati, Virgínia Artigas, Clóvis Graciano, Mick Carnicelli, Oswald de Andrade Filho, José Pancetti, Carlos Prado, Francisco Rebolo, Quirino da Silva, Alfredo Volpi, Mario Zanini, na Galeria Itapetininga

São Paulo SP – Galeria Domus: mostra inaugural, na Galeria Domus

1946

Buenos Aires (Argentina) – Osirarte, no Salón Peuser

São Paulo SP – 10º Salão do Sindicato dos Artistas Plásticos, na Galeria Prestes Maia – Prêmio Mário de Andrade

São Paulo SP – Osirarte, na Galeria Benedetti

1947

Mendoza (Argentina) – Osirarte, na Galeria Gimenez

São Paulo SP – 11º Salão do Sindicato dos Artistas Plásticas, na Galeria Prestes Maia

1948

Rio de Janeiro RJ – Pintores Paulistas, no Ministério da Educação e Cultura

São Paulo SP – 12º Salão dos Sindicato dos Artistas Plásticos, na Galeria Domus

São Paulo SP – Mario Zanini, Rebolo, Sérgio Milliet e Volpi, na Galeria Domus

1949

Rio de Janeiro RJ – Exposição da Pintura Paulista

Salvador BA – 1º Salão Baiano de Belas Artes, no Hotel Bahia

1950

São Paulo SP – Alfredo Volpi, Nelson Nóbrega, Zanini, Francisco Rebolo, na Galeria Domus

Veneza (Itália) – 25ª Bienal de Veneza

1951

São Paulo SP – 1ª Bienal Internacional de São Paulo, no Pavilhão do Trianon

São Paulo SP – 1º Salão Paulista de Arte Moderna, na Galeria Prestes Maia

1952

Rio de Janeiro RJ – Exposição de Artistas Brasileiros, no MAM/RJ

São Paulo SP – Volpi, Zanini, Rossi, no Centro Cultural Ítalo-Brasileiro

Veneza (Itália) – 26ª Bienal de Veneza – prêmio aquisição

1953

São Paulo SP – 2ª Bienal Internacional de São Paulo, no Pavilhão dos Estados – prêmio de melhor pintor nacional, dividido com Di Cavalcanti

São Paulo SP – Congresso Extraordinário da Associação Internacional de Críticos de Arte, no Masp

1954

Goiânia GO – Exposição do Congresso Nacional de Intelectuais

Roma (Itália) – Exposição Brasileira, na Galleria Nazionale d’Arte Moderna

São Paulo SP – Arte Contemporânea: exposição do acervo do Museu de Arte Moderna de São Paulo, no MAM/SP

Veneza (Itália) – 27ª Bienal de Veneza

1955

São Paulo SP – 3ª Bienal Internacional de São Paulo, no Pavilhão das Nações

São Paulo SP – 4º Salão Paulista de Arte Moderna, na Galeria Prestes Maia – Prêmio Governador do Estado

1956

São Paulo SP – 1ª Exposição Nacional de Arte Concreta, no MAM/SP

São Paulo SP – 50 Anos de Paisagem Brasileira, no MAM/SP

1957

Rio de Janeiro RJ – 1ª Exposição Nacional de Arte Concreta, no MAM/RJ

São Paulo SP – 4ª Bienal Internacional de São Paulo, no Pavilhão Ciccilo Matarazzo Sobrinho

1959

Leverkusen (Alemanha) – Primeira Exposição Coletiva de Artistas Brasileiros na Europa

Munique (Alemanha) – Primeira Exposição Coletiva de Artistas Brasileiros na Europa, no Kunsthaus

Nova York (Estados Unidos) – Guggenheim International Award: 1958, no Solomon R. Guggenheim Museum

Rio de Janeiro RJ – 30 Anos de Arte Brasileira, na Galeria Macunaíma

Tóquio (Japão) – 5ª Bienal de Tóquio

Viena (Áustria) – Primeira Exposição Coletiva de Artistas Brasileiros na Europa

1960

Hamburgo (Alemanha) – Primeira Exposição Coletiva de Artistas Brasileiros na Europa

Lisboa (Portugal) – Primeira Exposição Coletiva de Artistas Brasileiros na Europa

Madri (Espanha) – Primeira Exposição Coletiva de Artistas Brasileiros na Europa

Paris (França) – Primeira Exposição Coletiva de Artistas Brasileiros na Europa

São Paulo SP – Coleção Leirner, na Galeria de Arte das Folhas

Utrecht (Holanda) – Primeira Exposição Coletiva de Artistas Brasileiros na Europa

1961

Rio de Janeiro RJ – 1ª O Rosto e a Obra, na Galeria Ibeu Copacabana

São Paulo SP – 6ª Bienal Internacional de São Paulo, no Pavilhão Ciccilo Matarazzo Sobrinho

1962

São Paulo SP – Seleção de Obras de Arte Brasileira da Coleção Ernesto Wolf, no MAM/SP

1963

Campinas SP – Pintura e Escultura Contemporâneas, no Museu Carlos Gomes

Rio de Janeiro RJ – A Paisagem como Tema, na Galeria Ibeu Copacabana

São Paulo SP – Galeria Novas Tendências: coletiva inaugural, na Associação de Artes Visuais Novas Tendências

Stuttgart (Alemanha) – Mostra, na Galeria do Studium Generale

1964

Rio de Janeiro RJ – O Nu na Arte Contemporânea, na Galeria Ibeu Copacabana

Veneza (Itália) – 32ª Bienal de Veneza

1966

Rio de Janeiro RJ – O Artista e a Máquina, no MAM/RJ

Salvador BA – 1ª Bienal Nacional de Artes Plásticas – Hors Concours

São Paulo SP – Meio Século de Arte Nova, no MAC/USP

São Paulo SP – O Artista e a Máquina, no Masp

São Paulo SP – O Grupo do Santa Helena, Hoje, na Galeria 4 Planetas

São Paulo SP – Três Premissas, no MAB/Faap

1967

São Paulo SP – A Família Artística Paulista: trinta anos depois, no Auditório Itália

1970

São Paulo SP – 2º Panorama de Arte Atual Brasileira, no MAM/SP – prêmio melhor pintor nacional

1971

Rio de Janeiro RJ – 9º Resumo de Arte JB, no MAM/RJ

1972

São Paulo SP – 2ª Exposição Internacional de Gravura, no MAM/SP

São Paulo SP – A Semana de 22: antecendentes e conseqüências, no Masp

São Paulo SP – Arte/Brasil/Hoje: 50 anos depois, na Galeria da Collectio

São Paulo SP – Grupo Santa Helena: desenhos, na Azulão Galeria

São Paulo SP – Temática Brasileira, no Paço das Artes

1973

São Paulo SP – 1ª Exposição de Belas Artes Brasil-Japão

São Paulo SP – 5º Panorama de Arte Atual Brasileira, no MAM/SP

São Paulo SP – Oito Pintores do Grupo Santa Helena, na Uirapuru Galeria de Arte

1975

Rio de Janeiro RJ – 2ª Exposição de Belas Artes Brasil-Japão, no Centro Lume

São Paulo SP – 2ª Exposição de Belas Artes Brasil-Japão, na Assembléia Legislativa do Estado de São Paulo

São Paulo SP – 40 Anos: Grupo Santa Helena, no MIS/SP

São Paulo SP – O Modernismo de 1917 a 1930, no Museu Lasar Segall

1976

São Paulo SP – 8º Panorama de Arte Atual Brasileira, no MAM/SP

São Paulo SP – Os Salões: da Família Artística Paulista, de Maio e do Sindicato dos Artistas Plásticos de São Paulo, no Museu Lasar Segall

1977

Rio de Janeiro RJ – Projeto Construtivo Brasileiro na Arte: 1950-1962, no MAM/RJ

São Paulo SP – Grupo Seibi – Grupo do Santa Helena: década 35 a 45, no MAB/Faap

São Paulo SP – Projeto Construtivo Brasileiro na Arte: 1950-1962, na Pinacoteca do Estado

1978

Penápolis SP – 3º Salão de Artes Plásticas da Noroeste, na Fundação Educacional de Penápolis. Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Penápolis

Rio de Janeiro RJ – 3ª Arte Agora: América Latina, geometria sensível, no MAM/RJ

São Paulo SP – As Bienais e a Abstração: a década de 50, no Museu Lasar Segall

São Paulo SP – Construtivistas e Figurativos na Coleção Theon Spanudis, no Centro de Artes Porto Seguro

1979

São Paulo SP – 15ª Bienal Internacional de São Paulo, na Fundação Bienal

São Paulo SP – 4ª Exposição de Belas Artes Brasil-Japão

São Paulo SP – Coleção Theon Spanudis, no MAC/USP

São Paulo SP – Desenhos nos Anos 40: homenagem a Sérgio Milliet, na Biblioteca Municipal Mário de Andrade

São Paulo SP – O Grupo Santa Helena, na Uirapuru Galeria de Arte

São Paulo SP – Quatro Coloristas, na Christina Faria de Paula Galeria de Arte

1980

Buenos Aires (Argentina) – Ochenta Años de Arte Brasileño, no Banco Itaú

Rio de Janeiro RJ – Homenagem a Mário Pedrosa, na Galeria Jean Boghici

Rio de Janeiro RJ – Milton Dacosta, Volpi, Bruno Giorgi, na Acervo Galeria de Arte

Santiago (Chile) – 20 Pintores Brasileños, na Academia Chilena de Bellas Artes

1981

Atami (Japão) – 5ª Exposição de Belas Artes Brasil-Japão

Brasília DF – 5ª Exposição de Belas Artes Brasil-Japão

Kioto (Japão) – 5ª Exposição de Belas Artes Brasil-Japão

Maceió AL – Artistas Brasileiros da Primeira Metade do Século XX, no Instituto Histórico e Geográfico

Nekai (Japão) – 5ª Exposição de Belas Artes Brasil-Japão

Rio de Janeiro RJ – Do Moderno ao Contemporâneo: Coleção Gilberto Chateaubriand, no MAM/RJ

São Paulo SP – 5ª Exposição de Belas Artes Brasil-Japão

São Paulo SP – Arte Transcendente, no MAM/SP

São Paulo SP – Artistas Contemporâneos Brasileiros, na Galeria de Arte São Paulo

São Paulo SP – Rebolo e os Pintores do Santa Helena, na Dan Galeria

Tóquio (Japão) – 5ª Exposição de Belas Artes Brasil-Japão

1982

Bauru SP – 80 Anos de Arte Brasileira

Lisboa (Portugal) – Do Moderno ao Contemporâneo: Coleção Gilberto Chateaubriand, no Centro de Arte Moderna José de Azeredo Perdigão

Londres (Inglaterra) – Brasil 60 Anos de Arte Moderna: Coleção Gilberto Chateaubriand, na Barbican Art Gallery

Marília SP – 80 Anos de Arte Brasileira

Rio de Janeiro RJ – Futebol: interpretações, na Galeria de Arte Banerj

Rio de Janeiro RJ – Que Casa é essa da Arte Brasileira

Salvador BA – A Arte Brasileira da Coleção Odorico Tavares, no Museu Carlos Costa Pinto

São Paulo SP – 80 Anos de Arte Brasileira, no MAB/Faap

São Paulo SP – Do Modernismo à Bienal, no MAM/SP

São Paulo SP – Marinhas e Ribeirinhas, no Museu Lasar Segall

1983

Belo Horizonte MG – 80 Anos de Arte Brasileira, na Fundação Clóvis Salgado. Palácio das Artes

Campinas SP – 80 Anos de Arte Brasileira, no MACC

Curitiba PR – 80 Anos de Arte Brasileira, no MAC/PR

Ribeirão Preto SP – 80 Anos de Arte Brasileira

Santo André SP – 80 Anos de Arte Brasileira, na Prefeitura Municipal de Santo André

1984

Ourinhos SP – Homenagem a Arte da Gravura no Brasil, na Itaugaleria

Rio de Janeiro RJ – Pintura Brasileira Atuante, no Espaço Petrobras

São Paulo SP – Coleção Gilberto Chateaubriand: retrato e auto-retrato da arte brasileira, no MAM/SP

São Paulo SP – Tradição e Ruptura: síntese de arte e cultura brasileiras, na Fundação Bienal

1985

Curitiba PR – Quatro Mestres: quatro visões, na Simões de Assis Galeria de Arte

Rio de Janeiro RJ – 8º Salão Nacional de Artes Plásticas, no MAM/RJ

Rio de Janeiro RJ – Encontros, na Petite Galerie

Rio de Janeiro RJ – Obras Raras, na Galeria Ralph Camargo

São Paulo SP – 100 Obras Itaú, no Masp

São Paulo SP – Destaques da Arte Contemporânea Brasileira, no MAM/SP

São Paulo SP – Osirarte: pinturas sobre azulejo e Volpi, Zanini, Hilde Weber e Gerda Brantani, na Pinacoteca do Estado

1986

Rio de Janeiro RJ – JK e os Anos 50: uma visão da cultura e do cotidiano, na Galeria Investiarte

Rio de Janeiro RJ – Sete Décadas da Presença Italiana na Arte Brasileira, no Paço Imperial

São Paulo SP – Retrospectiva 90 Anos

São Paulo SP – Seis Tempos: 80 anos, na Pinacoteca do Estado

1987

Paris (França) – Modernidade: arte brasileira do século XX, no Musée d’Art Moderne de la Ville de Paris

Rio de Janeiro RJ – Ao Colecionador: homenagem a Gilberto Chateaubriand, na MAM/RJ

São Paulo SP – 20ª Exposição de Arte Contemporânea, na Chapel Art Show

São Paulo SP – As Bienais no Acervo do MAC: 1951 a 1985, no MAC/USP

São Paulo SP – O Ofício da Arte: pintura, no Sesc

1988

Rio de Janeiro RJ – 2ª Abstração Geométrica, na Funarte. Centro de Artes

São Paulo SP – Brasiliana: o homem e a terra, na Pinacoteca do Estado

São Paulo SP – MAC 25 anos: destaques da coleção inicial, no MAC/USP

São Paulo SP – Modernidade: arte brasileira do século XX, no MAM/SP

Cronologia

s. d.

São Paulo SP – Trabalha como marceneiro-entalhador e encadernador

1897/1988

São Paulo SP – Vem para o Brasil com seus pais, fixando-se em São Paulo

1912

São Paulo SP – Começa a trabalhar como pintor decorador de residências

1918

São Paulo SP – Realiza com Orlando Duílio Tarquínio Rossi (1894 – 1970) trabalho de decoração para o Hospital Militar, no bairro do Ipiranga. A pintura não foi preservada

1935

São Paulo SP – Participa da formação do Grupo Santa Helena, ao lado de Francisco Rebolo (1902 – 1980), Bonadei (1906 – 1974), Clóvis Graciano (1907 – 1988), Mario Zanini (1907 – 1971) e Fulvio Pennacchi (1905 – 1992)

1936

São Paulo SP – Participa da fundação do Sindicato dos Artistas Plásticos de São Paulo

1937

São Paulo SP – Recebe medalha de bronze do Museu Paulista de Belas Artes

1937/1938

Piracicaba SP – Trabalha na decoração da capela da Usina de Açúcar de Monte Alegre, com a colaboração de Aldorigo Marchetti e Mario Zanini

1937/1938

São Paulo SP – Integra a Família Artística Paulista – FAP

 ca.1938

Itanhaém SP – Vai, durante três anos, toda semana para Itanhaém. Produz numerosas marinhas e conhece o pintor Emídio de Souza (1868 – ca.1949)

1940/ca.1950

São Paulo SP – Realiza trabalhos para a Osirarte, de Rossi Osir (1890 – 1959)

1941

São Paulo SP – Recebe o prêmio de melhor trabalho para os monumentos de São Miguel e Embu

1945

São Paulo SP – Executa, com Rossi Osir, Zanini, Rebolo e outros, a decoração de um baile carnavalesco, cuja renda é destinada à fundação do Clube dos Artistas e Amigos da Arte

1946

São Paulo SP – Começa a pintar a série das “fachadas”

1949

São Paulo SP – Executa duas pinturas murais no Hospital de São Luís Gonzaga

1950

Europa – Realiza única viagem à Europa, acompanhado por Mario Zanini e Rossi Osir. Permanece quase seis meses na Itália

1951

São Paulo SP – Realiza pinturas murais e prepara os desenhos dos vitrais da Igreja do Cristo Operário

1953

Recebe o Prêmio de Aquisição da Unesco

1954

Bahia – Viaja com Theon Spanudis (1915 – 1986)

1958

Brasília DF – Realiza afrescos e desenha paramentos para a Capela de Nossa de Fátima dos Pioneiros Sociais

Estados Unidos – Recebe o Prêmio Guggenheim

1959

São Paulo SP – Membro do júri de seleção da representação brasileira na 5ª Bienal Internacional de São Paulo, no Pavilhão Ciccilo Matarazzo Sobrinho

1962

Executa painéis para a Companhia de Navegação Costeira, com auxílio do pintor Décio Vieira (1922 – 1988)

Rio de Janeiro RJ – É escolhido pela crítica de arte, como o melhor pintor brasileiro

1966

Brasília DF – Realiza o afresco Visão de Dom Bosco, no Palácio Itamaraty

Rio de Janeiro RJ – É escolhido pela crítica de arte, como o melhor pintor brasileiro

1971

Rio de Janeiro RJ – Recebe o Golfinho de Ouro pela melhor exposição realizada em 1970, no MIS/RJ

1973

Brasil – Recebe o título de Grão Mestre da Ordem do Rio Branco

Itália – Recebe o título de Comendador da Ordem do Mérito da República Italiana

São Paulo SP – Recebe da Câmara Municipal de São Paulo a Medalha Anchieta

São Paulo SP – Recebe o prêmio Personalidade Global do Governo do Estado

São Paulo SP – Recebe prêmio da Associação Paulista de Críticos de Artes – APCA

1975

Olívio Tavares de Araújo realiza o documentário Alfredo Volpi

Recebe a medalha Pero Vaz de Caminha e a placa de prata Phillips do Brasil

1976

São Paulo SP – Recebe a Ordem do Ipiranga e é homenageado na Câmara Municipal de São Paulo

1977

Recebe o diploma Bandeirante do Brasil, conferido pelo Instituto Nacional de Expansão Cultural

Recebe o troféu Personalidade Global, outorgado pelo jornal O Globo e pela Rede Globo de Televisão

São Paulo SP – É homenageado com o Troféu Francisco Matarazzo Sobrinho, no Centro Cultural Francisco Matarazzo Sobrinho

1978

Recebe medalha de prata de Legião de Honra Giuseppe Garibaldi

1983

São Paulo SP – Recebe Medalha Paulista, em homenagem da Paulistur

1986

Nova York (Estados Unidos) – Prêmio de Artes Plásticas Gabriela Mistral, da Organização dos Estados Americanos.

 

Livros

Alfredo Volpi

ALFREDO VOLPI
Formato: Livro
Coleção: MESTRES DAS ARTES NO BRASIL
Autor: SANTA ROSA, NEREIDE SCHILARO
Editora: MODERNA EDITORA
Assunto: INFANTO-JUVENIS – ARTES E OFÍCIOS

 

Brincadeiras

BRINCADEIRAS
Formato: Livro
Autor: CANTON, KATIA
Editora: WMF MARTINS FONTES
Assunto: INFANTO-JUVENIS – POESIA

 

Era uma vez tres

ERA UMA VEZ TRES
Formato: Livro
Coleção: ARTE PARA CRIANÇA
Autor: MACHADO, ANA MARIA
Editora: BERLENDIS & VERTECCH
Assunto: INFANTO-JUVENIS – ARTES E OFÍCIOS

 

Os anjos pintores

ANJOS PINTORES, OS
ALFREDO VOLPI, AMEDEO MODIGLIANI
Formato: Livro
Autor: MACHADO, ANA MARIA
Editora: BERLENDIS & VERTECCH
Assunto: INFANTO-JUVENIS – ARTES E OFÍCIOS

 

Volpi

VOLPI
Formato: Livro
Coleção: CRIANÇAS FAMOSAS
Autor: BONITO, ANGELO
Autor: SANTA ROSA, NEREIDE SCHILARO
Editora: CALLIS
Assunto: INFANTO-JUVENIS – ARTES E OFÍCIOS

 

Volpi

VOLPI
Formato: Livro
Coleção: ESPAÇOS DA ARTE BRASILEIRA
Autor: MAMMI, LORENZO
Editora: COSAC NAIFY
Assunto: ARTES

 

6 perguntas sobre Volpi

6 PERGUNTAS SOBRE VOLPI
Formato: Livro
Autor: NAVES, RODRIGO
Autor: MAMMI, LORENZO
Autor: SALZSTEIN, SONIA
Editora: IMS
Assunto: ARTES – TEORIA E HISTÓRIA

 

Volpi

VOLPI
Formato: Livro
Autor: SALZSTEIN, SONIA
Autor: ROESLER, SILVIA
Editora: CAMPOS GERAIS
Assunto: ARTES – PINTURA

 

 Videos

Especial Volpi (Tv Cultura 1975-76)
 

Parte 1

Parte 2

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O Mercado Arte disponibiliza para os artistas a oportunidade de ter uma página na Web para exibir seus trabalhos e para o público em geral a chance de acessibilidade a um universo artístico criativo que vai muito além do que se apresenta em galerias, museus e sites atualmente.

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